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  • Mensagens de Preto Velho | Pacco

    Tem dias em que o peito aperta e a gente só precisa de uma palavra que console. Neste livro de conforto espiritual, dentro da espiritualidade afro-brasileira e da Umbanda, os Pretos-Velhos, espíritos de anciãos que trazem sabedoria e caridade, reúnem mensagens de luz, uma oração e um benzimento para os dias difíceis: os de dor, saudade, perdão, fé e recomeço. Tem dias em que o peito aperta e a gente só precisa de uma palavra que console. Neste livro de conforto espiritual, dentro da espiritualidade afro-brasileira e da Umbanda, os Pretos Velhos, espíritos de anciãos que trazem sabedoria e caridade, reúnem mensagens de luz, uma oração e um benzimento para os dias difíceis: os de dor, saudade, perdão, fé e recomeço. Palavras simples, de quem já sofreu e levantou, para acolher, dar força e ajudar na superação, pra ter por perto e voltar sempre que o coração pedir. Leia um trecho do e-book Meus fio… Se você chegou até aqui, é porque talvez o seu coração esteja apertado. Talvez esteja sentindo um peso no peito, uma saudade sem nome, uma tristeza sem hora pra passar. E eu quero te dizer, com toda a humildade que carrego: você não está sozinho. Nesta vida, todo mundo passa por dias difíceis. Tem hora em que a dor chega sem avisar, e parece que o mundo ficou escuro. Mas é nessas horas que a luz dos Pretos Velhos se acende mais forte. Essas palavras que você vai ler não são apenas frases bonitas. São conselhos antigos, vindos de quem já sofreu, já caiu, já chorou… mas também levantou, perdoou, e caminhou com fé. São mensagens para aquecer sua alma como um cafezinho fresco feito no fogão à lenha, com carinho e esperança. Cada linha aqui é um sopro de luz, uma mão estendida, uma vela acesa no escuro da sua dor. Pode entrar, meu fio, minha fia. Sente aqui pertinho. Vamos conversar um pouquinho. Adorei as almas. Quando tudo parecer perdido, escute o silêncio do coração Tem dia que a gente olha pro céu e parece que até Deus se esqueceu da gente. A gente reza, pede, chora… e tudo continua igual. O mundo fica sem cor, o corpo pesa, e a alma se cala. Mas vou te contar um segredo que os Pretos-Velhos me ensinaram lá no terreiro, debaixo da gameleira: o silêncio também fala. E às vezes, é nele que moram as respostas. Quando tudo parecer perdido, não se desespere. Fique quietinho um pouco. Respire fundo. Coloque a mão no peito e escute o som do seu coração. Ele tem uma sabedoria antiga, uma conexão direta com o Divino. E mesmo quando o mundo faz barulho demais, o coração sussurra o caminho. A alma da gente é como uma lamparina. Quando o vento da tristeza sopra forte, parece que a chama vai apagar. Mas se a gente protege com as mãos da fé, ela continua acesa… mesmo fraquinha, ela continua viva. Não é no grito que a fé se mostra. É na paciência. Não é na pressa que a cura vem. É na entrega. E não é nos outros que a força mora. É dentro de você. Confia. A estrada pode estar torta, mas o guia que te acompanha sabe muito bem onde está te levando. A fé que levanta da cama Tem manhã que a gente acorda, mas não levanta. O corpo até sai da cama, mas a alma fica lá, enrolada no cobertor da tristeza. Tudo pesa: os olhos, os ombros, a vida. E é nessas horas que a fé mais se faz necessária. Não aquela fé grandona, que faz milagre e move montanhas… mas a fé miudinha, aquela que dá só o passinho de hoje. A fé que levanta da cama é feita de pequenos gestos: Tomar um café e agradecer. Abrir a janela pra ver a luz entrar. Colocar os pés no chão e lembrar que você ainda está aqui. Os Pretos-Velhos sempre dizem: “Quem não pode com a carga, não recebe o fardo.” É nos dias escuros que aprendemos a acender a vela por dentro. Não se cobre tanto, meu filho, minha filha. Um passo de cada vez. Uma manhã por dia. E quando faltar forças… peça. Os guias escutam. Deus escuta. E até o silêncio te responde. Você vai ver: a fé levanta da cama, e, um dia, ela até dança com a gente no quintal. Quero Comprar

