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  • Falangeiros, Capangueiros e Guia Chefe | Pacco

    Orixá, Falangeiro, Capangueiro: entender essa hierarquia espiritual muda o jeito de olhar para o terreiro. Neste livro sobre a estrutura espiritual da Umbanda, você entende o que são Falangeiros e Capangueiros, com exemplos como Ogum Beira-Mar, Ogum Megê e Ogum Rompe-Mato, além do papel do Guia Chefe. Explicações claras, com uma analogia militar que torna tudo fácil de entender, sem nenhuma conotação de violência. Orixá, Falangeiro, Capangueiro: entender essa hierarquia espiritual muda o jeito de olhar para o terreiro. Neste livro sobre a estrutura espiritual da Umbanda, você entende o que são Falangeiros e Capangueiros, com exemplos como Ogum Beira-Mar, Ogum Megê e Ogum Rompe-Mato, além do papel do Guia Chefe. Explicações claras, com uma analogia militar que torna tudo fácil de entender, sem nenhuma conotação de violência. Leia um trecho do e-book Neste livro, você aprenderá que, na Umbanda, um Falangeiro é reconhecido como tal porque recebe o nome do Orixá seguido de um “sobrenome” especial, que representa a falange (ou legião) que ele lidera. Por exemplo, Ogum Beira-Mar é um Falangeiro de Ogum. É importante entender que cada Falangeiro lidera apenas sua própria falange e não comanda os outros Falangeiros. Ou seja, Ogum Beira-Mar lidera sua falange, e dentro dela existem espíritos que se apresentam com nomes específicos, como Ogum Sete Ondas, Ogum Sete Mares, entre outros. Esses nomes representam variações dentro da mesma vibração de Beira-Mar, mas eles não são Falangeiros independentes. Para facilitar a compreensão de como funcionam os Falangeiros e Capangueiros dentro da Umbanda, podemos fazer uma analogia com uma tropa militar. Imagine que o Orixá seja o comandante supremo, como se fosse o marechal de um exército, a figura de liderança maior. Os Falangeiros seriam os generais, ou seja, são as entidades espirituais de alta autoridade e responsabilidade. Eles são os responsáveis por comandar e orientar as outras entidades espirituais que trabalham com o Orixá e que estão sob sua direção. Abaixo dos Falangeiros, temos os Capangueiros, que podem ser comparados aos soldados ou operacionais dessa tropa. Eles são os espíritos desencarnados que se manifestam fisicamente no Terreiro, com a missão de realizar o trabalho prático e direto com os médiuns e assistidos. Embora, na analogia, os Capangueiros sejam comparados a soldados, essa comparação é apenas para ilustrar a hierarquia e o tipo de tarefa que eles executam; não há nenhuma conotação de violência ou beligerância em seu trabalho espiritual. O que são Falangeiro e Capangueiro Falangeiro, também conhecido como Orixá Menor, é uma entidade de alta autoridade espiritual que segue as orientações de um Orixá. Os Falangeiros são os líderes das legiões espirituais que atuam em sintonia com a energia do Orixá ao qual estão subordinados. Esses espíritos, quando incorporados nos médiuns nos Terreiros, não se comunicam verbalmente, não usam bebidas ou fumo, e não participam de consultas com os assistidos. Sua principal função é trabalhar pela harmonia do ambiente espiritual do Terreiro, removendo energias negativas e promovendo o progresso e o equilíbrio dos médiuns que ali atuam. O Capangueiro, por sua vez, é um espírito desencarnado que segue a orientação direta de um Falangeiro. Essas entidades são as que se manifestam fisicamente nos Terreiros, interagindo com os assistidos, oferecendo consultas e utilizando elementos como fumo e bebidas, quando necessário. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Livros sobre Orixás – Umbanda e Candomblé

