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- Livraria João-de-barro | Leilão de Imóveis
Leilão de Imóveis COMPRE AGORA Mora fora e quer investir no Brasil? O passo a passo para arrematar à distância, com procuração, documentos e pagamento explicados. Aprenda a ler cada documento do imóvel antes de dar o lance. Este manual mostra como analisar a papelada do leilão da Caixa e evitar as armadilhas mais comuns. COMPRE AGORA O guia completo do leilão da Caixa, do começo ao fim. Você aprende as modalidades de venda, como calcular o custo real da compra, o que olhar no edital e como pagar, com desconto de até 50% em alguns casos. Feito para quem nunca arrematou e quer o caminho inteiro em um só lugar, em linguagem simples e com exemplos em reais. COMPRE AGORA Antes de dar o lance, você precisa saber ler a papelada. Este manual mostra, documento por documento, o que conferir na matrícula, no edital e na situação do imóvel para não cair em cilada. É o passo a passo prático da análise, pensado para quem compra para morar ou alugar e quer decidir com segurança. COMPRE AGORA O passo a passo da arrematação em leilão judicial. Aprenda a analisar cada documento do processo antes do lance e evite as armadilhas do leilão judicial. Aprenda a analisar cada documento do processo antes de dar o lance e evite as armadilhas. COMPRE AGORA Por que o dinheiro some? é um guia prático de finanças para quem trabalha por conta, tem MEI aberto ou comanda um pequeno negócio sem ter estudado contabilidade. Escrito em linguagem simples, com exemplos reais e valores em reais, ele explica o que acontece com o dinheiro do seu negócio desde o momento em que entra até o momento em que some. compre agora Este guia mostra, passo a passo, como deixar o WhatsApp atendendo sozinho enquanto você trabalha, dorme ou cuida do resto. Sem programador e sem mensalidade cara. Linguagem simples e direta, para quem tem pouco tempo e quer resultado rápido. Este guia coloca seu atendimento para trabalhar 24 horas por dia. compre agora Você vende pelo Instagram e perde tempo respondendo as mesmas perguntas. Talvez tenha uma loja pequena, um ateliê, uma barbearia, um serviço de entrega. Você não é programador e não pretende ser. Quer resolver o "qual o preço?" e o "vocês entregam aqui?" sem ficar preso ao celular. compre agora O Dr. Eduardo Valença explica como usar ferramentas como ChatGPT e Claude com prompts jurídicos prontos para: ✔ Criação de petição com inteligência artificial ✔ Resumo de processos extensos ✔ Análise preliminar de contratos ✔ Revisão de textos jurídicos ✔ Pesquisa jurídica organizada ✔ Planejamento de estratégia processual compre agora Antes de qualquer livro de motivação que você já leu, existiu este. Escrito em 1910 por Wallace D. Wattles, "A Ciência de Ficar Rico" é a origem de praticamente tudo o que se escreveu depois sobre mentalidade de prosperidade. Foi a base declarada de obras que venderam milhões de cópias no século seguinte. E, mais de cem anos depois, o texto continua atual, porque fala de algo que não muda: o modo como você pensa decide o que você constrói.
- Corvo Preto Editora | Terror, Gótico, Mistérios e Romantasy
Terror-Gótico-Mistérios Um clássico sobre vigilância e controle da sociedade. Uma obra impactante que revela os limites da liberdade e do medo. Qero ler um trecho Uma fábula poderosa sobre poder e manipulação. Uma crítica intensa que revela como estruturas de controle se constroem e se mantêm. Qero ler um trecho Clássico perturbador sobre isolamento. Uma narrativa que expõe fragilidades humanas e questiona o sentido da existência. Qero ler um trecho O clássico de Bram Stoker reescrito: sangue, desejo e terror gótico numa versão renovada do mito imortal. Qero ler um trecho Um homem sente uma presença invisível tomando sua mente, e não sabe se enfrenta um ser sobrenatural ou a própria loucura. Qero ler um trecho O Retrato de Dorian Gray é uma das obras mais controversas e fascinantes da literatura mundial. Edição rara. Qero ler um trecho Uma expedição à Antártida encontra ruínas e horrores anteriores ao homem. Não olhe além das montanhas. Qero ler um trecho Numa vila esquecida, algo monstruoso cresce nas colinas. O véu entre os mundos está prestes a rasgar. Qero ler um trecho Nas profundezas do oceano, um deus adormecido sonha. Ao despertar, trará a loucura ao mundo. Qero ler um trecho Uma cidade litorânea guarda um segredo ancestral e aquático. Quem chega a Innsmouth nunca mais sai. Qero ler um trecho A história real do Poltergeist de Suzano / São Paulo: pedras caindo sozinhas, móveis pegando fogo e um dos casos paranormais mais documentados do Brasil. Qero ler um trecho Se você tem curiosidade sobre vida extraterrestre, contato alienígena ou a história real por trás dos relatos mais documentados do século XX, este livro foi escrito para você. Qero ler um trecho O que aconteceu na cidade de Lins, interior de São Paulo, em um sanatório, foi investigado pela Força Aérea Brasileira e arquivado como caso oficial. Nunca foi explicado. Qero ler um trecho Qero ler um trecho Qero ler um trecho Qero ler um trecho Qero ler um trecho Em 1973, numa sala com quatrocentos hansenianos dentro de um leprosário em Minas Gerais, um médium recebeu de um espírito a fórmula de uma pomada. Qero ler um trecho
- Pacco Publishing & Media