  • Falangeiros, Capangueiros e Guia Chefe | Pacco

    Orixá, Falangeiro, Capangueiro: entender essa hierarquia espiritual muda o jeito de olhar para o terreiro. Neste livro sobre a estrutura espiritual da Umbanda, você entende o que são Falangeiros e Capangueiros, com exemplos como Ogum Beira-Mar, Ogum Megê e Ogum Rompe-Mato, além do papel do Guia Chefe. Explicações claras, com uma analogia militar que torna tudo fácil de entender, sem nenhuma conotação de violência. Orixá, Falangeiro, Capangueiro: entender essa hierarquia espiritual muda o jeito de olhar para o terreiro. Neste livro sobre a estrutura espiritual da Umbanda, você entende o que são Falangeiros e Capangueiros, com exemplos como Ogum Beira-Mar, Ogum Megê e Ogum Rompe-Mato, além do papel do Guia Chefe. Explicações claras, com uma analogia militar que torna tudo fácil de entender, sem nenhuma conotação de violência. Leia um trecho do e-book Neste livro, você aprenderá que, na Umbanda, um Falangeiro é reconhecido como tal porque recebe o nome do Orixá seguido de um “sobrenome” especial, que representa a falange (ou legião) que ele lidera. Por exemplo, Ogum Beira-Mar é um Falangeiro de Ogum. É importante entender que cada Falangeiro lidera apenas sua própria falange e não comanda os outros Falangeiros. Ou seja, Ogum Beira-Mar lidera sua falange, e dentro dela existem espíritos que se apresentam com nomes específicos, como Ogum Sete Ondas, Ogum Sete Mares, entre outros. Esses nomes representam variações dentro da mesma vibração de Beira-Mar, mas eles não são Falangeiros independentes. Para facilitar a compreensão de como funcionam os Falangeiros e Capangueiros dentro da Umbanda, podemos fazer uma analogia com uma tropa militar. Imagine que o Orixá seja o comandante supremo, como se fosse o marechal de um exército, a figura de liderança maior. Os Falangeiros seriam os generais, ou seja, são as entidades espirituais de alta autoridade e responsabilidade. Eles são os responsáveis por comandar e orientar as outras entidades espirituais que trabalham com o Orixá e que estão sob sua direção. Abaixo dos Falangeiros, temos os Capangueiros, que podem ser comparados aos soldados ou operacionais dessa tropa. Eles são os espíritos desencarnados que se manifestam fisicamente no Terreiro, com a missão de realizar o trabalho prático e direto com os médiuns e assistidos. Embora, na analogia, os Capangueiros sejam comparados a soldados, essa comparação é apenas para ilustrar a hierarquia e o tipo de tarefa que eles executam; não há nenhuma conotação de violência ou beligerância em seu trabalho espiritual. O que são Falangeiro e Capangueiro Falangeiro, também conhecido como Orixá Menor, é uma entidade de alta autoridade espiritual que segue as orientações de um Orixá. Os Falangeiros são os líderes das legiões espirituais que atuam em sintonia com a energia do Orixá ao qual estão subordinados. Esses espíritos, quando incorporados nos médiuns nos Terreiros, não se comunicam verbalmente, não usam bebidas ou fumo, e não participam de consultas com os assistidos. Sua principal função é trabalhar pela harmonia do ambiente espiritual do Terreiro, removendo energias negativas e promovendo o progresso e o equilíbrio dos médiuns que ali atuam. O Capangueiro, por sua vez, é um espírito desencarnado que segue a orientação direta de um Falangeiro. Essas entidades são as que se manifestam fisicamente nos Terreiros, interagindo com os assistidos, oferecendo consultas e utilizando elementos como fumo e bebidas, quando necessário. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Livros sobre Orixás – Umbanda e Candomblé

    Livros sobre Orixás na Umbanda e no Candomblé: atributos, oferendas, cores, rituais e filhos de santo. Títulos para iniciantes e praticantes. Umbanda e Espiritualidade Livro 1 Se você quer entender a Umbanda de verdade, sem complicação, sem mistificação e sem preconceito, este é o seu livro de entrada. Leia um trecho Livro 2 Um guia claro para compreender a mediunidade na Umbanda. Apresenta fundamentos e caminhos para desenvolver seus dons com equilíbrio. Leia um trecho Livro 3 Um convite ao autoconhecimento através dos Orixás. Descubra como suas energias influenciam sua vida e sua evolução espiritual. Leia um trecho Livro 4 Cada gesto no Terreiro tem significado. Ritos, cantos e elementos formam uma liturgia viva que conecta o material ao espiritual com propósito. Leia um trecho Ervas na prática espiritual. Descubra como preparar banhos, defumações e rituais para limpeza, proteção e equilíbrio energético. Leia um trecho Um romance espiritual que emociona e revela os mistérios da Umbanda. Uma história envolvente sobre fé e transformação. Leia um trecho Um guia de dúvidas com mais de 80 perguntas reais sobre identidade, práticas, mediunidade, ética e racismo religioso. Leia um trecho Ela ri, dança, fuma e não pede desculpas. Tudo o que você sempre quis saber sobre Pomba Gira, sem preconceito, com respeito. Leia um trecho Um conteúdo direto para compreender o trabalho dos Exus. Aprenda sua atuação com segurança, respeito e consciência espiritual. Leia um trecho Descubra a essência de Zé Pelintra, entidade de luz e proteção. Conheça sua atuação como guia e defensor dos caminhos. Leia um trecho Conheça Exu de forma clara e respeitosa. Um guia que revela sua verdadeira atuação, desmistificando e mostrando sua importância. Leia um trecho Uma visão clara sobre os rituais, símbolos e práticas sagradas que sustentam a tradição e fortalecem a conexão espiritual. Leia um trecho Um guia essencial que apresenta a estrutura do Terreiro, explicando funções, responsabilidades e a vivência prática dentro da Umbanda. Leia um trecho Uma reflexão sobre as origens da Umbanda e seus mistérios. O livro convida a olhar além da história conhecida e explorar sentidos mais profundos. Leia um trecho Explore o significado dos elementos sagrados, suas funções espirituais e como atuam na proteção e no equilíbrio energético. Leia um trecho Entenda o verdadeiro significado das oferendas, seus fundamentos espirituais e como são utilizadas com consciência dentro da Umbanda. Leia um trecho Conheça os gestos, posturas e comportamentos que expressam respeito, disciplina e harmonia dentro da prática umbandista. Leia um trecho Você vai aprender o significado simbólico e espiritual de cada ritual, as folhas indicadas para cada Orixá e cada finalidade. Leia um trecho Queimar ervas é conhecimento: saber o que cada planta faz e por que a sequência importa. Um guia prático. Leia um trecho Descubra como as energias dos Orixás influenciam sua vida. Um caminho para entender suas vibrações e alinhar sua jornada espiritual. Leia um trecho Compreenda as forças que acompanham sua jornada espiritual. Este guia revela o papel dos Orixás que atuam desde o nascimento. Leia um trecho Orixás pouco conhecidos dentro da Umbanda. Entenda sua importância, simbolismo e força espiritual. Leia um trecho Conheça os principais Orixás cultuados na Umbanda. Entenda suas forças, características e como atuam na vida espiritual. Leia um trecho Entenda a organização espiritual das linhas de trabalho. Conheça as funções e hierarquias que sustentam a atuação dos guias. Leia um trecho Conheça a força, a alegria e a sabedoria dessas entidades. Cada linha atua trazendo proteção, movimento e equilíbrio na vida espiritual. Leia um trecho