    Livros sobre Orixás na Umbanda e no Candomblé: atributos, oferendas, cores, rituais e filhos de santo. Títulos para iniciantes e praticantes. Umbanda e Espiritualidade Livro 1 Se você quer entender a Umbanda de verdade, sem complicação, sem mistificação e sem preconceito, este é o seu livro de entrada. Leia um trecho Livro 2 Um guia claro para compreender a mediunidade na Umbanda. Apresenta fundamentos e caminhos para desenvolver seus dons com equilíbrio. Leia um trecho Livro 3 Um convite ao autoconhecimento através dos Orixás. Descubra como suas energias influenciam sua vida e sua evolução espiritual. Leia um trecho Livro 4 Cada gesto no Terreiro tem significado. Ritos, cantos e elementos formam uma liturgia viva que conecta o material ao espiritual com propósito. Leia um trecho Ervas na prática espiritual. Descubra como preparar banhos, defumações e rituais para limpeza, proteção e equilíbrio energético. Leia um trecho Um romance espiritual que emociona e revela os mistérios da Umbanda. Uma história envolvente sobre fé e transformação. Leia um trecho Um guia de dúvidas com mais de 80 perguntas reais sobre identidade, práticas, mediunidade, ética e racismo religioso. Leia um trecho Ela ri, dança, fuma e não pede desculpas. Tudo o que você sempre quis saber sobre Pomba Gira, sem preconceito, com respeito. Leia um trecho Um conteúdo direto para compreender o trabalho dos Exus. Aprenda sua atuação com segurança, respeito e consciência espiritual. Leia um trecho Descubra a essência de Zé Pelintra, entidade de luz e proteção. Conheça sua atuação como guia e defensor dos caminhos. Leia um trecho Conheça Exu de forma clara e respeitosa. Um guia que revela sua verdadeira atuação, desmistificando e mostrando sua importância. Leia um trecho Uma visão clara sobre os rituais, símbolos e práticas sagradas que sustentam a tradição e fortalecem a conexão espiritual. Leia um trecho Um guia essencial que apresenta a estrutura do Terreiro, explicando funções, responsabilidades e a vivência prática dentro da Umbanda. Leia um trecho Uma reflexão sobre as origens da Umbanda e seus mistérios. O livro convida a olhar além da história conhecida e explorar sentidos mais profundos. Leia um trecho Explore o significado dos elementos sagrados, suas funções espirituais e como atuam na proteção e no equilíbrio energético. Leia um trecho Entenda o verdadeiro significado das oferendas, seus fundamentos espirituais e como são utilizadas com consciência dentro da Umbanda. Leia um trecho Conheça os gestos, posturas e comportamentos que expressam respeito, disciplina e harmonia dentro da prática umbandista. Leia um trecho Você vai aprender o significado simbólico e espiritual de cada ritual, as folhas indicadas para cada Orixá e cada finalidade. Leia um trecho Queimar ervas é conhecimento: saber o que cada planta faz e por que a sequência importa. Um guia prático. Leia um trecho Descubra como as energias dos Orixás influenciam sua vida. Um caminho para entender suas vibrações e alinhar sua jornada espiritual. Leia um trecho Compreenda as forças que acompanham sua jornada espiritual. Este guia revela o papel dos Orixás que atuam desde o nascimento. Leia um trecho Orixás pouco conhecidos dentro da Umbanda. Entenda sua importância, simbolismo e força espiritual. Leia um trecho Conheça os principais Orixás cultuados na Umbanda. Entenda suas forças, características e como atuam na vida espiritual. Leia um trecho Entenda a organização espiritual das linhas de trabalho. Conheça as funções e hierarquias que sustentam a atuação dos guias. Leia um trecho Conheça a força, a alegria e a sabedoria dessas entidades. Cada linha atua trazendo proteção, movimento e equilíbrio na vida espiritual. Leia um trecho

  • PombaGira, Minha Comadre, Saravá! | Pacco