Espiritualidade, autoconhecimento e Obras Temáticas Negócios, Imóveis, Manuais Práticos e Leilões Literatura Clássica, traduções autorais, mistérios e gótico PACCO media
- Livros sobre Orixás – Umbanda e Candomblé
Livros sobre Orixás na Umbanda e no Candomblé: atributos, oferendas, cores, rituais e filhos de santo. Títulos para iniciantes e praticantes. Umbanda e Espiritualidade Livro 1 Se você quer entender a Umbanda de verdade, sem complicação, sem mistificação e sem preconceito, este é o seu livro de entrada. Leia um trecho Livro 2 Um guia claro para compreender a mediunidade na Umbanda. Apresenta fundamentos e caminhos para desenvolver seus dons com equilíbrio. Leia um trecho Livro 3 Um convite ao autoconhecimento através dos Orixás. Descubra como suas energias influenciam sua vida e sua evolução espiritual. Leia um trecho Livro 4 Cada gesto no Terreiro tem significado. Ritos, cantos e elementos formam uma liturgia viva que conecta o material ao espiritual com propósito. Leia um trecho Ervas na prática espiritual. Descubra como preparar banhos, defumações e rituais para limpeza, proteção e equilíbrio energético. Leia um trecho Um romance espiritual que emociona e revela os mistérios da Umbanda. Uma história envolvente sobre fé e transformação. Leia um trecho Um guia de dúvidas com mais de 80 perguntas reais sobre identidade, práticas, mediunidade, ética e racismo religioso. Leia um trecho Ela ri, dança, fuma e não pede desculpas. Tudo o que você sempre quis saber sobre Pomba Gira, sem preconceito, com respeito. Leia um trecho Um conteúdo direto para compreender o trabalho dos Exus. Aprenda sua atuação com segurança, respeito e consciência espiritual. Leia um trecho Descubra a essência de Zé Pelintra, entidade de luz e proteção. Conheça sua atuação como guia e defensor dos caminhos. Leia um trecho Conheça Exu de forma clara e respeitosa. Um guia que revela sua verdadeira atuação, desmistificando e mostrando sua importância. Leia um trecho Uma visão clara sobre os rituais, símbolos e práticas sagradas que sustentam a tradição e fortalecem a conexão espiritual. Leia um trecho Um guia essencial que apresenta a estrutura do Terreiro, explicando funções, responsabilidades e a vivência prática dentro da Umbanda. Leia um trecho Uma reflexão sobre as origens da Umbanda e seus mistérios. O livro convida a olhar além da história conhecida e explorar sentidos mais profundos. Leia um trecho Explore o significado dos elementos sagrados, suas funções espirituais e como atuam na proteção e no equilíbrio energético. Leia um trecho Entenda o verdadeiro significado das oferendas, seus fundamentos espirituais e como são utilizadas com consciência dentro da Umbanda. Leia um trecho Conheça os gestos, posturas e comportamentos que expressam respeito, disciplina e harmonia dentro da prática umbandista. Leia um trecho Você vai aprender o significado simbólico e espiritual de cada ritual, as folhas indicadas para cada Orixá e cada finalidade. Leia um trecho Queimar ervas é conhecimento: saber o que cada planta faz e por que a sequência importa. Um guia prático. Leia um trecho Descubra como as energias dos Orixás influenciam sua vida. Um caminho para entender suas vibrações e alinhar sua jornada espiritual. Leia um trecho Compreenda as forças que acompanham sua jornada espiritual. Este guia revela o papel dos Orixás que atuam desde o nascimento. Leia um trecho Orixás pouco conhecidos dentro da Umbanda. Entenda sua importância, simbolismo e força espiritual. Leia um trecho Conheça os principais Orixás cultuados na Umbanda. Entenda suas forças, características e como atuam na vida espiritual. Leia um trecho Entenda a organização espiritual das linhas de trabalho. Conheça as funções e hierarquias que sustentam a atuação dos guias. Leia um trecho Conheça a força, a alegria e a sabedoria dessas entidades. Cada linha atua trazendo proteção, movimento e equilíbrio na vida espiritual. Leia um trecho
- Ritos, Liturgia e Sacramentos na Umbanda | Pacco
Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade. Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade. Leia um trecho do e-book Os rituais são gestos, palavras, pensamentos, ações e cerimônias que auxiliam a união com o sagrado. Os rituais da Umbanda são ferramentas que nos conectam aos Guias e Orixás. Não são necessários aos protetores, porém são fundamentais como apoio mental aos homens e mulheres que pretendem se conectar ao sacro, de modo a entrar em contato com realidades diversas que não se consegue através da mente “regular”. Quando na Umbanda se realizam rituais, em grupo ou individualmente, há uma ligação com campo antigo da consciência, acessa-se um espaço sagrado para a passagem de energia, e se torna real a “ponte invisível” entre o mundo da matéria e o espiritual. Os Fundamentos do Umbanda Fundamento é o princípio sobre o qual se apoia e se desenvolve a religião de Umbanda. O conjunto de regras básicas de organização e funcionamento da religião se chama Fundamento. Toda religião possui um conjunto de gestos, palavras e formalidades utilizados de maneira simbólica, aos quais se dá o nome de Ritual. Na Umbanda os rituais variam de Terreiro para Terreiro na forma, mas são iguais no conteúdo. Agressões aos umbandistas Sempre que um umbandista nos pergunta como deve agir quando é agredido por pessoas de outras religiões, aconselhamos que os ignore. Aquele que agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites impostos pelo seu reduzido entendimento da religião. Quem agride sabe da doutrina, mas nada sabe do Amor. Nem desconfia o quanto está distante do Cristo. É merecedor de compaixão, pois perde a oportunidade de se encontrar com o Criador que Se comunica por vários caminhos e fala por diferentes mensageiros. Sabemos o quanto é difícil ouvir diretores de outras religiões atacando impunemente a Umbanda, usando como escudo a liberdade de expressão. Para julgar outras religiões é preciso saber julgar a sua, para julgar os homens é preciso ter a grandeza de primeiro julgar a si mesmo, mas há aquele que toma a própria opinião por medida exclusiva do bom e do mau. Fanático religioso Fanático é aquele incapaz de admitir o mundo a partir de ponto de vista diferente do que elegeu como absoluto para sua vida. Deste modo seu universo se divide entre o bem e o mal, sendo que o bem são as suas escolhas e preferências, e o mal é a escolha dos outros que não são iguais as suas. O fanático religioso critica tanto a religião alheia porque sua crença não pode ser questionada ou abalada no intercâmbio com outras formas de fé. O maníaco coloca todas as esperanças em sua visão particular, e outra interpretação abala suas pequenas certezas. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Filhos de Ogum | Pacco
Ogum. Apenas dizer esse nome já faz o peito se encher de força. Neste livro sobre os filhos de Ogum, o Orixá guerreiro, senhor da lei e da justiça na Umbanda, você entende os traços de personalidade, a relação com a justiça e a verdade, o espírito de liderança, os desafios da impulsividade e a vida amorosa de quem tem Ogum como Orixá de Frente. Com origem, sincretismo com São Jorge, símbolos, oferendas e mensagens de Ogum, para quem se reconhece filho ou filha do guerreiro. Ogum. Apenas dizer esse nome já faz o peito se encher de força. Neste livro sobre os filhos de Ogum, o Orixá guerreiro, senhor da lei e da justiça na Umbanda, você entende os traços de personalidade, a relação com a justiça e a verdade, o espírito de liderança, os desafios da impulsividade e a vida amorosa de quem tem Ogum como Orixá de Frente. Com origem, sincretismo com São Jorge, símbolos, oferendas e mensagens de Ogum, para quem se reconhece filho ou filha do guerreiro. Leia um trecho do e-book Quem é, de verdade, esse Orixá que carrega a espada, que abre caminhos, que luta por justiça e protege seus filhos com tanta intensidade? Este livro nasceu do desejo de conversar com você, que sente Ogum pulsar na sua vida, que talvez nem saiba explicar direito por que, mas se emociona ao ouvir seu ponto cantado, que se arrepia ao ver a imagem de São Jorge sobre o cavalo branco. Nas páginas a seguir, não há fórmulas nem verdades absolutas. Há relatos, experiências, ensinamentos e reflexões sobre essa energia tão presente na espiritualidade afro-brasileira e no coração de quem carrega sua força. Este livro é para filhos de Ogum, para curiosos, para devotos, para quem já o conhece de longa data ou para quem está dando seus primeiros passos no caminho da fé. Que Ogum abra seus caminhos, proteja sua alma e fortaleça sua missão. Axé! *** A Personalidade dos Filhos de Ogum Falar sobre a personalidade dos filhos de Ogum é mergulhar em um universo de força, coragem e intensidade. Eles têm uma presença marcante, daquelas que ninguém esquece. Quando chegam, não passam despercebidos. E não é por querer chamar atenção, é porque a energia deles simplesmente pulsa, vibra, se impõe. A mente dos filhos de Ogum é prática e objetiva. São pessoas que pensam rápido, tomam decisões com firmeza e não gostam de rodeios. Se há um problema, querem logo encontrar a solução. No coração, são intensos. Quando gostam, gostam de verdade. Quando confiam, entregam-se por completo. Mas quando se decepcionam, aí a dor é funda. Os filhos de Ogum não se permitem viver pela metade. Tudo neles é inteiro: o amor, a amizade, a fé, a entrega. Por serem tão diretos, às vezes são mal interpretados. Algumas pessoas os acham bravos, duros, secos. Mas por trás dessa casca firme, existe uma alma sensível, que sofre com o que é errado e se magoa com a falsidade. Só que, ao invés de chorar para o mundo, eles recolhem a dor e seguem lutando. Outra característica forte é o senso de responsabilidade. Os filhos de Ogum costumam ser aqueles em quem os outros confiam para resolver as coisas. São trabalhadores, sérios, comprometidos. Apesar da rigidez, muitos têm um humor sarcástico, uma forma direta de dizer verdades que às vezes surpreende, mas também arranca sorrisos. No fundo, o que mais desejam é viver com dignidade, proteger os seus, caminhar com honra e deixar um legado de força e justiça. Os filhos de Ogum são, acima de tudo, guerreiros de alma. Quero Comprar
- Linhas e Guias de Trabalho | Pacco
