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- Como Interpretar os Nomes dos Guias | Pacco
Orixá não se explica com pressa. Orixá se sente, se vive, se escuta no sopro do vento, no calor do fogo, na força da terra. Neste guia prático sobre os nomes dos Guias na Umbanda, você aprende a chave interpretativa que liga verbos e elementos do nome de um Guia ao Orixá correspondente, com exemplos de Pretos Velhos, Pombogiras e Exus, além de um Dicionário Simbólico completo. Um livro pequeno e direto, para nunca mais ficar sem entender de onde vem a força de um nome. Orixá não se explica com pressa. Orixá se sente, se vive, se escuta no sopro do vento, no calor do fogo, na força da terra. Neste guia prático sobre os nomes dos Guias na Umbanda, você aprende a chave interpretativa que liga verbos e elementos do nome de um Guia ao Orixá correspondente, com exemplos de Pretos Velhos, Pombogiras e Exus, além de um Dicionário Simbólico completo. Um livro pequeno e direto, para nunca mais ficar sem entender de onde vem a força de um nome. Leia um trecho do e-book Orixá não se explica com pressa. Orixá se sente, se vive, se escuta no sopro do vento, no calor do fogo, na força da terra e no cantar das águas. Cada folha, cada som, cada símbolo que cruza nosso caminho pode carregar a presença de um deles, sutil ou vibrante, silenciosa ou arrebatadora. Este pequeno guia nasceu do desejo de reunir, em palavras simples, os símbolos que nos aproximam dos Orixás. São objetos, cores, elementos da natureza e gestos do cotidiano que, muitas vezes, passam despercebidos, mas que estão carregados de axé e significado. Não espere encontrar aqui fórmulas ou verdades absolutas. O que você vai encontrar são pontes, caminhos simbólicos para entender melhor as energias que te cercam e que, talvez sem saber, já te acompanham há muito tempo. Cada palavra desse glossário é uma semente. E cada Orixá, um jardim inteiro. Chave Interpretativa Existe uma forma de entender melhor os nomes das Entidades que atuam nas Linhas de Trabalho da Umbanda. Há uma espécie de “chave interpretativa”, que consiste em relacionar corretamente os elementos contidos nos nomes simbólicos aos Orixás correspondentes. Na Umbanda, os nomes das entidades espirituais frequentemente incluem verbos ou ações que indicam sua função ou ligação com determinados Orixás. Essa relação ajuda a compreender melhor a atuação de cada guia espiritual. Levam Abre no nome Entidades com “Abre” no nome, como “Abre-Caminhos”, estão associadas a Ogum, o Orixá conhecido por abrir caminhos e remover obstáculos. Exemplo: Caboclo Abre-Caminhos. Orixá relacionado: Ogum. Por quê? Ogum é quem abre os caminhos, remove os obstáculos, vence na força da espada. Quando uma entidade tem “abre” no nome, ela está manifestando essa energia. Atuação: destravar a vida da pessoa, abrir oportunidades, trazer movimento. Nomes que indicam Romper Nomes que incluem “Rompe”, como “Rompe-Mato”, também se relacionam a Ogum, indicando a ação de superar barreiras. Exemplo: Caboclo Rompe-Mato. Orixá relacionado: Ogum, com energia das matas (Oxóssi). Por quê? “Romper o mato” significa abrir caminho onde parece não haver passagem. É ação direta, de coragem. Atuação: quebra feitiços, corta energias presas, traz força para enfrentar desafios. Levam Trancar no nome Entidades com “Tranca” no nome, como “Tranca-Ruas”, estão ligadas a Exu, o guardião dos caminhos e encruzilhadas, responsável por abrir ou fechar caminhos conforme necessário. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- A Anunciação da Umbanda | Pacco
A história que você conhece não é a história completa. Neste livro sobre a origem da Umbanda, você encontra a versão oficial (Caboclo das Sete Encruzilhadas, Zélio de Moraes) e a pesquisa acadêmica que revela uma origem bem diferente da que se conta, com base nos estudos da antropóloga Diana Brown. Um livro que também enfrenta de frente o preconceito da igreja católica e das igrejas neopentecostais contra a Umbanda. Para quem não tem medo da verdade completa. A Umbanda não nasceu para os pobres. A Umbanda não nasceu para os negros. A história que você conhece não é a história completa. Neste livro sobre a origem da Umbanda, você encontra a versão oficial (Caboclo das Sete Encruzilhadas, Zélio de Moraes) e a pesquisa acadêmica que revela uma origem bem diferente da que se conta, com base nos estudos da antropóloga Diana Brown. Um livro que também enfrenta de frente o preconceito da igreja católica e das igrejas neopentecostais contra a Umbanda. Para quem não tem medo da verdade completa. Leia um trecho do e-book A história da Umbanda, muitas vezes contada de forma simples, esconde vários detalhes interessantes e importantes. Um estudo pioneiro da antropóloga americana Diana Brown revela uma visão diferente sobre a religião, que muitos não conhecem. Durante o doutorado na Universidade Columbia, Diana Brown se interessou pelas religiões afro-brasileiras. Com uma bolsa da Fundação Ford, ela viajou ao Rio de Janeiro e passou cinco meses morando no Jacarezinho, uma das maiores favelas da cidade. Quando chegou ao Rio de Janeiro em 1966, ela acreditava que a Umbanda era uma prática religiosa voltada para os negros pobres. No entanto, durante sua pesquisa, ela se surpreendeu ao descobrir que a Umbanda não era uma religião das classes baixas, mas algo bem presente entre a classe média. A Umbanda não nasceu para os pobres A Umbanda, quando surgiu, foi majoritariamente adotada por membros da classe média, incluindo pessoas que trabalhavam no comércio, na burocracia do governo, nas forças armadas, além de profissionais como jornalistas, professores e advogados. Isso desafia a ideia de que a Umbanda foi criada exclusivamente para atender aos negros e pobres. A Umbanda não nasceu para os negros A antropóloga cita uma foto dos fundadores da Umbanda, tirada em 1941, onde 15 dos 17 homens que aparecem na imagem são brancos, com apenas dois mulatos e nenhum negro. E também nenhuma mulher. Entre os fundadores, muitos eram antigos praticantes do espiritismo. Mas a rigidez das práticas e o tom excessivamente teórico do espiritismo não os satisfaziam mais. Centros de Macumba Em busca de algo mais dinâmico e prático, passaram a frequentar os centros de Macumba nas favelas