    Pomba Gira não pede desculpas por ser o que é. E talvez seja exatamente isso que tanto incomoda. Neste livro em perguntas e respostas sobre Pomba Gira na Umbanda, você entende quem ela é de verdade, sem romantização e sem demonização: de onde vem seu nome, por que ela não é “Exu com saia”, e outras questões reais feitas por médiuns, iniciantes e curiosos. Doutrina, prática e história, para quem quer abandonar o preconceito e entender a Rainha das Encruzilhadas. Pomba Gira não pede desculpas por ser o que é. E talvez seja exatamente isso que tanto incomoda. Neste livro em perguntas e respostas sobre Pomba Gira na Umbanda, você entende quem ela é de verdade, sem romantização e sem demonização: de onde vem seu nome, por que ela não é “Exu com saia”, e outras questões reais feitas por médiuns, iniciantes e curiosos. Doutrina, prática e história, para quem quer abandonar o preconceito e entender a Rainha das Encruzilhadas. Leia um trecho do e-book Nota da Autora Escrever sobre Pomba Gira é, antes de qualquer coisa, um ato de respeito. Respeito por uma entidade que carrega, na própria existência, tudo aquilo que a sociedade aprendeu a temer nas mulheres: a liberdade sem pedido de licença, a sensualidade sem vergonha, a risada que não se contém, a palavra que não se engole. Pomba Gira não pede desculpas por ser o que é. E talvez seja exatamente isso que tanto incomoda. Este livro nasceu de perguntas reais, feitas por pessoas reais: médiuns experientes que nunca pararam para pensar no porquê de certas coisas, iniciantes que chegaram ao terreiro cheios de dúvidas e sem coragem de perguntar, e curiosos que viram uma Pomba Gira trabalhar uma vez e não conseguiram mais esquecer. Aqui você não vai encontrar romantização. Também não vai encontrar demonização. O que vai encontrar é Umbanda, doutrina, prática, história e, acima de tudo, verdade. Pomba Gira não é o que o preconceito diz que ela é. Mas para entender o que ela realmente é, antes será preciso estar disposto a abandonar o que achava que sabia. Rogativa às Pombogiras Salve as Rainhas das Encruzilhadas, as que guardam os caminhos e conhecem os segredos da noite. Salve as que dançam sem pedir permissão e riem sem explicar o motivo. Salve Maria Padilha, rainha entre as rainhas, que abre as portas com um sorriso e fecha com um olhar. Salve Maria Mulambo, que recolhe o que o mundo jogou fora e transforma em força o que era abandono. Salve Sete Saias, que gira e não para, porque o movimento é a sua natureza. Salve Maria Navalha, precisa e certeira, que corta o que precisa ser cortado sem hesitação. Salve todas as Pombogiras, as das estradas e das almas, as dos cemitérios e das encruzilhadas, as que trabalham na luz da vela vermelha e as que velam em silêncio sobre os seus. Que vossas gargalhadas afastem o que é baixo. Que vossas saias varram o que é pesado. Que vossas rosas perfumem os caminhos de quem vos busca com o coração limpo. Saravá, Comadre! De onde vem esse nome? O nome causa estranheza logo de início. Pomba: uma ave associada à paz, à pureza, ao Divino Espírito Santo no imaginário cristão. Gira: o nome das sessões da Umbanda, mas também o próprio movimento circular, a roda que gira. Como essas duas palavras chegaram juntas para nomear uma entidade tão marcada pela força e pela transgressão? A explicação mais aceita é que o nome tem origem em termos africanos dos povos bantos, como Mpambu Nzila, uma entidade ligada às encruzilhadas e ao trânsito entre mundos, cultuada em regiões do Congo e de Angola. Apesar do nome, não tem relação com a ave. O que importa saber é que o nome carrega movimento. Carrega travessia. Carrega a ideia de algo que não se fixa, que circula entre mundos, que conhece todas as encruzilhadas porque já passou por todas elas. Ela não é Exu com saia “Pomba Gira é o feminino de Exu”. Essa é uma definição que se ouve muito nos terreiros. Ela não está errada, mas está incompleta. E pode confundir se for tomada ao pé da letra. Pomba Gira e Exu pertencem à mesma corrente de trabalho. Ambos cuidam das encruzilhadas, ambos fazem a ponte entre o plano espiritual e o humano, ambos trabalham com os desejos, as vontades e os caminhos da