Um Preto Velho ligado a Ogum não é o mesmo que um Preto Velho ligado a Oxum. A energia do Orixá muda a forma como o Guia trabalha. Neste livro sobre as Linhas de Trabalho da Umbanda, você entende como Caboclos, Pretos Velhos, Baianos e outros Guias se manifestam sob a influência de cada Orixá, de Ogum a Omulu, com exemplos práticos e Perguntas e Respostas. Um livro para entender a lógica por trás de quem trabalha com você no terreiro. Um Preto Velho ligado a Ogum não é o mesmo que um Preto Velho ligado a Oxum. A energia do Orixá muda a forma como o Guia trabalha. Neste livro sobre as Linhas de Trabalho da Umbanda, você entende como Caboclos, Pretos Velhos, Baianos e outros Guias se manifestam sob a influência de cada Orixá, de Ogum a Omulu, com exemplos práticos e Perguntas e Respostas. Um livro para entender a lógica por trás de quem trabalha com você no terreiro. Leia um trecho do e-book Na Umbanda, a palavra “Guia” pode ter dois significados principais, e a diferenciação entre eles depende do contexto. Os Guias espirituais (no masculino): são entidades que trabalham na Umbanda, como Caboclos, Pretos Velhos, Erês, Exus, Pombagiras, entre outros. As guias de contas (no feminino): são colares ritualísticos usados pelos médiuns e praticantes da Umbanda como símbolos de proteção, conexão espiritual e firmeza energética. A Umbanda é uma religião espiritualista que se baseia na comunicação com entidades de luz, visando promover a caridade e oferecer auxílio aos necessitados. Dentro dessa tradição, as Linhas de Trabalho representam diferentes agrupamentos espirituais, cada um com características, vibrações e formas de atuação próprias. Essas Linhas organizam o trabalho espiritual, direcionando as energias que regem os atendimentos nos Terreiros. Cada Linha está associada a um Orixá e se manifesta por meio de Guias Espirituais, entidades que já viveram na Terra, evoluíram e se tornaram instrumentos de auxílio e bem. A importância das Linhas de Trabalho da Umbanda está na diversidade de energias que elas trazem. Enquanto algumas Linhas atuam na cura, outras se dedicam à proteção, à abertura de caminhos, à resolução de conflitos ou à elevação espiritual. Exemplos práticos As energias dos Orixás são forças poderosas que guiam os Guias da Umbanda em sua missão de auxiliar e orientar os necessitados. Cada Orixá possui uma vibração única que influencia como os Guias se manifestam, trazendo soluções e orientações para as mais diversas situações da vida. Preto Velho na Vibração de Ogum Quando um Preto Velho, que é tradicionalmente visto como um espírito de sabedoria, aconselhamento e cura, está ligado à energia de Ogum, ele pode manifestar essas mesmas qualidades, mas com uma ênfase diferente, devido à vibração da força e coragem associada ao Orixá Ogum. Ogum é o Orixá da guerra, da luta e da força, e sua energia é marcada pela determinação, coragem e resistência diante de desafios. Quando um Preto Velho atua sob essa vibração, ele transmite os ensinamentos e conselhos de sabedoria típicos de sua Linha, mas de uma forma mais voltada para a ação e enfrentamento de dificuldades. Exemplo: um Preto Velho ligado à energia de Ogum pode dar orientações sobre como a pessoa deve ter coragem para enfrentar adversidades, lutar pelas suas conquistas e superar obstáculos com firmeza. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Gestuais e Saudações na Umbanda | Pacco
O Caboclo chega com firmeza, ajoelhado, punhos batendo no peito. O Preto Velho chega curvado, devagar, com a sabedoria de quem já viveu muito. Neste livro sobre os gestos e saudações da Umbanda, você entende o significado da postura na defumação, a saudação à Tronqueira, ao Gongá, aos Atabaques, e aprende a reconhecer como cada Linha de trabalho chega na incorporação, de Caboclos a Iemanjá. Um livro para que o gesto deixe de ser imitação e vire reverência de verdade. O Caboclo chega com firmeza, ajoelhado, punhos batendo no peito. O Preto Velho chega curvado, devagar, com a sabedoria de quem já viveu muito. Neste livro sobre os gestos e saudações da Umbanda, você entende o significado da postura na defumação, a saudação à Tronqueira, ao Gongá, aos Atabaques, e aprende a reconhecer como cada Linha de trabalho chega na incorporação, de Caboclos a Iemanjá. Um livro para que o gesto deixe de ser imitação e vire reverência de verdade. Leia um trecho do e-book Na Umbanda, palavras e gestos têm grande valor. Eles não são feitos apenas por hábito ou tradição: carregam força espiritual, respeito e intenção. Ainda assim, muitos filhos e filhas de fé apenas repetem aquilo que veem os mais antigos fazendo, sem entender o porquê de cada gesto. A linguagem do corpo, como o olhar, a posição das mãos, o tom da voz, a forma de caminhar ou vestir, diz muito mais do que palavras. E dentro da Umbanda, isso é levado a sério. Um gesto pode expressar humildade, fé, devoção, proteção ou até um pedido silencioso de ajuda. O corpo fala antes da palavra Quem frequenta um terreiro com atenção logo percebe que cada Linha de trabalho tem uma forma própria de chegar. Os gestos da incorporação não são aleatórios, cada um deles tem um significado dentro da energia que aquela Entidade traz. Caboclos O Caboclo chega com firmeza. No primeiro momento da incorporação, é comum que o médium se ajoelhe com uma perna à frente, numa postura de guerreiro. Os punhos fechados batem no peito, gesto que ancora a incorporação e ativa o centro de força do médium. Alguns Caboclos chegam com um brado forte e o dedo indicador apontado para cima ou para frente, afirmando sua presença e sua missão. Pretos-Velhos A chegada do Preto Velho é o oposto em aparência, mas igual em profundidade. O corpo se curva, os passos ficam lentos, os ombros descem. Não é fraqueza, é a sabedoria de quem já viveu muito e não precisa de nenhuma demonstração de força. Às vezes