do Rio e de Niterói, onde encontraram um tipo de espiritualidade mais intensa, com a incorporação de espíritos e divindades de origem africana e indígena. No entanto, esses mesmos ex-kardecistas, ao se envolverem com a Macumba, também não aceitavam tudo que viam. Eles não gostavam de certos rituais, como os sacrifícios de animais, nem da presença de espíritos como os Exus, que eram considerados “negativos”. Deste modo, apesar de buscarem um culto mais vibrante, também queriam se distanciar das práticas de feitiçaria, “embranquecer” e “limpar” a religião de tudo o que fosse visto como “africano”. Isso gerou a ideia da “Umbanda Branca”, uma versão mais palatável da religião, que misturava a mediunidade e a reencarnação do espiritismo kardecista com o catolicismo e os princípios da caridade. Os rituais foram adaptados para agradar aos novos adeptos, afastando-se dos sacrifícios de animais, das danças e toques de tambores, e principalmente da invocação dos Exus. Estes últimos, que antes eram vistos com desconfiança, foram reinterpretados e hoje são compreendidos de forma mais positiva. Como vamos ver em seguida, a Umbanda é uma religião cheia de camadas, com uma história rica e complexa, que mistura a influência da classe média, o espiritismo e as tradições afro-brasileiras. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Baianos, Boiadeiros, Marinheiros | Pacco
Quantas ondas tem o mar? Quantos grãos têm de areia? Neste livro sobre três Linhas de Trabalho da Umbanda, você entende os Baianos, regidos por Iansã, os Boiadeiros, ligados a Ogum, e os Marinheiros, ligados a Iemanjá, suas histórias, funções e ensinamentos, com Perguntas e Respostas para cada linha. Um livro para reconhecer essas entidades quando chegam ao terreiro, e entender por que trabalham do jeito que trabalham. Quantas ondas tem o mar? Quantos grãos têm de areia? Neste livro sobre três Linhas de Trabalho da Umbanda, você entende os Baianos, regidos por Iansã, os Boiadeiros, ligados a Ogum, e os Marinheiros, ligados a Iemanjá, suas histórias, funções e ensinamentos, com Perguntas e Respostas para cada linha. Um livro para reconhecer essas entidades quando chegam ao terreiro, e entender por que trabalham do jeito que trabalham. Leia um trecho do e-book A Umbanda é uma religião que abraça uma pluralidade de forças espirituais, todas com propósitos específicos de ajudar na evolução do ser humano. Cada Linha de Trabalho dentro da Umbanda representa um aspecto da natureza, da vida e da proteção divina, e as entidades que a compõem atuam de forma singular em nossas vidas. Entre elas, destacam-se os Baianos, os Boiadeiros e os Marinheiros, três entidades que, com suas energias distintas, oferecem auxílio em diferentes áreas da nossa jornada espiritual. Os Baianos, regidos por Iansã, são conhecidos por sua capacidade de movimentar e transformar. Sua energia vibrante é usada para impulsionar aqueles que se encontram estagnados ou em situações de bloqueio, ajudando-os a seguir adiante com mais clareza e disposição. Os Boiadeiros, com sua ligação com o Orixá Ogum, atuam em processos de limpeza e proteção, principalmente no trabalho espiritual com os chamados espíritos decaídos, que atormentam os encarnados. São conhecidos pela sua força, coragem e perseverança diante das dificuldades. Os Marinheiros, ligados às águas e às forças do mar de Iemanjá, são conhecidos pelo seu trabalho de limpeza e descarrego espiritual. Sua energia é fluida e adaptável, levando embora as cargas espirituais negativas e trazendo paz e harmonia. Marinheiros “Quantas ondas tem o mar? Quantos grãos têm de areia? Eu vim pra descarregar, sou Marinheiro da mamãe sereia.” (Ponto cantado) Quando os Marinheiros chegam nos Terreiros agem como se estivessem “desembarcando” do mar, também chamado Calunga Grande, gingando pra lá e pra cá, gargalhando e abraçando, “balançando” e cumprimentando todos com fortes apertos de mão. Seus movimentos oscilam como quem está se equilibrando no convés de um navio em alto mar. À primeira vista podem parecer bêbados, mas não se enganem: os Marinheiros não estão embriagados. O que acontece é que, como trabalhadores espirituais ligados às irradiações ondulantes do mar de Iemanjá, eles entram em sintonia com as vibrações desse Orixá, e seus corpos refletem essa energia, indo de um lado para o outro, como se estivessem se ajustando ao balanço do oceano. A Origem dos Marinheiros e sua Missão A Linha dos Marinheiros tem sua origem na vibração da Rainha do Mar, Iemanjá. O corpo do médium, durante a incorporação, sente a força das marés e da arrebentação. Através dos seus “balanços”, os Marinheiros realizam a limpeza espiritual nos Terreiros de Umbanda, principalmente após trabalhos mais pesados. Eles ajudam a descarregar a energia negativa, levando-a para as ondas do mar sagrado, como se estivessem “lavando” o espaço e restaurando a harmonia espiritual. Quando completam esse processo, costumam dizer: “Já lavei o tombadilho (chão do navio). Agora está tudo bem limpo!” A Função dos Marinheiros: Descarrego e Limpeza O trabalho dos Marinheiros é essencial para descarregos espirituais, passes, desenvolvimento de médiuns e outros serviços que envolvem demandas espirituais pesadas. Em Giras mais intensas, como aquelas que envolvem “puxada” de desobsessão, é comum que os Marinheiros sejam chamados para realizar o descarrego do ambiente ao final. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Orixás Não Cultuados na Umbanda | Pacco