vida. Nesse sentido, são energias que se completam. Mas Pomba Gira não é simplesmente Exu com saia. Ela tem a sua própria identidade, os seus próprios arquétipos, a sua própria missão. Exu carrega com mais força a energia da vontade, o impulso, a ação, a abertura de caminhos. Pomba Gira trabalha com mais intensidade no campo do desejo, das relações, da autoestima e do poder pessoal. Dizer que Pomba Gira é “o feminino de Exu” é apressado demais. É como dizer que Iansã é “o feminino de Xangô” só porque os dois trabalham com a tempestade. Uma coisa é serem complementares. Outra é serem a mesma coisa. Quero Comprar

  • 1984 | Pacco

    Leia 1984, de George Orwell, em tradução contemporânea de Eliana Pacco: português claro e fluido, fiel à força do original. O clássico distópico do Grande Irmão, do duplipensamento e da Polícia das Ideias, sobre vigilância, controle e a busca por liberdade. Winston Smith vive num regime que controla até os pensamentos e decide se rebelar. Leia um trecho do e-book Era um dia frio e luminoso de abril, e os relógios davam 13 horas. Winston Smith, o queixo enfiado no peito em esforço para esquivar-se do vento cruel, passou depressa pelas portas de vidro das Mansões Victory, mas não tão depressa que evitasse a entrada de uma lufada de poeira arenosa junto com ele. O vestíbulo cheirava a repolho cozido e a velhos capachos de pano trançado. Numa das extremidades, um pôster colorido, grande demais para ambientes fechados, estava pregado na parede. Mostrava simplesmente um rosto enorme, com mais de um metro de largura: o rosto de um homem de uns quarenta e cinco anos, de bigodão preto e feições rudemente agradáveis. Winston avançou para a escada. Não adiantava tentar o elevador. Mesmo quando tudo ia bem, era raro que funcionasse, e agora a eletricidade permanecia cortada enquanto houvesse luz natural. Era parte do esforço de economia durante os preparativos para a Semana do Ódio. O apartamento ficava no sétimo andar e Winston, com seus trinta e nove anos e sua úlcera varicosa acima do tornozelo direito, subiu devagar, parando para descansar várias vezes durante o trajeto. Em todos os patamares, diante da porta do elevador, o pôster com o rosto enorme o fitava da parede. Era uma dessas pinturas realizadas de modo a que os olhos o acompanhassem sempre que você se movia. O GRANDE IRMÃO ESTÁ DE OLHO EM VOCÊ, dizia o letreiro, abaixo. No interior do apartamento, uma voz agradável lia alto uma relação de cifras que, de alguma forma, dizia respeito à produção de ferro-gusa. A voz saía de uma placa oblonga de metal semelhante a um espelho fosco, integrada à superfície da parede da direita. Winston girou um interruptor e a voz diminuiu um pouco, embora as palavras continuassem inteligíveis. O volume do instrumento (chamava-se teletela) podia ser regulado, mas não havia como desligá-lo completamente. Winston foi para junto da janela: o macacão azul usado como uniforme do Partido não fazia mais que enfatizar a magreza de seu corpo frágil, miúdo. Seu cabelo era muito claro, o rosto naturalmente sanguíneo, a pele áspera por causa do sabão ordinário, das navalhas cegas e do frio do inverno que pouco antes chegara ao fim. Era a patrulha policial, bisbilhotando pelas janelas das pessoas. As patrulhas, contudo, não eram um problema. O único problema era a Polícia das Ideias. Por trás de Winston, a voz da teletela continuava sua lenga-lenga infinita sobre o ferro-gusa e o total cumprimento, com folga, das metas do Nono Plano Trienal. A teletela recebia e transmitia simultaneamente. Todo som produzido por Winston que ultrapassasse o nível de um sussurro muito discreto seria captado por ela; mais: enquanto Winston permanecesse no campo de visão dentro da placa de metal, além de ouvido, também poderia ser visto. Claro, não havia como saber se você estava sendo observado num momento específico. Tentar adivinhar