  • A Alma das Folhas na Umbanda | Pacco

    Toda a natureza é sagrada, todas as folhas são abençoadas. Neste livro sobre as ervas na Umbanda, você entende por que cada folha vibra como um Orixá ou um Guia, aprende o banho de cheiro e o banho de sal grosso, o canteiro sagrado com 7 ervas e os cuidados na combinação das ervas. Conhecimento vindo dos antigos umbandistas e da orientação de Pretos Velhos e Caboclos, reunido com respeito para cuidar do corpo e da alma. Toda a natureza é sagrada, todas as folhas são abençoadas. Neste livro sobre as ervas na Umbanda, você entende por que cada folha vibra como um Orixá ou um Guia, aprende o banho de cheiro e o banho de sal grosso, o canteiro sagrado com 7 ervas e os cuidados na combinação das ervas. Conhecimento vindo dos antigos umbandistas e da orientação de Pretos Velhos e Caboclos, reunido com respeito para cuidar do corpo e da alma. Leia um trecho do e-book Os conhecimentos das ervas aqui descritos provêm dos antigos umbandistas, cujo aprendizado se deu por observação e também por orientação dos Guias, em especial Pretos Velhos e Caboclos. Os antigos notaram que há semelhança entre a vibração de um Orixá e de uma erva, o mesmo ocorrendo entre as folhas e as Entidades trabalhadoras nas Linhas de Umbanda, por isso se diz que tal erva é de Oxalá, outra é de Ogum, outra ainda de Preto Velho. E os Guias confirmavam a interpretação. Começaram a relacionar as qualidades e características das ervas e passaram a usá-las em banhos, sempre de acordo com as suas características e orientação dos Guias. Deste modo, uma pessoa que estivesse com a vida atrapalhada e precisando de um descarrego forte era aconselhado a tomar banho com folhas de Guiné (Preto Velho), outra que estivesse necessitando de reconquistar a felicidade conjugal era orientada a tomar banho com folhas de Manjericão (Oxalá); problema de saúde logo aconselhavam Erva-de-bicho (Omulu/Obaluaiê), pois se estabeleceu uma relação entre a “alma” da planta e o princípio vital humano. Os seres vivos estão envoltos em uma bolha de luz Energia é luz pela qual todos os homens, mulheres, animais, plantas, estão envolvidos. Ela é conhecida e amplamente divulgada por várias vertentes religiosas e filosofias espiritualistas com nomenclaturas diversas, tais como prana, campo bioenergético, aura, chacras, bioenergias, energias bioconscienciais e embora muitos ainda duvidem, é facilmente detectada por nós quando nos sentimos, de repente e sem razão, desmotivados e tristes. Sua veracidade também pode ser constatada pelos animais e crianças pequenas que adoecem sem causa ou razão e pelas plantas que secam de repente, explicado pela sabedoria popular como mau olhado, quebranto ou olho gordo. Não é uma crença folclórica, fantasiosa, ao contrário, é a captação de uma realidade e tem origem na emanação de energia desfavorável. Pergunta e resposta Pessoas que não acreditam na espiritualidade dizem que não existe quebranto porque é somente efeito psicológico. Eles estão certos? De fato, os incrédulos costumam atribuir energias densas que adoecem pessoas e animais a fatores psicológicos. Porém, se calam quando solicitados a explicar como um animal pode ser influenciado psicologicamente. Por favor, não negue o óbvio. Não há como rejeitar a existência de uma bolha de energia que envolve todas as plantas e animais (incluindo os humanos). Todos têm um campo de energia ao seu redor, e é impossível negar a realidade quando se presencia uma planta viçosa murchar de repente, sem nenhuma justificativa natural. Assim sendo, as ervas para banhos aqui descritas e explicadas não devem ser levadas ao campo da mera superstição, e sim encaradas como capacidade para mudar o padrão energético do indivíduo que opte por fazer uso para melhorar a própria vida e sua saúde física, mental e emocional. E nem precisa acreditar, pois não se trata de fé, bastando apenas e simplesmente banhar-se. Quero Comprar