Além dos sete Orixás mais conhecidos, existem outros pontos de força da natureza pouco falados na Umbanda. Neste livro, você conhece Exu, Omulu/Obaluaiê, Nanã Buruquê, Ossain, Oxumarê, Euá, Logunedé, Obá, Tempo/Irokô e Ibeji: Orixás presentes em alguns terreiros, mas menos comuns nos cultos de Umbanda. Um convite para entender essas forças espirituais com respeito, dentro da espiritualidade afro-brasileira. Além dos sete Orixás mais conhecidos, existem outros pontos de força da natureza pouco falados na Umbanda. Neste livro, você conhece Exu, Omulu/Obaluaiê, Nanã Buruquê, Ossain, Oxumarê, Euá, Logunedé, Obá, Tempo/Irokô e Ibeji: Orixás presentes em alguns terreiros, mas menos comuns nos cultos de Umbanda. Um convite para entender essas forças espirituais com respeito, dentro da espiritualidade afro-brasileira. Leia um trecho do e-book Aqueles que acreditam nos Orixás devem prestar reverência e ter pensamento de respeito ao entrar na mata, diante da cachoeira, à beira da praia, frente às ondas do mar, no sopé de uma montanha, na calunga pequena, pois entrará no portal dos mundos. Prefácio Junto aos africanos escravizados que aportaram no Brasil chegaram os Orixás, entendidos pelo clero católico como demônios, mas portadores de uma teologia e filosofia ancestrais riquíssimas. No Candomblé, os Orixás são compreendidos como ancestrais divinizados. Na Umbanda, são pontos de força da natureza. Há sete Orixás mais comumente cultuados na Umbanda. Outros são reconhecidos principalmente nas roças de Candomblé, embora em alguns Terreiros também estejam presentes. Conheça neste livro os Orixás não cultuados na Umbanda. Conhecendo os Orixás Orixás na religião de Umbanda são compreendidos como vibrações da natureza, portanto não são deuses como conhecem os irmãos do Candomblé, herdeiros da religião africana em sua forma mais pura. Mesmo tendo concepção distinta e sendo outra religião, mencionamos aqui algumas lendas porque, além de transmitir ensinamentos e reverberar mensagens que de outra forma não seriam compreendidos, também são belíssimas e auxiliam na compreensão dessas forças espirituais. Exu O Intermediário. Só fale com Exu se tiver certeza do que quer . Exu é Orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas. É o mensageiro divino dos oráculos, portões, axé, magia, tempo, força, vigor e sexo. Exu faz a guerra para trazer a paz. Atua sobre a dualidade do homem. A palavra Exu (Èsù), em iorubá, significa “esfera”, ou seja, aquilo que é infinito, que não tem começo nem fim. Exu é sempre o primeiro Nem todos os umbandistas entendem Exu como Orixá, mas, mesmo assim, nas Giras é sempre o primeiro a ser saudado porque representa o movimento que tudo transforma. É fato que nada pode permanecer parado porque aí não há transformação e a falta de movimentos é um sinal de morte. Exu é sempre o primeiro passo em tudo. Na concepção da geração da vida, em sua primeira célula formada, está a vibração de Exu. Depois na multiplicação da célula a vibração passa para Oxum que vai reger o feto até o nascimento, após recebe as vibrações de Yemanjá. É considerado o primeiro, o primogênito, o responsável e grande mestre dos caminhos, aquele que permite a passagem e o início de tudo. A irradiação de Exu Sua irradiação está na alteração do ânimo, na discussão, na divergência, no nervosismo, no medo, no pavor, na falta de controle do ser humano, também está na gargalhada, no riso farto, na alegria incontida, na comunicação. Por exemplo, a energia do feliz e nervoso grito de “gol” é uma manifestação da vibração espiritual de Exu porque significa o desprendimento da tensão contida no peito, é o nervoso transmutado em relaxamento. Exu é a bagunça generalizada e o silêncio completo porque ele é a contradição. É o sim e o não, é a paixão desenfreada e o desprezo absoluto. Exu é a voz, o grito, a comunicação. É a indignação e a resignação, aquele que traz a dor e a felicidade. Campo de Atuação A atenção deste Orixá jamais é voltada para os costumes humanos, moralidade, regras de conduta, conveniência social, ética, nada disso interessa a Exu. Seu campo de atuação é o bem-estar das pessoas, e por vibrar as transformações mostra que cada indivíduo pode se modificar e ser feliz sendo quem é e sendo o que desejar. É a força que estimula as mudanças, independentemente de serem bem-vistas pela sociedade porque ensina o ser humano a se comprometer somente com a própria felicidade. Exu incentiva a mudança Exu nos mostra que há desejos naturais e necessários como comer, beber e dormir, e que há os desejos desnecessários como comer alimentos caros e dormir em lençóis de seda. Ora, se Exu incentiva a mudança tendo como único compromisso a felicidade do ser humano, sem levar em considerações as convenções sociais, os parasitas emocionais logo definem tal força como sendo o “mal”, mas Exu só é o mal para quem teme o espelho. Há um provérbio de Terreiro que diz que “sem Exu não se faz nada” porque é ele que organiza e constitui as forças. Exu pode ser evocado quando precisar de ajuda, quando não souber qual caminho seguir e quando não encontrar solução. Quero Comprar
- Zé Pelintra | Pacco
Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Neste livro sobre Zé Pelintra na Umbanda, você entende sua origem no Catimbó, os símbolos e a moda do malandro, suas três principais representações, a Falange que lidera, os trabalhos espirituais em que atua e as Perguntas Mais Comuns sobre ele. Um livro escrito com carinho, para conhecer de perto o mestre das ruas e guardião dos simples. Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Neste livro sobre Zé Pelintra na Umbanda, você entende sua origem no Catimbó, os símbolos e a moda do malandro, suas três principais representações, a Falange que lidera, os trabalhos espirituais em que atua e as Perguntas Mais Comuns sobre ele. Um livro escrito com carinho, para conhecer de perto o mestre das ruas e guardião dos simples. Leia um trecho do e-book Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Quando ele chega, vem com um gingado que não é só dança: é proteção, equilíbrio e sabedoria de quem já viu muito e aprendeu com cada passo. Neste livro, convido você a conhecer Zé Pelintra de um jeito mais íntimo, como quem senta pra prosear. Vamos falar dele como Guia, como amigo, como mestre espiritual que entende a alma humana. Ele não aparece apenas para dar conselhos: ele chega para levantar quem caiu, clarear caminhos escuros e ensinar que viver também é sorrir, mesmo em tempos difíceis. Cada palavra aqui foi escrita com respeito, fé e gratidão. Porque Zé Pelintra não é só um personagem das giras, ele é presença viva nos Terreiros, nas esquinas da vida, nos corações que o chamam com fé. Ele acolhe sem julgar, ajuda sem alarde e ensina com leveza, como só um verdadeiro malandro de luz sabe fazer. Saravá, Zé Pelintra! O Mestre das Ruas e Guardião dos Simples Zé Pelintra é dessas entidades que, quando chegam, mudam o ambiente inteiro. Só de sentir a presença dele, já dá um alívio no peito e uma esperança nova brota no coração. Ele