o sistema utilizado pela Polícia das Ideias para conectar-se a cada aparelho individual ou a frequência com que o fazia não passava de especulação. Era possível, inclusive, que ela controlasse todo mundo o tempo todo. Fosse como fosse, uma coisa era certa: tinha meios de conectar-se ao seu aparelho sempre que quisesse. Você era obrigado a viver — e vivia, em decorrência do hábito transformado em instinto, acreditando que todo som que fizesse seria ouvido e, se a escuridão não fosse completa, todo movimento examinado meticulosamente. Voltou para a sala de estar e sentou-se junto a uma mesinha que ficava à esquerda da teletela. Abriu a gaveta da mesa e tirou um porta-penas, um vidro de tinta e um caderno grosso, formato in-quarto, sem nada escrito, de lombada vermelha e capa marmorizada. A coisa que estava prestes a fazer era começar um diário. Não que isso fosse ilegal (nada era ilegal, visto que já não existiam leis), mas se o fato fosse descoberto era praticamente certo que o punissem com a morte ou com pelo menos vinte e cinco anos de prisão em algum campo de trabalhos forçados. O que Winston está prestes a escrever pode custar a vida dele. A história começa aqui. Quero Comprar

  • Oferendas e Magia na Umbanda | Pacco

    Nenhum Guia de Luz jamais vai pedir parte das posses financeiras de uma pessoa em troca de progresso espiritual. Neste livro sobre oferendas e magia na Umbanda, você entende o real significado de uma oferenda, os elementos mágicos como pemba, pólvora e velas, e as Perguntas que Mais Ouço sobre o assunto, incluindo o alerta contra a exploração financeira em nome da fé. Um livro que ensina com clareza e protege quem busca orientação. Nenhum Guia de Luz jamais vai pedir parte das posses financeiras de uma pessoa em troca de progresso espiritual. Neste livro sobre oferendas e magia na Umbanda, você entende o real significado de uma oferenda, os elementos mágicos como pemba, pólvora e velas, e as Perguntas que Mais Ouço sobre o assunto, incluindo o alerta contra a exploração financeira em nome da fé. Um livro que ensina com clareza e protege quem busca orientação. Leia um trecho do e-book Ao longo da caminhada dentro da Umbanda, é natural que surjam dúvidas. Algumas vêm do coração, outras da ansiedade, outras daquilo que se vê ou se ouve por aí. Vivemos um tempo em que muitas informações circulam, mas nem todas vêm acompanhadas de fundamento, responsabilidade ou verdade espiritual. Por isso, muitas pessoas se aproximam com receio: medo de fazer errado; insegurança sobre como agir; dúvidas sobre o que é correto ou não. A espiritualidade não deve ser um espaço de medo, mas também não pode ser tratada com descuido. Porque, na Umbanda, mais importante do que fazer é saber por que se faz. Oferenda é aquilo que se oferece. Na Umbanda, é um meio para se colocar em sintonia vibratória e mental com os Guias e Orixás. Amor ou dor Alguns Dirigentes acreditam que é preciso entregar no amalá (comida ritual) os elementos correspondentes ao Orixá ao qual se está oferendando. Outros acreditam que deve haver uma ritualística que incluam movimentos e procedimentos específicos, desenhos para criar poderes mágicos, invocação. Porém, a autora acredita fortemente que nada disso será útil se não houver nas palavras e pensamentos o verdadeiro querer do ofertante, seja desejando o amor, seja endereçando a dor. Oração é suficiente Que fique bem claro que nenhum Guia de Luz trabalhador de Umbanda, assim como nenhum Orixá, precisa de oferendas materiais. Elas são úteis apenas à concentração de quem oferece. Uma simples oração, feita com a mais profunda fé no silêncio do coração, é mais eficaz que todas as oferendas que se possa fazer se o ofertante não estiver imbuído de boas intenções. Perguntas e respostas É verdade que a oferenda é essencial para se conseguir ajuda das Entidades? Para se conseguir ajuda dos Guias