  • Defuma com as Ervas da Jurema | Pacco

    Defumação não é superstição, é um dos rituais mais antigos da humanidade. Neste livro de defumação na Umbanda, com ervas, resinas e receitas passadas de terreiro em terreiro, você aprende o que é a defumação, a vibração de cada erva e como preparar a defumação certa para os Pretos Velhos, Caboclos, Crianças, Baianos, Boiadeiros, Marinheiros, Exu e Pombogira. Conhecimento de tradição oral, reunido com respeito, para limpar o ambiente e firmar sua fé. Defumação não é superstição, é um dos rituais mais antigos da humanidade. Neste livro de defumação na Umbanda, com ervas, resinas e receitas passadas de terreiro em terreiro, você aprende o que é a defumação, a vibração de cada erva e como preparar a defumação certa para os Pretos-Velhos, Caboclos, Crianças, Baianos, Boiadeiros, Marinheiros, Exu e Pombogira. Conhecimento de tradição oral, reunido com respeito, para limpar o ambiente e firmar sua fé. Leia um trecho do e-book Antes de tudo, uma palavra: defumação não é superstição, não é folclore e não é coisa de ignorante. É um dos rituais mais antigos da humanidade, presente em praticamente todas as civilizações conhecidas, e sobreviveu milênios porque funciona. A queima de plantas aromáticas é documentada no Egito há mais de quatro mil anos. Os faraós ofereciam madeiras perfumadas e resinas aos seus deuses; os sacerdotes untavam estátuas com óleos e incensavam os templos pela manhã. O mais famoso incenso egípcio era o kyphi, queimado nas cerimônias religiosas e também para aliviar a ansiedade e induzir o sono. Os sumérios queimavam bagas de zimbro nos altares da deusa Inanna. Os babilônios continuaram o costume nos altares de Ishtar. Os hebreus ofereciam incenso no Templo de Salomão, oferta tão honrosa que cada sacerdote só podia prestá-la uma vez na vida. O catolicismo usa o turíbulo até hoje nas missas solenes; os budistas e hinduístas acendem incenso há pelo menos cinco mil anos. Os povos indígenas das Américas queimam suas plantas de poder para cura, proteção e contato com o sagrado. Jesus recebeu incenso como presente no seu nascimento. O Islã, embora não cite o incenso no Corão, tem tradição consolidada de seu uso. Quem critica a Umbanda pela prática de defumar o faz por desconhecimento, e quem desconhece a história universal do incenso não tem autoridade para opinar sobre o tema. O que acontece quando se queima erva sagrada Quando colocamos ervas sobre o carvão em brasa, liberamos em poucos minutos a energia que aquela planta acumulou ao longo de toda a sua vida: a luz do sol, a água das chuvas, os minerais do solo, o ar que “respirou”. Essa energia, liberada em forma de fumaça, age no ambiente de maneira que a ciência já consegue detectar, através da fotografia Kirlian e de estudos sobre campos eletromagnéticos de seres vivos, e que a espiritualidade ensina há muito mais tempo. A Vibração das plantas As ervas têm campos energéticos próprios, cada uma com sua vibração particular. Algumas são agressivas, corrosivas para as energias negativas, são as chamadas ervas quentes, ou ervas bravas, como a arruda, a guiné e a comigo-ninguém-pode. Outras são equilibradoras, mornas, que restauram o que foi perturbado, alecrim, alfazema, sálvia. Outras ainda são mais suaves, voltadas para atrair: são as ervas frias, usadas para a prosperidade, o amor, a espiritualidade, louro, manjericão, jasmim. Na Umbanda, cada erva está ligada a um Orixá por analogia vibratória A vibração da erva e a vibração da divindade se correspondem. Não é uma ligação arbitrária, estabelecida por decreto humano, é uma afinidade que os antigos umbandistas observaram ao longo de gerações, confirmada pelos Guias espirituais que trabalharam nos terreiros. Isso explica por que a defumação não é apenas uma questão de aroma. O cheiro é uma consequência, não o objetivo. O que a fumaça faz, concretamente, é modificar o campo energético do ambiente, dissolvendo o que é denso, negativo, perturbador, e preparando o espaço para receber o que é luminoso. Incenso e defumação: a diferença que importa Os dois termos são usados como sinônimos no dia a dia, e não há problema nisso. Mas, para quem quer entender a prática com profundidade, vale conhecer a distinção. A palavra incenso vem do latim incendere, que significa queimar. Em sentido amplo, incenso é qualquer substância queimada para produzir fumaça perfumada, inclui varetas, tabletes, pastilhas e resinas. Seu uso pode ser puramente estético: perfumar o ambiente, criar uma atmosfera agradável, favorecer a meditação ou o relaxamento. A defumação é o uso ritualístico e intencional da fumaça para fins espirituais: limpar o ambiente de energias negativas, afastar espíritos perturbadores, preparar o espaço para o trabalho espiritual, ou atrair correntes positivas. A fumaça pode ser perfumada ou não, o que importa é a intenção e o conhecimento de quais ervas usar para cada finalidade. Quero Comprar

  • O Horla | Pacco

    Leia O Horla, de Guy de Maupassant, em tradução contemporânea de Eliana Pacco: português claro e fluido, fiel à força do original. Em forma de diário, um homem sente uma presença invisível invadir sua casa, beber sua água à noite e tomar aos poucos o controle de sua mente. Seria um ser sobrenatural, vindo para suceder a humanidade, ou o próprio narrador enlouquecendo? Uma obra-prima do terror psicológico que inspirou Lovecraft. Leia um trecho do e-book 25 de maio Nada mudou! Meu estado, realmente, é bizarro. À medida que a noite se aproxima, uma inquietação incompreensível me invade, como se a noite escondesse uma ameaça terrível para mim. Janto rapidamente, depois tento ler; mas as palavras não fazem sentido; mal consigo distinguir as letras. Caminho de um lado para o outro na minha sala, sob a opressão de um medo vago e irresistível, o medo do sono e o medo da cama. Por volta das dez horas, subo para o meu quarto. Assim que entro, dou duas voltas na chave e fecho os ferrolhos; tenho medo... de quê? Eu não temia nada até agora... abro os armários, olho debaixo da cama; escuto... escuto... o quê? É estranho como um simples mal-estar, talvez um distúrbio na circulação, uma irritação de um nervo, uma leve congestão, uma perturbadora alteração no funcionamento tão imperfeito e delicado da nossa máquina viva, possa transformar o homem mais alegre em um melancólico, e o mais corajoso em um covarde! Então, me deito e espero o sono como se estivesse esperando o algoz. O aguardo com a mesma aflição com que se espera sua chegada; e meu coração bate, minhas pernas tremem; meu corpo inteiro se agita nos lençóis, até o momento em que caio repentinamente no descanso, como se caísse em um abismo de água estagnada. Não o sinto chegar, como antes, esse sono traiçoeiro, que me espreita, que vai me agarrar pela cabeça, me fechar os olhos, me aniquilar. Durmo — por muito tempo — duas ou três horas — então um sonho — não, um pesadelo me aperta. Sinto claramente que estou deitado e dormindo... sei disso e sinto isso... e também sinto que alguém se aproxima de mim, me olha, me toca, sobe na minha cama, se ajoelha sobre o meu peito, me pega pelo pescoço e aperta... aperta... com toda sua força, para me estrangular. Eu me debato, preso por essa terrível impotência que nos paralisa nos sonhos; quero gritar, — não posso! — quero me mover, — não posso! — tento, com terríveis esforços, ofegante, me virar, empurrar esse ser que me sufoca e me aperta, — não consigo! A presença apenas começou a se manifestar. O que ela quer, e o que fará com ele, é o pesadelo que se abre a partir daqui. Quero Comprar