não fala difícil, não cobra medalha, ele chega com humildade, mas com a força de quem conhece os caminhos e sabe como nos ajudar a atravessá-los. Na Umbanda, Zé Pelintra é um dos Guias mais queridos e respeitados. Seu jeito lembra muito o povo brasileiro: resistente, criativo, bem-humorado e cheio de sabedoria aprendida na marra, no dia a dia. É por isso que ele se aproxima tanto das pessoas, porque fala a língua da vida real. Ele acolhe quem sofre, aconselha quem está perdido, e protege quem o chama com fé. A história de Zé Pelintra tem raízes no Catimbó, prática espiritual nordestina que mistura o saber das ervas, a fé popular e os mistérios dos encantados. Ali, ele já era visto como um Mestre de força, benzedor de alma, curador de corpo e espírito. Com o tempo, sua atuação chegou até os Terreiros de Umbanda, especialmente no Rio de Janeiro, onde sua figura elegante e marcante ganhou ainda mais força. De terno branco, chapéu de lado e sapato alinhado, Zé Pelintra mostra que dignidade não depende de dinheiro, e que fé se veste com honra. Mas não se engane: por trás do charme está um espírito firme, que não tolera injustiça. Ele abre caminhos com coragem, resolve situações difíceis com astúcia, e ensina que viver é também aprender a se virar, sem jamais perder a ética e a dignidade. Zé Pelintra é a mão estendida na hora da queda, o amigo que fala verdades sem machucar, o malandro de luz que sabe a hora de agir e a hora de esperar. Em cada Gira, ele se apresenta do seu jeito, às vezes com riso no rosto, outras vezes sério, mas sempre com respeito. Ele não mede esforços para ajudar, e sua presença é um verdadeiro presente para quem o recebe. E o mais bonito? Ele não faz distinção: acolhe quem tem fé, seja lá qual for a roupa, a cor ou o tamanho da dor. Quero Comprar
- Exu, Pombagira e Exu Mirim | Pacco
Décadas de desinformação criaram uma camada tão espessa de equívocos que muitos umbandistas chegam a ter vergonha dos próprios guardiões. Neste livro sobre o que a Umbanda realmente ensina a respeito dos guardiões da esquerda, você entende Exu, Pomba Gira e Exu Mirim, os princípios de força e vontade, bebidas e oferendas, e encontra um extenso Guia de Dúvidas com temas como preconceito, mediunidade, cores de velas, o que pedir e como pedir, e intolerância religiosa. Décadas de desinformação criaram uma camada tão espessa de equívocos que muitos umbandistas chegam a ter vergonha dos próprios guardiões. Neste livro sobre o que a Umbanda realmente ensina a respeito dos guardiões da esquerda, você entende Exu, Pomba Gira e Exu Mirim, os princípios de força e vontade, bebidas e oferendas, e encontra um extenso Guia de Dúvidas com temas como preconceito, mediunidade, cores de velas, o que pedir e como pedir, e intolerância religiosa. Para quem frequenta terreiro há anos, mas nunca teve coragem de perguntar, e para quem quer saber se o que ouviu falar é verdade. Leia um trecho do e-book Há temas que qualquer pessoa que fale sobre Umbanda em público aprende a reconhecer pela frequência com que surgem. Exu, Pomba Gira e Exu Mirim estão sempre entre eles, não pela simples curiosidade, mas pela quantidade de mal-entendidos que os cercam. Décadas de desinformação, sincretismo forçado e preconceito religioso criaram uma camada tão espessa de equívocos sobre essas entidades que muitos umbandistas chegam a ter vergonha delas. E essa vergonha diz muito: não sobre os guardiões, mas sobre o quanto ainda falta aprender. Este livro foi escrito para quem quer entender de verdade. Para o filho de fé que frequenta terreiro há anos, mas nunca teve coragem de perguntar certas coisas. Para quem chegou à Umbanda recentemente e se depara com práticas que não consegue explicar. Para quem simplesmente ouviu falar mal dessas entidades durante toda a vida e quer saber se é verdade. Força e vontade: dois princípios que movem a vida “Exu fez uma casa sem porteira e sem janela. Ainda não achou morador pra morar nela.” (Ponto cantado) Imagine um domingo preguiçoso: você enrolado no cobertor, o apartamento frio, um filme incrível passando na televisão. De repente, surge uma vontade quase irresistível de comer uma fruta, manga, por exemplo. Mas não tem manga em casa. A mais próxima está a quatro quadras, numa banca de esquina que provavelmente ainda está aberta. O que você faz? Se ficar no cobertor, vai passar a tarde inteira pensando em manga, sem nunca prová-la. Se levantar, se trocar, enfrentar o frio e caminhar até a banca, a manga é sua. O desejo existia nos dois casos. O que mudou não foi o quanto você queria, foi se a vontade de agir acompanhou esse querer. Essa distinção simples ajuda a compreender dois princípios espirituais trabalhados na Umbanda por Exu e Pomba Gira. O desejo, a atração, a expectativa, o anseio que pulsa por dentro, pertence ao campo de Pomba Gira. A vontade, a força que põe o corpo em movimento, que tira do lugar e sustenta a ação até o fim, pertence ao campo de Exu. Um sem o outro não chega a lugar nenhum. O desejo sem vontade se perde em fantasia. A vontade sem desejo não tem direção. Por isso, na compreensão doutrinária, essas duas forças são inseparáveis. Exu, o Senhor do Livre-Arbítrio Exu é trabalhador. Não guardião ornamental, nem figura decorativa, nem entidade de cerimônia. Trabalhador, no sentido mais concreto e exigente da palavra. Atua nas regiões do plano espiritual onde outros guias não chegam, lidando com energias que a maioria não suporta, em situações que exigem firmeza, precisão e profundo conhecimento do ser humano por dentro. Exus, Pomba Giras e Exus Mirins trabalham na escuridão em benefício da Luz. Isso não é contradição, é descrição de uma função necessária. Há sofrimento, há desequilíbrio, há sombra no mundo e no ser humano. Alguém precisa ir até lá. Quero Comprar
- Abô e Amaci | Pacco