de Umbanda não basta oferendar bebida, comida, velas, charutos. Não basta oferenda para conseguir qualquer coisa que se precise ou se queira. É preciso esforço. Os Guias de Luz e os Orixás não vão tornar as obrigações mais aprazíveis nem as responsabilidades menos implacáveis em troca de oferenda, não há barganha com a espiritualidade. Nenhum Preto Velho jamais vai pedir parte das posses financeiras de uma pessoa em troca de chance de progresso espiritual ou financeiro. Os pedidos que são feitos nas oferendas apenas serão atendidos se for do merecimento de quem ofertou, e sendo assim nem precisava de oferenda. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Refletindo Sobre a Vida com os Orixás | Pacco

    Todo mundo já se perguntou qual é o sentido dos desafios que a vida traz. Neste livro de espiritualidade afro-brasileira, cada Orixá, força da natureza cultuada na Umbanda, oferece uma lição para pensar a própria vida: Oxalá, Iemanjá, Oxóssi, Xangô, Oxum, Iansã e outros, cada um com sua energia e seu ensinamento. Um convite para refletir sobre desafios, propósito e crescimento espiritual à luz da sabedoria ancestral dos Orixás. Todo mundo já se perguntou qual é o sentido dos desafios que a vida traz. Neste livro de espiritualidade afro-brasileira, cada Orixá, força da natureza cultuada na Umbanda, oferece uma lição para pensar a própria vida: Oxalá, Iemanjá, Oxóssi, Xangô, Oxum, Iansã e outros, cada um com sua energia e seu ensinamento. Um convite para refletir sobre desafios, propósito e crescimento espiritual à luz da sabedoria ancestral dos Orixás. Leia um trecho do e-book Iansã - O Vendaval Já sentiu um vento forte, que balança as árvores e espalha as folhas pelo chão? Esse é o vento do Orixá das transformações. Chega como um furacão, arrancando tudo o que não serve mais e abrindo espaço para o novo. No Candomblé Queto, ela é conhecida como Iansã. No Candomblé Angola, é chamada de Matamba. No Candomblé Jeje, seu nome é Aziri Tohwiyo . Dona dos ventos, das tempestades e dos espíritos dos mortos, Iansã é uma guerreira destemida, cuja força imbatível não conhece limites. Ela nos ensina que a vida é feita de movimento e que a coragem para mudanças é essencial para o crescimento. Com sua espada, ela corta o passado e abre caminho para o futuro. Se Iansã soprasse em sua vida hoje, o que ela levaria embora? Xangô - O Trovão Quando o céu escurece e os trovões rugem, diz-se que um rei poderoso está falando, e quando ele fala, sua voz ecoa pelos céus. Ele ergue seu machado de duas lâminas, exigindo justiça. Nenhuma mentira escapa aos seus olhos. Esse rei pode ser Quingongo no Candomblé Angola, Xangô no Candomblé Ketu, Heviossô no Candomblé Jeje. Ele é o Orixá da justiça, dos trovões e do fogo. Aquele que pune os injustos e protege os justos. Seu nome é sinônimo de verdade. Se Xangô julgasse suas atitudes hoje, o que ele diria? Posfácio Ao terminar este livro, é impossível não sentir que as palavras foram apenas um primeiro passo para a jornada mais profunda e silenciosa que a natureza e a espiritualidade nos convidam a trilhar. As histórias que aqui compartilhei, as lições de cada Orixá, as forças que regem a terra, o vento, as águas e os céus, são mais do que simples narrativas. Elas são convites para que cada um de nós busque, dentro de si, o poder do universo que está em constante movimento ao nosso redor. Cada Orixá aqui retratado, com sua força única, nos ensina algo essencial para nossa existência. Oxóssi nos lembra da importância de equilibrar paciência e precisão em nossos objetivos. Oxum nos ensina que a doçura e a força podem coexistir, e que a busca pelo equilíbrio nunca é em vão. Xangô nos ensina que a justiça deve ser nossa bússola, e que, para sermos verdadeiros conosco mesmos, precisamos constantemente avaliar nossas ações e escolhas. Iansã, com seu vento imbatível, nos lembra de que a coragem de mudar é essencial para o nosso crescimento. Obá nos chama à resistência silenciosa, à força interna que nunca se curva, e a dignidade que nos torna invencíveis. Ossain nos mostra o valor do conhecimento profundo da natureza, e que o respeito por cada ser vivo é a chave para a sobrevivência da espécie humana. Esses ensinamentos não são apenas antigos, são eternos. E, como todo saber ancestral, eles continuam a nos tocar e a nos guiar, se permitirmos que suas vibrações nos conduzam. Quero Comprar