chegam com as mãos para trás, outras vezes apoiados em um cajado invisível. Erês (Crianças) Os Erês chegam como crianças de verdade: pulando, batendo palmas, rindo. Alguns chegam chorando, o que também tem função: é uma forma de realizar um descarrego na corrente ou num consulente específico. A aparente agitação é sempre intencional. Entidades de Iansã Chegam em pé, com a mão direita aberta e levantada à altura do ombro, como quem comanda o vento. O brado é vibrante e forte. Entidades de Iemanjá As mãos se movem com as palmas voltadas para baixo, num ondular suave e contínuo, o movimento das águas do mar. A chegada costuma ser acompanhada de um canto longo e melodioso. Entidades de Ogum Os braços se movem simulando o manejo de uma espada. A chegada é enérgica e vem acompanhada de um brado curto e firme. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Como Interpretar os Nomes dos Guias | Pacco
Orixá não se explica com pressa. Orixá se sente, se vive, se escuta no sopro do vento, no calor do fogo, na força da terra. Neste guia prático sobre os nomes dos Guias na Umbanda, você aprende a chave interpretativa que liga verbos e elementos do nome de um Guia ao Orixá correspondente, com exemplos de Pretos Velhos, Pombogiras e Exus, além de um Dicionário Simbólico completo. Um livro pequeno e direto, para nunca mais ficar sem entender de onde vem a força de um nome. Orixá não se explica com pressa. Orixá se sente, se vive, se escuta no sopro do vento, no calor do fogo, na força da terra. Neste guia prático sobre os nomes dos Guias na Umbanda, você aprende a chave interpretativa que liga verbos e elementos do nome de um Guia ao Orixá correspondente, com exemplos de Pretos Velhos, Pombogiras e Exus, além de um Dicionário Simbólico completo. Um livro pequeno e direto, para nunca mais ficar sem entender de onde vem a força de um nome. Leia um trecho do e-book Orixá não se explica com pressa. Orixá se sente, se vive, se escuta no sopro do vento, no calor do fogo, na força da terra e no cantar das águas. Cada folha, cada som, cada símbolo que cruza nosso caminho pode carregar a presença de um deles, sutil ou vibrante, silenciosa ou arrebatadora. Este pequeno guia nasceu do desejo de reunir, em palavras simples, os símbolos que nos aproximam dos Orixás. São objetos, cores, elementos da natureza e gestos do cotidiano que, muitas vezes, passam despercebidos, mas que estão carregados de axé e significado. Não espere encontrar aqui fórmulas ou verdades absolutas. O que você vai encontrar são pontes, caminhos simbólicos para entender melhor as energias que te cercam e que, talvez sem saber, já te acompanham há muito tempo. Cada palavra desse glossário é uma semente. E cada Orixá, um jardim inteiro. Chave Interpretativa Existe uma forma de entender melhor os nomes das Entidades que atuam nas Linhas de Trabalho da Umbanda. Há uma espécie de “chave interpretativa”, que consiste em relacionar corretamente os elementos contidos nos nomes simbólicos aos Orixás correspondentes. Na Umbanda, os nomes das entidades espirituais frequentemente incluem verbos ou ações que indicam sua função ou ligação com determinados Orixás. Essa relação ajuda a compreender melhor a atuação de cada guia espiritual. Levam Abre no nome Entidades com “Abre” no nome, como “Abre-Caminhos”, estão associadas a Ogum, o Orixá conhecido por abrir caminhos e remover obstáculos. Exemplo: Caboclo Abre-Caminhos. Orixá relacionado: Ogum. Por quê? Ogum é quem abre os caminhos, remove os obstáculos, vence na força da espada. Quando uma entidade tem “abre” no nome, ela está manifestando essa energia. Atuação: destravar a vida da pessoa, abrir oportunidades, trazer movimento. Nomes que indicam Romper Nomes que incluem “Rompe”, como “Rompe-Mato”, também se relacionam a Ogum, indicando a ação de superar barreiras. Exemplo: Caboclo Rompe-Mato. Orixá relacionado: Ogum, com energia das matas (Oxóssi). Por quê? “Romper o mato” significa abrir caminho onde parece não haver passagem. É ação direta, de coragem. Atuação: quebra feitiços, corta energias presas, traz força para enfrentar desafios. Levam Trancar no nome Entidades com “Tranca” no nome, como “Tranca-Ruas”, estão ligadas a Exu, o guardião dos caminhos e encruzilhadas, responsável por abrir ou fechar caminhos conforme necessário. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- A Anunciação da Umbanda | Pacco
A história que você conhece não é a história completa. Neste livro sobre a origem da Umbanda, você encontra a versão oficial (Caboclo das Sete Encruzilhadas, Zélio de Moraes) e a pesquisa acadêmica que revela uma origem bem diferente da que se conta, com base nos estudos da antropóloga Diana Brown. Um livro que também enfrenta de frente o preconceito da igreja católica e das igrejas neopentecostais contra a Umbanda. Para quem não tem medo da verdade completa. A Umbanda não nasceu para os pobres. A Umbanda não nasceu para os negros. A história que você conhece não é a história completa. Neste livro sobre a origem da Umbanda, você encontra a versão oficial (Caboclo das Sete Encruzilhadas, Zélio de Moraes) e a pesquisa acadêmica que revela uma origem bem diferente da que se conta, com base nos estudos da antropóloga Diana Brown. Um livro que também enfrenta de frente o preconceito da igreja católica e das igrejas neopentecostais contra a Umbanda. Para quem não