O Abô limpa o terreiro do corpo. O Amaci firma o altar da alma. Neste livro sobre dois preparos sagrados da Umbanda, com folhas e águas de força ligadas a cada Orixá, você aprende o que é o Abô e o Amaci, quando e por que são feitos, como preparar passo a passo e a ligação com o orí, a coroa espiritual. Não exige que você seja médium de terreiro; explicações claras e diretas, com base na vivência dos terreiros e na tradição oral da Umbanda. O Abô limpa o terreiro do corpo. O Amaci firma o altar da alma. Neste livro sobre dois preparos sagrados da Umbanda, com folhas e águas de força ligadas a cada Orixá, você aprende o que é o Abô e o Amaci, quando e por que são feitos, como preparar passo a passo e a ligação com o orí, a coroa espiritual. Não exige que você seja médium de terreiro; explicações claras e diretas, com base na vivência dos terreiros e na tradição oral da Umbanda. Leia um trecho do e-book Tudo tem vida, tudo tem axé. Na Umbanda acredita-se que a natureza não é apenas um cenário, mas sim uma entidade viva que nos ensina, cura e transforma. Entre tantos elementos sagrados, a água ocupa um lugar especial: é ela quem purifica, quem leva embora as dores, quem acalma os corações e fortalece o espírito. Da simplicidade de um ramo de manjericão, uma cuia de água fresca ou uma oração feita em silêncio, nasce a cura para muitos males. Quem já vivenciou um banho de ervas bem preparado sabe o quanto ele alivia, renova e fortalece. Neste livro, vamos falar de águas que limpam a alma. De folhas que falam, que ensinam e que vibram conforme cada Orixá. Vamos conversar sobre o Abô e o Amaci, dois preparos sagrados que fazem parte do fundamento espiritual da Umbanda e que são pouco compreendidos fora dos terreiros. Muita gente já ouviu falar, mas não sabe exatamente o que são, quando usar, como preparar ou que cuidados deve ter. A proposta aqui não é criar fórmulas prontas nem rituais engessados. Vamos aprender juntos, passo a passo, como lidar com as folhas para fazer as águas de força, como preparar e utilizar essas ferramentas de cura com respeito, simplicidade e consciência. Este livro não exige que você seja médium de terreiro, ou conhecedor dos Orixás. Pelo contrário: ele foi pensado para quem quer aprender do começo, com explicações claras, diretas, acessíveis. Tudo o que for dito aqui tem base na vivência dos terreiros, na tradição oral, nas práticas da Umbanda e também nas pesquisas cuidadosas que você, leitora ou leitor, merece receber com seriedade. Ao longo dos capítulos, vamos tratar das diferenças entre Abô e Amaci, das folhas específicas para cada Orixá, da ligação com o orí (a coroa espiritual), do silêncio como força e da intenção como condutora do axé. Vamos também falar de ética, de respeito à natureza e de como essas águas devem ser tratadas com propósito. Você está prestes a entrar em um universo de saberes simples e profundos. Aqui, cada folha é uma história, cada banho é um recomeço, e cada água consagrada é uma ponte entre você e o divino. Seja bem-vinda. Seja bem-vindo. Vamos juntos aprender a preparar e a honrar o sagrado que mora na folha e corre na água. *** Na Umbanda, assim como em outras tradições espirituais profundas, não é o gesto mecânico que carrega poder, é a intenção que o move, é o silêncio que o preenche. Quando falamos de rituais com folhas e águas, como o Abô e o Amaci, estamos lidando com forças sutis. E para que essas forças se manifestem com plenitude, precisamos aprender a escutar mais do que falar, sentir mais do que agir, intuir mais do que racionalizar. O silêncio é um elemento ritualístico por excelência. Não o silêncio forçado ou constrangido, mas aquele que nasce do respeito, da escuta, da reverência. O silêncio nos coloca num estado receptivo. Ele nos desliga do mundo externo, barulhento, ansioso, apressado, e nos conecta com o mundo interior, onde mora o axé. Quando preparamos um Abô ou um Amaci, o silêncio é importante. É nesse silêncio que nos concentramos, sentimos a força da folha e colocamos nossa intenção em cada gesto. A mente se acalma, o coração se conecta, e o preparo se transforma num momento de escuta interior e respeito espiritual. E aqui entramos no segundo pilar: a intenção. Nada, absolutamente nada na Umbanda, é feito por fazer. Tudo tem propósito. Desde a escolha das ervas, o horário da colheita, a comunicação com as forças superiores, realizada através de palavras e pensamentos, até o modo de aplicação da água sobre o corpo ou o ambiente. E esse propósito nasce da intenção clara, consciente, amorosa. A intenção é a semente do axé. Quando você está de corpo presente, mas com a mente dispersa ou o coração fechado, a água escorre sem tocar verdadeiramente. Mas quando sua alma está ali, inteira, desejando cura, luz, limpeza, reconexão, a água vibra, a planta responde, o invisível se manifesta. Por isso, ao preparar qualquer água ritual, silencie. Respire. Recolha-se. Fale com a planta. Peça permissão. Agradeça. Quero Comprar
- Aruanda - A Gira de Umbada Revelada | Pacco
Romances mediúnicos umbandistas, onde ficção e doutrina se entrelaçam. Histórias de queda, recomeço e despertar espiritual, com terreiros, Guias, Caboclos, Pretos-Velhos, Exus e Pombas-Giras vividos por personagens que atravessam a dor até encontrar a luz. Já desencarnado, Joel volta à Terra pela primeira vez com seus novos companheiros, e vê o que nenhum olho vivo consegue ver: os Guardiões protegendo o terreiro. Neste romance espiritualista sobre Umbanda, você acompanha Joel numa jornada de queda e recomeço, até se tornar aluno espiritual e testemunhar, do outro lado do véu, como Exus e Pomba Giras protegem uma Gira de Umbanda contra obsessores, Demandantes e espíritos perturbados. Ficção e doutrina se entrelaçam numa história sobre terreiro, Guias espirituais e a luz que aparece quando tudo parece perdido. Leia um trecho do e-book Atravessando as barreiras das dimensões, o grupo avançou deslocando-se devagar e coordenadamente pelo espaço, movendo-se em uma trajetória suave e inclinada. Cada membro do grupo, irradiando sua própria luz e energia particular, chegou em harmonia à frente da Casa de Caridade Pai Antônio da Mata, que se encontrava em uma cidade à beira-mar. De cima, Joel já avistou o imóvel discreto que abrigava o Terreiro, encravado em uma rua sem asfalto, marcada por uma camada de terra compacta que testemunhava o passar dos anos. A casa em si era modesta, de alvenaria desgastada pelo vento salgado do mar e do tempo. Suas paredes externas tinham pintura desbotada e pequenas rachaduras. As casas à sua volta eram espalhadas ao acaso, algumas em melhor estado que outras, revelando a vida modesta nesse canto da cidade. Postes com iluminação fraca margeavam