  • A Metamorfose | Pacco

    Leia A Metamorfose, de Franz Kafka, em tradução contemporânea de Eliana Pacco: português claro e fluido, fiel à força do original. Numa manhã comum, o caixeiro-viajante Gregor Samsa acorda transformado num inseto monstruoso, e sua maior aflição não é a nova forma, mas chegar atrasado ao trabalho. Um clássico perturbador sobre alienação, família e o valor de uma pessoa quando ela deixa de ser útil. Leia um trecho do e-book Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado de costas, tão duras que pareciam revestidas de metal, e ao levantar um pouco a cabeça viu o abdômen arredondado, com uma coloração castanha e dividido em partes encurvadas, endurecidas, sobre o qual o cobertor dificilmente mantinha a posição e estava a ponto de escorregar. Comparadas com o resto do corpo, as inúmeras perninhas, que eram ridiculamente finas, agitavam-se frenéticas diante de seus olhos. — Que me aconteceu? — pensou. Não era nenhum sonho. O quarto, um comum quarto humano bastante simples, ali estava, como de costume, entre as quatro paredes que lhe eram familiares. Por cima da mesa onde estava deitado, desembrulhada e em completa desordem, várias amostras de roupas: Samsa era caixeiro-viajante. Estava pendurada a fotografia que recentemente recortara de uma revista ilustrada e colocara numa vistosa moldura dourada. Mostrava uma senhora, de chapéu e estola de peles, rigidamente sentada, exibindo ao espectador um enorme regalo de peles, onde o antebraço sumia! Gregor desviou então a vista para a janela e distinguiu o céu nublado. Ouvia os pingos de chuva batendo na calha da janela e isso o fez sentir-se bastante melancólico. Não seria melhor dormir um pouco e esquecer todo este delírio? — pensou. Mas era impossível, estava habituado a dormir para o lado direito e, na presente situação, não podia virar-se. Por mais que se esforçasse para inclinar o corpo para a direita, tornava sempre a virar, ficando de costas. Tentou, pelo menos, cem vezes, fechando os olhos para evitar ver as perninhas a debaterem-se, e só desistiu quando começou a sentir no flanco uma ligeira dor entorpecida que nunca antes experimentara. — Oh, meu Deus, pensou, que trabalho tão cansativo escolhi! Viajar, dia sim, dia não. É um trabalho muito mais irritante do que o trabalho do escritório propriamente dito, e ainda por cima há ainda o desconforto de estar sempre viajando, preocupado com as baldeações dos trens, com a cama e com as refeições irregulares, com encontros casuais, que são sempre novos e nunca se tornam amigos íntimos. Diabos levem tudo isto! Sentiu uma leve comichão na barriga; arrastou-se lentamente sobre as costas, mais para cima na cama, de modo a conseguir mexer mais facilmente a cabeça, e identificou o local da comichão que estava rodeado de uma série de pequenas manchas brancas cuja natureza não compreendeu no momento, e fez menção de tocar lá com uma perna, mas imediatamente a retirou, pois, ao seu contato, sentiu-se percorrido por um arrepio gelado. Voltou a deixar-se escorregar para a posição inicial. A família ainda não sabe o que há atrás da porta. O que acontece quando eles descobrem é o coração do livro. Quero Comprar

  • Laroyê, Exu. Mojubá! | Pacco

    Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Leia um trecho do e-book Nota Introdutória Este livro é dedicado à força de Exu, o Guardião que abre caminhos, protege, ensina e transforma. Neste livro trago reflexões e ensinamentos voltados para todos que desejam compreender quem é Exu, tanto como Orixá de origem africana quanto como entidade espiritual na Umbanda. Falamos sobre suas origens, símbolos, atuações, ensinamentos e a importância do respeito à diversidade religiosa. Aqui, o objetivo é oferecer conhecimento com simplicidade, desmistificando e esclarecendo com verdade. Este livro foi escrito com linguagem acessível, direta e respeitosa, para que cada leitura seja também um passo de aprendizado e despertar. Laroyê, Exu! Que ele abra seus caminhos com luz e verdade. *** Exu não é o diabo É fundamental reforçar: Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem da visão cristã imposta durante o período colonial, que rotulou como “do mal” tudo o que não se encaixava na sua teologia. A figura do demônio pertence à tradição cristã, e não existe nas religiões africanas. Nas tradições afro-brasileiras, Exu é parte do sagrado. É energia que movimenta, guia que orienta, ponte que liga o mundo espiritual ao mundo dos homens. É justiça, transformação e proteção. Infelizmente, até hoje, Exu sofre preconceito e desinformação. Mas quem conhece sua verdadeira essência, sabe que ele é um dos maiores aliados espirituais que alguém pode ter. *** Perguntas e Respostas O que é linha de esquerda na Umbanda? Na Umbanda, a linha da esquerda é formada por entidades que lidam com energias densas, pesadas, que exigem firmeza e autoridade para serem transformadas. São guardiões que atuam diretamente na limpeza espiritual, corte de demandas, desbloqueio de caminhos e enfrentamento de forças negativas. Exus e Pombagiras fazem parte dessa linha, e sua missão é ajudar, com disciplina, amor e verdade, aqueles que os procuram. Por que pecado e diabo não fazem parte das religiões afro-brasileiras? Porque essas tradições não trabalham com os mesmos conceitos do cristianismo. A ideia de “pecado”, “culpa” ou “castigo eterno” não existe nesse contexto. Em vez disso, fala-se em equilíbrio, responsabilidade, ancestralidade e respeito à natureza e à coletividade. As religiões afro-brasileiras não impõem medo, mas ensinam que tudo que fazemos volta para nós, pelo bem ou pelo mal. O que importa é viver com consciência, respeito e verdade. A espiritualidade afro-brasileira valoriza a individualidade? Sim. Cada pessoa tem um caminho próprio, um Orixá de cabeça, uma missão individual. Mas essa liberdade está sempre acompanhada da responsabilidade. O importante é viver em paz com os outros, com a comunidade, com a natureza e com o mundo espiritual. Quero Comprar