tem medo da verdade completa. Leia um trecho do e-book A história da Umbanda, muitas vezes contada de forma simples, esconde vários detalhes interessantes e importantes. Um estudo pioneiro da antropóloga americana Diana Brown revela uma visão diferente sobre a religião, que muitos não conhecem. Durante o doutorado na Universidade Columbia, Diana Brown se interessou pelas religiões afro-brasileiras. Com uma bolsa da Fundação Ford, ela viajou ao Rio de Janeiro e passou cinco meses morando no Jacarezinho, uma das maiores favelas da cidade. Quando chegou ao Rio de Janeiro em 1966, ela acreditava que a Umbanda era uma prática religiosa voltada para os negros pobres. No entanto, durante sua pesquisa, ela se surpreendeu ao descobrir que a Umbanda não era uma religião das classes baixas, mas algo bem presente entre a classe média. A Umbanda não nasceu para os pobres A Umbanda, quando surgiu, foi majoritariamente adotada por membros da classe média, incluindo pessoas que trabalhavam no comércio, na burocracia do governo, nas forças armadas, além de profissionais como jornalistas, professores e advogados. Isso desafia a ideia de que a Umbanda foi criada exclusivamente para atender aos negros e pobres. A Umbanda não nasceu para os negros A antropóloga cita uma foto dos fundadores da Umbanda, tirada em 1941, onde 15 dos 17 homens que aparecem na imagem são brancos, com apenas dois mulatos e nenhum negro. E também nenhuma mulher. Entre os fundadores, muitos eram antigos praticantes do espiritismo. Mas a rigidez das práticas e o tom excessivamente teórico do espiritismo não os satisfaziam mais. Centros de Macumba Em busca de algo mais dinâmico e prático, passaram a frequentar os centros de Macumba nas favelas do Rio e de Niterói, onde encontraram um tipo de espiritualidade mais intensa, com a incorporação de espíritos e divindades de origem africana e indígena. No entanto, esses mesmos ex-kardecistas, ao se envolverem com a Macumba, também não aceitavam tudo que viam. Eles não gostavam de certos rituais, como os sacrifícios de animais, nem da presença de espíritos como os Exus, que eram considerados “negativos”. Deste modo, apesar de buscarem um culto mais vibrante, também queriam se distanciar das práticas de feitiçaria, “embranquecer” e “limpar” a religião de tudo o que fosse visto como “africano”. Isso gerou a ideia da “Umbanda Branca”, uma versão mais palatável da religião, que misturava a mediunidade e a reencarnação do espiritismo kardecista com o catolicismo e os princípios da caridade. Os rituais foram adaptados para agradar aos novos adeptos, afastando-se dos sacrifícios de animais, das danças e toques de tambores, e principalmente da invocação dos Exus. Estes últimos, que antes eram vistos com desconfiança, foram reinterpretados e hoje são compreendidos de forma mais positiva. Como vamos ver em seguida, a Umbanda é uma religião cheia de camadas, com uma história rica e complexa, que mistura a influência da classe média, o espiritismo e as tradições afro-brasileiras. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Baianos, Boiadeiros, Marinheiros | Pacco
Quantas ondas tem o mar? Quantos grãos têm de areia? Neste livro sobre três Linhas de Trabalho da Umbanda, você entende os Baianos, regidos por Iansã, os Boiadeiros, ligados a Ogum, e os Marinheiros, ligados a Iemanjá, suas histórias, funções e ensinamentos, com Perguntas e Respostas para cada linha. Um livro para reconhecer essas entidades quando chegam ao terreiro, e entender por que trabalham do jeito que trabalham. Quantas ondas tem o mar? Quantos grãos têm de areia? Neste livro sobre três Linhas de Trabalho da Umbanda, você entende os Baianos, regidos por Iansã, os Boiadeiros, ligados a Ogum, e os Marinheiros, ligados a Iemanjá, suas histórias, funções e ensinamentos, com Perguntas e Respostas para cada linha. Um livro para reconhecer essas entidades quando chegam ao terreiro, e entender por que trabalham do jeito que trabalham. Leia um trecho do e-book A Umbanda é uma religião que abraça uma pluralidade de forças espirituais, todas com propósitos específicos de ajudar na evolução do ser humano. Cada Linha de Trabalho dentro da Umbanda representa um aspecto da natureza, da vida e da proteção divina, e as entidades que a compõem atuam de forma singular em nossas vidas. Entre elas, destacam-se os Baianos, os Boiadeiros e os Marinheiros, três entidades que, com suas energias distintas, oferecem auxílio em diferentes áreas da nossa jornada espiritual. Os Baianos, regidos por Iansã, são conhecidos por sua capacidade de movimentar e transformar. Sua energia vibrante é usada para impulsionar aqueles que se encontram estagnados ou em situações de bloqueio, ajudando-os a seguir adiante com mais clareza e disposição. Os Boiadeiros, com sua ligação com o Orixá Ogum, atuam em processos de limpeza e proteção, principalmente no trabalho espiritual com os chamados espíritos decaídos, que atormentam os encarnados. São conhecidos pela sua força, coragem e perseverança diante das dificuldades. Os Marinheiros, ligados às águas e às forças do mar de Iemanjá, são conhecidos pelo seu trabalho de limpeza e descarrego espiritual. Sua energia é fluida e adaptável, levando embora as cargas espirituais negativas e trazendo paz e harmonia. Marinheiros “Quantas ondas tem o mar? Quantos grãos têm de areia? Eu vim pra