a rua, lançando uma luz débil e amarelada. Entre os postes, uma fila de carros estacionados à beira da rua denunciava a espera paciente dos que ansiavam conversar com os Guias. A cena se desenhava como um reflexo das esperanças que permeavam o coração daqueles que para ali se dirigiram. Enquanto homens e mulheres aguardavam, pacificamente, em fila, a abertura do portão da Casa de Caridade, os Guardiões já estavam posicionados nas ruas próximas ao imóvel. Dezenas de Exus e Pomba Giras circulavam apressadamente, cada um com seus encargos e responsabilidades para fazer a Gira transcorrer sem problemas. Assim que tocaram o solo, os Exus do grupo se separaram imediatamente, cada um seguindo em direção às vielas e esquinas ao redor do Terreiro, cientes de suas atribuições individuais. — Vamos nos separar agora, pois nós, Guardiões, precisamos assumir nossas posições para evitar a proximidade de obsessores que já se avizinham. Eles buscam impedir que a Gira ocorra normalmente, pois não lhes interessa que seus dominados se libertem de suas amarras. Os obsessores procuram influenciar negativamente os participantes da Gira, visando sabotar o trabalho espiritual, causando desordem e conflitos. Por essa razão, é fundamental que, em toda Gira de Umbanda, os trabalhos sejam realizados com métodos de proteção e com a orientação dos Guias e Guardiões do Terreiro. Isso garante que essas entidades insensatas não interfiram no processo e na segurança dos participantes. Como se estivesse lendo a mente de Joel, Exu Tiriri Lonan se apressou em esclarecer: — De fato, vocês não estão vendo os obsessores porque eles ainda não estão em seus campos de visão, mas sabemos que se aproximam devido à baixa vibração emanada por eles. Poucos minutos depois, já se avistava ao longe uma pequena multidão de desencarnados barulhentos e hostis. Do lado de fora do Terreiro, havia uma espécie de rede de energia fechando todas as portas e janelas do imóvel, semelhante a uma teia de aranha que servia de proteção contra entidades perturbadoras. Percebendo a expressão de perplexidade dos alunos do grupo Filhos da Lua, Caboclo Sete Flechas, que estava acompanhando os estudantes, tratou de esclarecer: — Essa rede de proteção energética tem como objetivo impedir a entrada de irmãos desajustados no Terreiro durante a Gira, pois seriam nocivos devido às suas tentativas de causar perturbações e interferências. Em especial, os Exus buscam evitar a entrada dos “Demandantes”, espíritos que procuram demandar justiça ou vingança através da incorporação em médiuns, muitas vezes desviando o trabalho espiritual de seu propósito original. — Espíritos Demandantes? Nunca ouvi falar esse nome antes — disse Nara. — Os “Demandantes” são irmãos e irmãs que, por diferentes razões, continuam presos a sentimentos de injustiça ou desejos de vingança de quando estavam “vivos na carne”. Eles tentam se comunicar ou influenciar os vivos para resolver essas questões pendentes. Muitas vezes, buscam se manifestar através da incorporação em médiuns durante as Giras. Isso pode desviar o foco do trabalho para questões pessoais desses espíritos, em vez de ajudar todos os presentes. Por isso, os Exus criam uma proteção ao redor do Terreiro, para manter essas influências afastadas e garantir que a Gira siga seu propósito de trazer luz e ajuda a todos. — Isso era bem comum em alguns Terreiros que eu visitava, tchê! — revelou Nara. — Infelizmente, ocorre com frequência em muitas casas de Umbanda, devido ao despreparo dos dirigentes. Os Demandantes manifestam-se de maneira insistente e, muitas vezes, perturbadora, buscando a atenção dos médiuns ou dos frequentadores. — Mas que barbaridade... por que eles fazem isso? — Esses irmãos geralmente têm demandas pessoais não resolvidas de sua vida terrena. Outros têm questões psicológicas que os perturbam. Quero Comprar
- Benzimentos de Pretos Velhos | Pacco
As entidades da Umbanda podem ser chamadas com palavras que brotam do coração. Neste livro de benzimentos e rezas da Umbanda, você encontra orações para purificar o ambiente, pedir cura, orientação e desenvolver a mediunidade, além de preces para a abertura da gira e a chamada dos Orixás e das Entidades. Um guia de devoção, com o benzimento dos 4 elementos e a oração de fechamento de corpo dos Pretos-Velhos, para rezar com fé e humildade. As entidades da Umbanda podem ser chamadas com palavras que brotam do coração. Neste livro de benzimentos e rezas da Umbanda, você encontra orações para purificar o ambiente, pedir cura, orientação e desenvolver a mediunidade, além de preces para a abertura da gira e a chamada dos Orixás e das Entidades. Um guia de devoção, com o benzimento dos 4 elementos e a oração de fechamento de corpo dos Pretos-Velhos, para rezar com fé e humildade. Leia um trecho do e-book As entidades trabalhadoras da Umbanda podem ser invocadas nos Terreiros onde ocorrem os trabalhos espirituais da Umbanda, nos quais os médiuns incorporam as entidades e realizam sessões de atendimento espiritual. Esses locais são propícios para invocar e receber a presença das entidades. Além disso, as entidades podem ser invocadas por meio de orações e preces direcionadas a elas. Existem diversas orações específicas para cada entidade, que podem ser recitadas com devoção e fé. No entanto, também é possível chamá-las de forma simples, usando palavras que brotem do coração. Ter um altar doméstico é outra forma pessoal de invocar as entidades. Nele, você pode colocar imagens, velas, flores e objetos relacionados às entidades com as quais deseja se conectar. Realizar orações e preces diárias, dedicando um tempo para se conectar com as entidades, também é uma maneira de pedir proteção e auxílio. A meditação e a visualização são outros métodos para entrar em contato com as energias das entidades. Concentre-se mentalmente, imagine a entidade em sua presença e estabeleça uma conexão espiritual com ela. Ao invocar os Guias para auxiliar nos benzimentos, é importante ter uma intenção clara e sincera. É essencial que haja humildade e gratidão em seu coração. Quero Comprar
- Tudo Sobre os Exus | Pacco