  • O retrato de Dorian Gray | Pacco

    O Retrato de Dorian Gray é o único romance de Oscar Wilde e uma das obras mais controversas e fascinantes da literatura mundial. O que poucos leitores sabem é que existem duas versões do texto: a versão original, de 1890, e a versão revisada, de 1891. A versão de 1890, composta por treze capítulos, foi publicada na Lippincott’s Monthly Magazine e escandalizou a sociedade vitoriana pela ousadia de seus temas e pela intensidade de suas insinuações. Nela, Basil Hallward confessa abertamente seu sentimento por Dorian, Lord Henry profere paradoxos ainda mais provocadores, e o desfecho se apresenta de forma crua e direta, sem moralismos. Em 1891, pressionado por severas críticas, Wilde revisou e expandiu a obra para vinte capítulos, acrescentando personagens, suavizando diálogos e incluindo o famoso prefácio com aforismos sobre a arte. Essa segunda versão tornou-se a "oficial" por mais de um século. Esta edição traz a tradução integral da versão original de 1890, sem cortes nem filtros, oferecendo ao leitor a experiência autêntica que chocou a Inglaterra vitoriana — incluindo trechos cortados pelo editor da época devidamente restaurados. Leia um trecho do e-book Dorian não respondeu, mas passou diante do quadro e se virou para ele. Quando o viu, recuou, e suas faces foram tingidas por um momento com prazer. Uma centelha de alegria entrou em seus olhos, como se ele houvesse se reconhecido pela primeira vez. Ficou ali parado, imóvel e em assombro, vagamente consciente de que Hallward lhe falava, mas não captando o sentido das palavras. A sensação de sua própria beleza veio sobre ele como uma revelação. Nunca a havia sentido antes. Os elogios de Basil Hallward lhe haviam parecido as exageradas adulações da amizade. Havia-os ouvido, rira deles, os esquecera. Eles não o haviam influenciado. Então havia chegado Lord Henry Wotton, com seu estranho panegírico à juventude, sua terrível advertência sobre sua brevidade. Isso o havia agitado na época, e agora, ao ficar ali olhando para a sombra de sua própria beleza, a plena realidade da descrição o iluminou. Sim, viria um dia em que seu rosto estaria enrugado e definhado, seus olhos opacos e sem cor, a graça de sua figura quebrada e deformada. O vermelho desapareceria de seus lábios, e o ouro seria roubado de seu cabelo. A vida que devia fazer sua alma iria destruir seu corpo. Tornaria-se ignóbil, hediondo e grosseiro. Ao pensar nisso, uma pontada aguda de dor o atingiu como uma faca e fez cada delicada fibra de sua natureza tremer. Seus olhos aprofundaram-se em ametista, e uma névoa de lágrimas veio sobre eles. Sentiu como se uma mão de gelo houvesse sido posta sobre seu coração. — Você não gosta? — exclamou Hallward por fim, um pouco picado pelo silêncio do rapaz e sem entender o que significava. — Claro que ele gosta — disse Lord Henry. — Quem não gostaria? É uma das principais coisas da arte moderna. Darei qualquer coisa que você pedir por ele. Preciso tê-lo. — Não é minha propriedade, Harry. — De quem é a propriedade? — De Dorian, é claro — respondeu Hallward. — Ele é um sujeito muito sortudo. — Que tristeza! — murmurou Dorian Gray com os olhos ainda fixos em seu próprio retrato. — Que tristeza! Vou ficar velho, horrível e assustador. Mas este quadro continuará sempre jovem. Nunca será mais velho do que este dia particular de junho… se fosse ao contrário! Se eu pudesse ser sempre jovem, e o quadro ficasse velho! Para isso — para isso eu daria tudo! Sim, não há nada no mundo inteiro que eu não daria! Daria minha alma por isso! Dorian acaba de fazer o desejo que vai reger sua vida. O que o retrato revela nos anos seguintes é o coração deste clássico. Quero Comprar