descarregar, sou Marinheiro da mamãe sereia.” (Ponto cantado) Quando os Marinheiros chegam nos Terreiros agem como se estivessem “desembarcando” do mar, também chamado Calunga Grande, gingando pra lá e pra cá, gargalhando e abraçando, “balançando” e cumprimentando todos com fortes apertos de mão. Seus movimentos oscilam como quem está se equilibrando no convés de um navio em alto mar. À primeira vista podem parecer bêbados, mas não se enganem: os Marinheiros não estão embriagados. O que acontece é que, como trabalhadores espirituais ligados às irradiações ondulantes do mar de Iemanjá, eles entram em sintonia com as vibrações desse Orixá, e seus corpos refletem essa energia, indo de um lado para o outro, como se estivessem se ajustando ao balanço do oceano. A Origem dos Marinheiros e sua Missão A Linha dos Marinheiros tem sua origem na vibração da Rainha do Mar, Iemanjá. O corpo do médium, durante a incorporação, sente a força das marés e da arrebentação. Através dos seus “balanços”, os Marinheiros realizam a limpeza espiritual nos Terreiros de Umbanda, principalmente após trabalhos mais pesados. Eles ajudam a descarregar a energia negativa, levando-a para as ondas do mar sagrado, como se estivessem “lavando” o espaço e restaurando a harmonia espiritual. Quando completam esse processo, costumam dizer: “Já lavei o tombadilho (chão do navio). Agora está tudo bem limpo!” A Função dos Marinheiros: Descarrego e Limpeza O trabalho dos Marinheiros é essencial para descarregos espirituais, passes, desenvolvimento de médiuns e outros serviços que envolvem demandas espirituais pesadas. Em Giras mais intensas, como aquelas que envolvem “puxada” de desobsessão, é comum que os Marinheiros sejam chamados para realizar o descarrego do ambiente ao final. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Orixás Não Cultuados na Umbanda | Pacco
Além dos sete Orixás mais conhecidos, existem outros pontos de força da natureza pouco falados na Umbanda. Neste livro, você conhece Exu, Omulu/Obaluaiê, Nanã Buruquê, Ossain, Oxumarê, Euá, Logunedé, Obá, Tempo/Irokô e Ibeji: Orixás presentes em alguns terreiros, mas menos comuns nos cultos de Umbanda. Um convite para entender essas forças espirituais com respeito, dentro da espiritualidade afro-brasileira. Além dos sete Orixás mais conhecidos, existem outros pontos de força da natureza pouco falados na Umbanda. Neste livro, você conhece Exu, Omulu/Obaluaiê, Nanã Buruquê, Ossain, Oxumarê, Euá, Logunedé, Obá, Tempo/Irokô e Ibeji: Orixás presentes em alguns terreiros, mas menos comuns nos cultos de Umbanda. Um convite para entender essas forças espirituais com respeito, dentro da espiritualidade afro-brasileira. Leia um trecho do e-book Aqueles que acreditam nos Orixás devem prestar reverência e ter pensamento de respeito ao entrar na mata, diante da cachoeira, à beira da praia, frente às ondas do mar, no sopé de uma montanha, na calunga pequena, pois entrará no portal dos mundos. Prefácio Junto aos africanos escravizados que aportaram no Brasil chegaram os Orixás, entendidos pelo clero católico como demônios, mas portadores de uma teologia e filosofia ancestrais riquíssimas. No Candomblé, os Orixás são compreendidos como ancestrais divinizados. Na Umbanda, são pontos de força da natureza. Há sete Orixás mais comumente cultuados na Umbanda. Outros são reconhecidos principalmente nas roças de Candomblé, embora em alguns Terreiros também estejam presentes. Conheça neste livro os Orixás não cultuados na Umbanda. Conhecendo os Orixás Orixás na religião de Umbanda são compreendidos como vibrações da natureza, portanto não são deuses como conhecem os irmãos do Candomblé, herdeiros da religião africana em sua forma mais pura. Mesmo tendo concepção distinta e sendo outra religião, mencionamos aqui algumas lendas porque, além de transmitir ensinamentos e reverberar mensagens que de outra forma não seriam compreendidos, também são belíssimas e auxiliam na compreensão dessas forças espirituais. Exu O Intermediário. Só fale com Exu se tiver certeza do que quer . Exu é Orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas. É o mensageiro divino dos oráculos, portões, axé, magia, tempo, força, vigor e sexo. Exu faz a guerra para trazer a paz. Atua sobre a dualidade do homem. A palavra Exu (Èsù), em iorubá, significa “esfera”, ou seja, aquilo que é infinito, que não tem começo nem fim. Exu é sempre o primeiro Nem todos os umbandistas entendem Exu como Orixá, mas, mesmo assim, nas Giras é sempre o primeiro a ser saudado porque representa o movimento que tudo transforma. É fato que nada pode permanecer parado porque aí não há transformação e a falta de movimentos é um sinal de morte. Exu é sempre o primeiro passo em tudo. Na concepção da geração da vida, em sua primeira célula formada, está a vibração de Exu. Depois na multiplicação da célula a vibração passa para Oxum que vai reger o feto até o nascimento, após recebe as vibrações de Yemanjá. É considerado o primeiro, o primogênito, o responsável e grande mestre dos caminhos, aquele que permite a passagem e o início de tudo. A irradiação de Exu Sua irradiação está na alteração do ânimo, na discussão, na divergência, no nervosismo, no medo, no pavor, na falta de controle do ser humano, também está na gargalhada, no riso farto, na alegria incontida, na comunicação. Por exemplo, a energia do feliz e