Ser médium não é um título, é uma missão. Neste guia prático para médiuns da Umbanda, você aprende a invocar e trabalhar com os Exus, entende velas, rogativas e oferendas, e conhece as especialidades de Exus como Tranca Rua das Almas, Sete Encruzilhadas, Tiriri, Caveira e Veludo. Um livro escrito com simplicidade e respeito, para tirar dúvidas de quem já vivencia a gira e de quem ainda nem sabe que é médium. Ser médium não é um título, é uma missão. Neste guia prático para médiuns da Umbanda, você aprende a invocar e trabalhar com os Exus, entende velas, rogativas e oferendas, e conhece as especialidades de Exus como Tranca Rua das Almas, Sete Encruzilhadas, Tiriri, Caveira e Veludo. Um livro escrito com simplicidade e respeito, para tirar dúvidas de quem já vivencia a gira e de quem ainda nem sabe que é médium. Leia um trecho do e-book A Umbanda é uma escola viva de aprendizado, transformação e amor. Quem trilha esse caminho espiritual sabe que nada acontece por acaso, e que a mediunidade é uma das ferramentas mais preciosas que podemos desenvolver para servir ao próximo e crescer internamente. Este livro foi escrito com o coração voltado aos médiuns da Umbanda: aos iniciantes que chegam com dúvidas e receios, aos caminhantes que já vivenciam a gira, aos que buscam respostas, e também àqueles que ainda nem sabem que são médiuns. Aqui, vamos conversar com simplicidade, clareza e muito respeito. Vamos tirar dúvidas, oferecer orientações e compartilhar experiências. Falaremos sobre velas, rogativas, oferendas, Exus, cuidados espirituais e, principalmente, sobre responsabilidade. Conheça os Exus Os Exus na Umbanda são entidades espirituais com funções específicas, e cada um atua em áreas diferentes, como se fossem especialistas dentro de uma grande equipe espiritual. Essas especialidades definem o campo de atuação de cada Exu, áreas em que eles têm mais força, sabedoria e domínio. Por exemplo: Exu Tranca Rua das Almas é conhecido por atuar com as energias da proteção, da justiça e do equilíbrio. É uma entidade firme, muito procurada por quem precisa se defender de ataques espirituais ou resolver conflitos difíceis. Exu Sete Encruzilhadas trabalha com a sabedoria, a intuição e os caminhos espirituais. Costuma ser invocado quando alguém precisa tomar decisões importantes, fortalecer a fé ou compreender mais profundamente a si mesmo. Quando a gente compreende as especialidades de cada Exu, fica mais fácil buscar auxílio da forma certa, com foco e respeito. É como procurar um médico especialista para cada tipo de dor. Exu Veludo Exu Veludo é uma entidade muito respeitada na Umbanda, conhecido por sua elegância, inteligência e grande habilidade em lidar com situações complexas. Seu nome remete à suavidade com que atua, sempre com sabedoria e equilíbrio. Ao mesmo tempo, é firme quando precisa ser, mostrando que elegância também pode caminhar junto com autoridade espiritual. Conta-se que, em vida, Exu Veludo foi um homem astuto e bem articulado, talvez até mesmo um príncipe africano em algumas tradições. Depois de passar por profundas provações, inclusive o cativeiro, transformou suas dores em aprendizado e hoje atua na espiritualidade como guia dos que precisam de orientação firme, mas justa. Seu olhar é penetrante, sua fala é envolvente, e sua presença é marcante. Não há como ignorá-lo quando chega. É comum que se manifeste com roupas de veludo preto ou vermelho, chapéu alinhado e sapatos bem lustrados. Mas sua maior característica não está na aparência externa, e sim na nobreza de sua atuação. Exu Veludo é visto como um diplomata da espiritualidade, que sabe acalmar os ânimos e harmonizar até os ambientes mais tensos. Quero Comprar
- A Metamorfose | Pacco
Leia A Metamorfose, de Franz Kafka, em tradução contemporânea de Eliana Pacco: português claro e fluido, fiel à força do original. Numa manhã comum, o caixeiro-viajante Gregor Samsa acorda transformado num inseto monstruoso, e sua maior aflição não é a nova forma, mas chegar atrasado ao trabalho. Um clássico perturbador sobre alienação, família e o valor de uma pessoa quando ela deixa de ser útil. Leia um trecho do e-book Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado de costas, tão duras que pareciam revestidas de metal, e ao levantar um pouco a cabeça viu o abdômen arredondado, com uma coloração castanha e dividido em partes encurvadas, endurecidas, sobre o qual o cobertor dificilmente mantinha a posição e estava a ponto de escorregar. Comparadas com o resto do corpo, as inúmeras perninhas, que eram ridiculamente finas, agitavam-se frenéticas diante de seus olhos. — Que me aconteceu? — pensou. Não era nenhum sonho. O quarto, um comum quarto humano bastante simples, ali estava, como de costume, entre as quatro paredes que lhe eram familiares. Por cima da mesa onde estava deitado, desembrulhada e em completa desordem, várias amostras de roupas: Samsa era caixeiro-viajante. Estava pendurada a fotografia que recentemente recortara de uma revista ilustrada e colocara numa vistosa moldura dourada. Mostrava uma senhora, de chapéu e estola de peles, rigidamente sentada, exibindo ao espectador um enorme regalo de peles, onde o antebraço sumia! Gregor desviou então a vista para a janela e distinguiu o céu nublado. Ouvia os pingos de chuva batendo na calha da janela e isso o fez sentir-se bastante melancólico. Não seria melhor dormir um pouco e esquecer todo este delírio? — pensou. Mas era impossível, estava habituado a dormir para o lado direito e, na presente situação, não podia virar-se. Por mais que se esforçasse para inclinar o corpo para a direita, tornava sempre a virar, ficando de costas. Tentou, pelo menos, cem vezes, fechando os olhos para evitar ver as perninhas a debaterem-se, e só desistiu quando começou a sentir no flanco uma ligeira dor entorpecida que nunca antes experimentara. — Oh, meu Deus, pensou, que trabalho tão cansativo escolhi! Viajar, dia sim, dia não. É um trabalho muito mais irritante do que o trabalho do escritório propriamente dito, e ainda por cima há ainda o desconforto de estar sempre viajando, preocupado com as baldeações dos trens, com a cama e com as refeições irregulares, com encontros casuais, que são sempre novos e nunca se tornam amigos íntimos. Diabos levem tudo isto! Sentiu uma leve comichão na barriga; arrastou-se lentamente sobre as costas, mais para cima na cama, de modo a conseguir mexer mais facilmente a cabeça, e identificou o local da comichão que estava rodeado de uma série de pequenas manchas brancas cuja natureza não compreendeu no momento, e fez menção de tocar lá com uma perna, mas imediatamente a retirou, pois, ao seu contato, sentiu-se percorrido por um arrepio gelado. Voltou a deixar-se escorregar para a posição inicial. A família ainda não sabe o que há atrás da porta. O que acontece quando eles descobrem é o coração do livro. Quero Comprar