  • Organização, Cargos, Práticas na Umbanda | Pacco

    Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Leia um trecho do e-book Este livro nasceu da vontade de organizar e explicar, com simplicidade, o funcionamento interno básico de um Terreiro de Umbanda, desde a liderança espiritual até o som do atabaque que embala os pontos cantados. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre compreende o que está acontecendo ali, quem são as pessoas que conduzem a cerimônia ou por que a música tem tanta força. Pensando nisso, reuni aqui informações simples e essenciais. Você vai conhecer o papel de cada dirigente espiritual, o Pai de Santo, a Mãe de Santo, o Pai Pequeno, a Mãe Pequena, e entender como se estrutura a hierarquia no Terreiro. Vai descobrir também a importância do Cambone, do Curimbeiro (ou Ogã), do atabaque e da engoma. Falo também sobre a força da música na Umbanda. Os pontos cantados não são apenas canções, são orações em forma de melodia, carregadas de axé e intenção. Para explicar: Ponto de Ogum Iara Uma das questões que surge com frequência é a interpretação de certos versos de Pontos Terrenos, como o exemplo do Ponto de Ogum Iara. “Se meu pai é Ogum, vencedor de demanda, Quando vem de Aruanda é pra salvar filhos de Umbanda. Ogum, Ogum, Ogum Iara, Salve os campos de batalha, salve a Sereia do Mar.” A dúvida surge ao se deparar com a frase “Salve os campos de batalha”, o que poderia ser interpretado como uma exaltação à violência. O Ponto de Ogum Iara defende a violência? Não, a Umbanda não defende e jamais incentivaria a violência. A música que exalta Ogum Iara e menciona “salve os campos de batalha” deve ser entendida de maneira simbólica. O termo “campos de batalha” refere-se às lutas internas que todos enfrentam no dia a dia. Essas batalhas não são físicas, mas sim espirituais e emocionais. O que representa os “campos de batalha” no contexto do Ponto de Ogum Iara? Os “campos de batalha” representam a luta constante do ser humano contra suas próprias imperfeições. Trata-se da luta interna para superar vícios, inclinações negativas e desafios pessoais, como inveja, ciúmes, apegos e mesquinharias. Essas batalhas internas são necessárias para o crescimento espiritual, e, ao vencer essas dificuldades, o indivíduo se aproxima da Luz, encontra a paz interior e, consequentemente, a harmonia nas relações familiares e sociais. Por que o Ponto de Ogum Iara é considerado uma homenagem ao Orixá e não à violência? Ogum é um Orixá de força, coragem e superação. Sua representação está ligada ao enfrentamento das adversidades e à vitória sobre os obstáculos da vida. Ao saudar os “campos de batalha”, o Ponto faz referência ao caminho de luta espiritual e pessoal que todos precisam trilhar, e não a uma glorificação da violência externa. A Sereia do Mar, mencionada no ponto, saúda Iemanjá, simbolizando a serenidade e a purificação das águas, representando a busca pelo equilíbrio e pela paz. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • As Vibrações dos Orixás | Pacco

    Cada Orixá tem uma vibração única, e entender essas vibrações aproxima a gente do sagrado. Neste guia de conexão espiritual com a natureza, dentro da Umbanda, você entende como os Orixás se ligam aos elementos naturais, como suas energias se combinam em vez de competir, e desfaz mitos comuns, como a ideia de “briga de Orixá”. Um livro para compreender o axé, a harmonia entre os Orixás e as vibrações de cada um cultuado na Umbanda. Cada Orixá tem uma vibração única, e entender essas vibrações aproxima a gente do sagrado. Neste guia de conexão espiritual com a natureza, dentro da Umbanda, você entende como os Orixás se ligam aos elementos naturais, como suas energias se combinam em vez de competir, e desfaz mitos comuns, como a ideia de “briga de Orixá”. Um livro para compreender o axé, a harmonia entre os Orixás e as vibrações de cada um cultuado na Umbanda. Leia um trecho do e-book Muitas vezes, ouve-se a ideia de que um Orixá está “brigando com outro pela cabeça do filho”. Essa ideia é completamente equivocada e, na verdade, não faz sentido na Umbanda. Não existe “briga” entre os Orixás, nem competição entre eles. Não há um Orixá mais poderoso ou mais importante que outro. Todos os Orixás, como forças da natureza, atuam em perfeito equilíbrio e colaboração. Cada Orixá tem uma energia única e atua em um aspecto específico da criação divina. Eles não interferem negativamente nas atividades uns dos outros. O que ocorre, na verdade, é uma interação harmoniosa, na qual as energias se complementam. Como as energias dos Orixás se complementam Para entender, vamos usar um exemplo que ocorre frequentemente nas manifestações espirituais na Umbanda: a atuação dos Caboclos. Caboclos e a Energia das Matas Todos os Caboclos trazem consigo a energia das matas, a qual é a vibração de Oxóssi, o Orixá das florestas e da caça. No entanto, cada Caboclo pode ser ainda mais influenciado por outros Orixás. Caboclo Rompe Mata Por exemplo, existem Caboclos que trazem a vibração de Ogum, o Orixá da guerra e da luta. Quando a energia de Oxóssi (representando as matas) se combina com a energia de Ogum (representando a força e a batalha), temos uma nova manifestação espiritual: o Caboclo Rompe Mato. Nesse caso, as energias de Oxóssi e Ogum não se anulam nem competem entre si, mas se fundem, criando uma nova vibração, uma nova força espiritual. Isso pode ser entendido como uma “mistura” das energias, mas é importante entender que ambas as energias, a de Oxóssi e a de Ogum, continuam presentes em sua essência. Elas se combinam, mas não se perdem e muito menos brigam entre si. Quero Comprar