nervoso grito de “gol” é uma manifestação da vibração espiritual de Exu porque significa o desprendimento da tensão contida no peito, é o nervoso transmutado em relaxamento. Exu é a bagunça generalizada e o silêncio completo porque ele é a contradição. É o sim e o não, é a paixão desenfreada e o desprezo absoluto. Exu é a voz, o grito, a comunicação. É a indignação e a resignação, aquele que traz a dor e a felicidade. Campo de Atuação A atenção deste Orixá jamais é voltada para os costumes humanos, moralidade, regras de conduta, conveniência social, ética, nada disso interessa a Exu. Seu campo de atuação é o bem-estar das pessoas, e por vibrar as transformações mostra que cada indivíduo pode se modificar e ser feliz sendo quem é e sendo o que desejar. É a força que estimula as mudanças, independentemente de serem bem-vistas pela sociedade porque ensina o ser humano a se comprometer somente com a própria felicidade. Exu incentiva a mudança Exu nos mostra que há desejos naturais e necessários como comer, beber e dormir, e que há os desejos desnecessários como comer alimentos caros e dormir em lençóis de seda. Ora, se Exu incentiva a mudança tendo como único compromisso a felicidade do ser humano, sem levar em considerações as convenções sociais, os parasitas emocionais logo definem tal força como sendo o “mal”, mas Exu só é o mal para quem teme o espelho. Há um provérbio de Terreiro que diz que “sem Exu não se faz nada” porque é ele que organiza e constitui as forças. Exu pode ser evocado quando precisar de ajuda, quando não souber qual caminho seguir e quando não encontrar solução. Quero Comprar
- Zé Pelintra | Pacco
Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Neste livro sobre Zé Pelintra na Umbanda, você entende sua origem no Catimbó, os símbolos e a moda do malandro, suas três principais representações, a Falange que lidera, os trabalhos espirituais em que atua e as Perguntas Mais Comuns sobre ele. Um livro escrito com carinho, para conhecer de perto o mestre das ruas e guardião dos simples. Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Neste livro sobre Zé Pelintra na Umbanda, você entende sua origem no Catimbó, os símbolos e a moda do malandro, suas três principais representações, a Falange que lidera, os trabalhos espirituais em que atua e as Perguntas Mais Comuns sobre ele. Um livro escrito com carinho, para conhecer de perto o mestre das ruas e guardião dos simples. Leia um trecho do e-book Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Quando ele chega, vem com um gingado que não é só dança: é proteção, equilíbrio e sabedoria de quem já viu muito e aprendeu com cada passo. Neste livro, convido você a conhecer Zé Pelintra de um jeito mais íntimo, como quem senta pra prosear. Vamos falar dele como Guia, como amigo, como mestre espiritual que entende a alma humana. Ele não aparece apenas para dar conselhos: ele chega para levantar quem caiu, clarear caminhos escuros e ensinar que viver também é sorrir, mesmo em tempos difíceis. Cada palavra aqui foi escrita com respeito, fé e gratidão. Porque Zé Pelintra não é só um personagem das giras, ele é presença viva nos Terreiros, nas esquinas da vida, nos corações que o chamam com fé. Ele acolhe sem julgar, ajuda sem alarde e ensina com leveza, como só um verdadeiro malandro de luz sabe fazer. Saravá, Zé Pelintra! O Mestre das Ruas e Guardião dos Simples Zé Pelintra é dessas entidades que, quando chegam, mudam o ambiente inteiro. Só de sentir a presença dele, já dá um alívio no peito e uma esperança nova brota no coração. Ele não fala difícil, não cobra medalha, ele chega com humildade, mas com a força de quem conhece os caminhos e sabe como nos ajudar a atravessá-los. Na Umbanda, Zé Pelintra é um dos Guias mais queridos e respeitados. Seu jeito lembra muito o povo brasileiro: resistente, criativo, bem-humorado e cheio de sabedoria aprendida na marra, no dia a dia. É por isso que ele se aproxima tanto das pessoas, porque fala a língua da vida real. Ele acolhe quem sofre, aconselha quem está perdido, e protege quem o chama com fé. A história de Zé Pelintra tem raízes no Catimbó, prática espiritual nordestina que mistura o saber das ervas, a fé popular e os mistérios dos encantados. Ali, ele já era visto como um Mestre de força, benzedor de alma, curador de corpo e espírito. Com o tempo, sua atuação chegou até os Terreiros de Umbanda, especialmente no Rio de Janeiro, onde sua figura elegante e marcante ganhou ainda mais força. De terno branco, chapéu de lado e sapato alinhado, Zé Pelintra mostra que dignidade não depende de dinheiro, e que fé se veste com honra. Mas não se engane: por trás do charme está um espírito firme, que não tolera injustiça. Ele abre caminhos com coragem, resolve situações difíceis com astúcia, e ensina que viver é também aprender a se virar, sem jamais perder a ética e a dignidade. Zé Pelintra é a mão estendida na hora da queda, o amigo que fala verdades sem machucar, o malandro de luz que sabe a hora de agir e a hora de esperar. Em cada Gira, ele se apresenta do seu jeito, às vezes com riso no rosto, outras vezes sério, mas sempre com respeito. Ele não mede esforços para ajudar, e sua presença é um verdadeiro presente para quem o recebe. E o mais bonito? Ele não faz distinção: acolhe quem tem fé, seja lá qual for a roupa, a cor ou o tamanho da dor. Quero Comprar