- Laroyê, Exu. Mojubá! | Pacco
Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Leia um trecho do e-book Nota Introdutória Este livro é dedicado à força de Exu, o Guardião que abre caminhos, protege, ensina e transforma. Neste livro trago reflexões e ensinamentos voltados para todos que desejam compreender quem é Exu, tanto como Orixá de origem africana quanto como entidade espiritual na Umbanda. Falamos sobre suas origens, símbolos, atuações, ensinamentos e a importância do respeito à diversidade religiosa. Aqui, o objetivo é oferecer conhecimento com simplicidade, desmistificando e esclarecendo com verdade. Este livro foi escrito com linguagem acessível, direta e respeitosa, para que cada leitura seja também um passo de aprendizado e despertar. Laroyê, Exu! Que ele abra seus caminhos com luz e verdade. *** Exu não é o diabo É fundamental reforçar: Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem da visão cristã imposta durante o período colonial, que rotulou como “do mal” tudo o que não se encaixava na sua teologia. A figura do demônio pertence à tradição cristã, e não existe nas religiões africanas. Nas tradições afro-brasileiras, Exu é parte do sagrado. É energia que movimenta, guia que orienta, ponte que liga o mundo espiritual ao mundo dos homens. É justiça, transformação e proteção. Infelizmente, até hoje, Exu sofre preconceito e desinformação. Mas quem conhece sua verdadeira essência, sabe que ele é um dos maiores aliados espirituais que alguém pode ter. *** Perguntas e Respostas O que é linha de esquerda na Umbanda? Na Umbanda, a linha da esquerda é formada por entidades que lidam com energias densas, pesadas, que exigem firmeza e autoridade para serem transformadas. São guardiões que atuam diretamente na limpeza espiritual, corte de demandas, desbloqueio de caminhos e enfrentamento de forças negativas. Exus e Pombagiras fazem parte dessa linha, e sua missão é ajudar, com disciplina, amor e verdade, aqueles que os procuram. Por que pecado e diabo não fazem parte das religiões afro-brasileiras? Porque essas tradições não trabalham com os mesmos conceitos do cristianismo. A ideia de “pecado”, “culpa” ou “castigo eterno” não existe nesse contexto. Em vez disso, fala-se em equilíbrio, responsabilidade, ancestralidade e respeito à natureza e à coletividade. As religiões afro-brasileiras não impõem medo, mas ensinam que tudo que fazemos volta para nós, pelo bem ou pelo mal. O que importa é viver com consciência, respeito e verdade. A espiritualidade afro-brasileira valoriza a individualidade? Sim. Cada pessoa tem um caminho próprio, um Orixá de cabeça, uma missão individual. Mas essa liberdade está sempre acompanhada da responsabilidade. O importante é viver em paz com os outros, com a comunidade, com a natureza e com o mundo espiritual. Quero Comprar
- Organização, Cargos, Práticas na Umbanda | Pacco
Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Leia um trecho do e-book Este livro nasceu da vontade de organizar e explicar, com simplicidade, o funcionamento interno básico de um Terreiro de Umbanda, desde a liderança espiritual até o som do atabaque que embala os pontos cantados. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre compreende o que está acontecendo ali, quem são as pessoas que conduzem a cerimônia ou por que a música tem tanta força. Pensando nisso, reuni aqui informações simples e essenciais. Você vai conhecer o papel de cada dirigente espiritual, o Pai de Santo, a Mãe de Santo, o Pai Pequeno, a Mãe Pequena, e entender como se estrutura a hierarquia no Terreiro. Vai descobrir também a importância do Cambone, do Curimbeiro (ou Ogã), do atabaque e da engoma. Falo também sobre a força da música na Umbanda. Os pontos cantados não são apenas canções, são orações em forma de melodia, carregadas de axé e intenção. Para explicar: Ponto de Ogum Iara Uma das questões que surge com frequência é a interpretação de certos versos de Pontos Terrenos, como o exemplo do Ponto de Ogum Iara. “Se meu pai é Ogum, vencedor de demanda, Quando vem de Aruanda é pra salvar filhos de Umbanda. Ogum, Ogum, Ogum Iara, Salve os campos de batalha, salve a Sereia do Mar.” A dúvida surge ao se deparar com a frase “Salve os campos de batalha”, o que poderia ser interpretado como uma exaltação à violência. O Ponto de Ogum Iara defende a violência? Não, a Umbanda não defende e jamais incentivaria a violência. A música que exalta Ogum Iara e menciona “salve os campos de batalha” deve ser entendida de maneira simbólica. O termo “campos de batalha” refere-se às lutas internas que todos enfrentam no dia a dia. Essas batalhas não são físicas, mas sim espirituais e emocionais. O que representa os “campos de batalha” no contexto do Ponto de Ogum Iara? Os “campos de batalha” representam a luta constante do ser humano contra suas próprias imperfeições. Trata-se da luta interna para superar vícios, inclinações negativas e desafios pessoais, como inveja, ciúmes, apegos e mesquinharias. Essas batalhas internas são necessárias para o crescimento espiritual, e, ao vencer essas dificuldades, o indivíduo se aproxima da Luz, encontra a paz interior e, consequentemente, a harmonia nas relações familiares e sociais. Por que o Ponto de Ogum Iara é considerado uma homenagem ao Orixá e não à violência? Ogum é um Orixá de força, coragem e superação. Sua representação está ligada ao enfrentamento das adversidades e à vitória sobre os obstáculos da vida. Ao saudar os “campos de batalha”, o Ponto faz referência ao caminho de luta espiritual e pessoal que todos precisam trilhar, e não a uma glorificação da violência externa. A Sereia do Mar, mencionada no ponto, saúda Iemanjá, simbolizando a serenidade e a purificação das águas, representando a busca pelo equilíbrio e pela paz. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
