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Capa do livro Ritos, Liturgia e Sacramentos na Umbanda

Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade.

Leia um trecho do e-book

Os rituais são gestos, palavras, pensamentos, ações e cerimônias que auxiliam a união com o sagrado. Os rituais da Umbanda são ferramentas que nos conectam aos Guias e Orixás.

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Não são necessários aos protetores, porém são fundamentais como apoio mental aos homens e mulheres que pretendem se conectar ao sacro, de modo a entrar em contato com realidades diversas que não se consegue através da mente “regular”.

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Quando na Umbanda se realizam rituais, em grupo ou individualmente, há uma ligação com campo antigo da consciência, acessa-se um espaço sagrado para a passagem de energia, e se torna real a “ponte invisível” entre o mundo da matéria e o espiritual.

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Os Fundamentos do Umbanda

Fundamento é o princípio sobre o qual se apoia e se desenvolve a religião de Umbanda. O conjunto de regras básicas de organização e funcionamento da religião se chama Fundamento.

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Toda religião possui um conjunto de gestos, palavras e formalidades utilizados de maneira simbólica, aos quais se dá o nome de Ritual.

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Na Umbanda os rituais variam de Terreiro para Terreiro na forma, mas são iguais no conteúdo.

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Agressões aos umbandistas

Sempre que um umbandista nos pergunta como deve agir quando é agredido por pessoas de outras religiões, aconselhamos que os ignore.

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Aquele que agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites impostos pelo seu reduzido entendimento da religião.

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Quem agride sabe da doutrina, mas nada sabe do Amor. Nem desconfia o quanto está distante do Cristo. É merecedor de compaixão, pois perde a oportunidade de se encontrar com o Criador que Se comunica por vários caminhos e fala por diferentes mensageiros.

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Sabemos o quanto é difícil ouvir diretores de outras religiões atacando impunemente a Umbanda, usando como escudo a liberdade de expressão.

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Para julgar outras religiões é preciso saber julgar a sua, para julgar os homens é preciso ter a grandeza de primeiro julgar a si mesmo, mas há aquele que toma a própria opinião por medida exclusiva do bom e do mau.

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Fanático religioso

Fanático é aquele incapaz de admitir o mundo a partir de ponto de vista diferente do que elegeu como absoluto para sua vida. Deste modo seu universo se divide entre o bem e o mal, sendo que o bem são as suas escolhas e preferências, e o mal é a escolha dos outros que não são iguais as suas.

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O fanático religioso critica tanto a religião alheia porque sua crença não pode ser questionada ou abalada no intercâmbio com outras formas de fé. O maníaco coloca todas as esperanças em sua visão particular, e outra interpretação abala suas pequenas certezas.

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