  • Ritos, Liturgia e Sacramentos na Umbanda | Pacco

    Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade. Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade. Leia um trecho do e-book Os rituais são gestos, palavras, pensamentos, ações e cerimônias que auxiliam a união com o sagrado. Os rituais da Umbanda são ferramentas que nos conectam aos Guias e Orixás. Não são necessários aos protetores, porém são fundamentais como apoio mental aos homens e mulheres que pretendem se conectar ao sacro, de modo a entrar em contato com realidades diversas que não se consegue através da mente “regular”. Quando na Umbanda se realizam rituais, em grupo ou individualmente, há uma ligação com campo antigo da consciência, acessa-se um espaço sagrado para a passagem de energia, e se torna real a “ponte invisível” entre o mundo da matéria e o espiritual. Os Fundamentos do Umbanda Fundamento é o princípio sobre o qual se apoia e se desenvolve a religião de Umbanda. O conjunto de regras básicas de organização e funcionamento da religião se chama Fundamento. Toda religião possui um conjunto de gestos, palavras e formalidades utilizados de maneira simbólica, aos quais se dá o nome de Ritual. Na Umbanda os rituais variam de Terreiro para Terreiro na forma, mas são iguais no conteúdo. Agressões aos umbandistas Sempre que um umbandista nos pergunta como deve agir quando é agredido por pessoas de outras religiões, aconselhamos que os ignore. Aquele que agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites impostos pelo seu reduzido entendimento da religião. Quem agride sabe da doutrina, mas nada sabe do Amor. Nem desconfia o quanto está distante do Cristo. É merecedor de compaixão, pois perde a oportunidade de se encontrar com o Criador que Se comunica por vários caminhos e fala por diferentes mensageiros. Sabemos o quanto é difícil ouvir diretores de outras religiões atacando impunemente a Umbanda, usando como escudo a liberdade de expressão. Para julgar outras religiões é preciso saber julgar a sua, para julgar os homens é preciso ter a grandeza de primeiro julgar a si mesmo, mas há aquele que toma a própria opinião por medida exclusiva do bom e do mau. Fanático religioso Fanático é aquele incapaz de admitir o mundo a partir de ponto de vista diferente do que elegeu como absoluto para sua vida. Deste modo seu universo se divide entre o bem e o mal, sendo que o bem são as suas escolhas e preferências, e o mal é a escolha dos outros que não são iguais as suas. O fanático religioso critica tanto a religião alheia porque sua crença não pode ser questionada ou abalada no intercâmbio com outras formas de fé. O maníaco coloca todas as esperanças em sua visão particular, e outra interpretação abala suas pequenas certezas. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Filhos de Ogum | Pacco

    Ogum. Apenas dizer esse nome já faz o peito se encher de força. Neste livro sobre os filhos de Ogum, o Orixá guerreiro, senhor da lei e da justiça na Umbanda, você entende os traços de personalidade, a relação com a justiça e a verdade, o espírito de liderança, os desafios da impulsividade e a vida amorosa de quem tem Ogum como Orixá de Frente. Com origem, sincretismo com São Jorge, símbolos, oferendas e mensagens de Ogum, para quem se reconhece filho ou filha do guerreiro. Ogum. Apenas dizer esse nome já faz o peito se encher de força. Neste livro sobre os filhos de Ogum, o Orixá guerreiro, senhor da lei e da justiça na Umbanda, você entende os traços de personalidade, a relação com a justiça e a verdade, o espírito de liderança, os desafios da impulsividade e a vida amorosa de quem tem Ogum como Orixá de Frente. Com origem, sincretismo com São Jorge, símbolos, oferendas e mensagens de Ogum, para quem se reconhece filho ou filha do guerreiro. Leia um trecho do e-book Quem é, de verdade, esse Orixá que carrega a espada, que abre caminhos, que luta por justiça e protege seus filhos com tanta intensidade? Este livro nasceu do desejo de conversar com você, que sente Ogum pulsar na sua vida, que talvez nem saiba explicar direito por que, mas se emociona ao ouvir seu ponto cantado, que se arrepia ao ver a imagem de São Jorge sobre o cavalo branco. Nas páginas a seguir, não há fórmulas nem verdades absolutas. Há relatos, experiências, ensinamentos e reflexões sobre essa energia tão presente na espiritualidade afro-brasileira e no coração de quem carrega sua força. Este livro é para filhos de Ogum, para curiosos, para devotos, para quem já o conhece de longa data ou para quem está dando seus primeiros passos no caminho da fé. Que Ogum abra seus caminhos, proteja sua alma e fortaleça sua missão. Axé! *** A Personalidade dos Filhos de Ogum Falar sobre a personalidade dos filhos de Ogum é mergulhar em um universo de força, coragem e intensidade. Eles têm uma presença marcante, daquelas que ninguém esquece. Quando chegam, não passam despercebidos. E não é por querer chamar atenção, é porque a energia deles simplesmente pulsa, vibra, se impõe. A mente dos filhos de Ogum é prática e objetiva. São pessoas que pensam rápido, tomam decisões com firmeza e não gostam de rodeios. Se há um problema, querem logo encontrar a solução. No coração, são intensos. Quando gostam, gostam de verdade. Quando confiam, entregam-se por completo. Mas quando se decepcionam, aí a dor é funda. Os filhos de Ogum não se permitem viver pela metade. Tudo neles é inteiro: o amor, a amizade, a fé, a entrega. Por serem tão diretos, às vezes são mal interpretados. Algumas pessoas os acham bravos, duros, secos. Mas por trás dessa casca firme, existe uma alma sensível, que sofre com o que é errado e se magoa com a falsidade. Só que, ao invés de chorar para o mundo, eles recolhem a dor e seguem lutando. Outra característica forte é o senso de responsabilidade. Os filhos de Ogum costumam ser aqueles em quem os outros confiam para resolver as coisas. São trabalhadores, sérios, comprometidos. Apesar da rigidez, muitos têm um humor sarcástico, uma forma direta de dizer verdades que às vezes surpreende, mas também arranca sorrisos. No fundo, o que mais desejam é viver com dignidade, proteger os seus, caminhar com honra e deixar um legado de força e justiça. Os filhos de Ogum são, acima de tudo, guerreiros de alma. Quero Comprar

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