  • A Pedra No Meio do Rio | Pacco

    A Pedra no Meio do Rio, romance sáfico de Armanda Rios. Sobre primeiro amor e o custo de ser honesta consigo mesma numa cidade pequena. Leia o primeiro capítulo. Veladouro é uma cidade pequena, onde todo mundo anda com destino certo e horário combinado. Até Camila chegar. Leia o primeiro capítulo O calor entrava pela janela sem pedir licença, daquele jeito que só o verão de Veladouro sabia fazer, pesado e parado, sem vento nenhum para fingir que estava ajudando. Laura chegou cedo, como sempre, ocupando a carteira do meio, que era a dela desde o primeiro ano, nem na frente nem atrás, num lugar que não chamava a atenção de ninguém. Ao lado, Patrícia já falava sem parar sobre as férias, sobre o primo que veio de fora, sobre uma sandália que viu numa revista. Laura respondia com o mínimo necessário para parecer presente. A professora ainda não tinha chegado quando a porta abriu. Uma menina entrou, parou um segundo no batente como quem mede o terreno, e depois caminhou até a mesa da frente, onde normalmente ninguém queria sentar. Calça jeans desbotada, justa sem ser calculada, camiseta branca simples com a gola levemente aberta. O cabelo escuro, comprido, preso de qualquer jeito numa trança frouxa que já estava se desfazendo, como se ela tivesse esquecido dele no caminho. O rosto era limpo, sem nenhum enfeite, pele morena de quem vive ao sol sem se preocupar com isso, sobrancelhas grossas que davam ao olhar uma seriedade que o resto do rosto contradizia. Os olhos eram diretos, do tipo que olha de frente sem intenção de intimidar, só porque não aprendeu a desviar. A boca era larga, com um canto levemente levantado, como se ela estivesse na iminência de um sorriso que ainda não decidira aparecer. Devia ter dezessete, dezoito anos, mas havia nela uma tranquilidade que a fazia parecer mais velha, não em seriedade, mas em segurança, na forma como ocupava o espaço sem se desculpar por isso. Quando atravessou a sala até a carteira da frente, Laura notou o jeito que ela andava; não era o passo apressado de quem quer chegar logo, nem o passo contido de quem tem receio de ser olhada. Era um andar cadenciado, levemente balançado nos quadris, sem afetação nenhuma, o tipo de andar que nasce solto e nunca aprendeu a se segurar. Como se o corpo dela tivesse feito as pazes com o espaço que ocupava num mundo em que, em Veladouro, poucas mulheres tinham coragem de ocupar assim. Sentou, abriu a mochila, tirou um caderno. Patrícia parou de falar no meio de uma frase. Laura percebeu que estava olhando e desviou o olhar para a janela, para o muro branco lá fora, para o nada. Sentiu o calor de um jeito diferente por alguns segundos, mais no rosto do que no resto do corpo, e achou que era o sol batendo de lado. A professora entrou logo depois, cumprimentou a turma com aquela voz de quem já estava cansada antes de começar, e fez o que a professora faz no primeiro dia: chamou os nomes na lista, organizou lugar, apresentou a nova aluna. — Camila Ferreira, que veio da capital, vai estar conosco este ano. Camila levantou dois dedos em aceno rápido, sem se levantar, sem discurso. Alguém na fileira de trás cochichou alguma coisa. Ela não reagiu, como se não tivesse ouvido ou como se não ligasse, e Laura não soube distinguir qual das duas coisas era. Naquele dia, em nenhum momento Camila e Laura falaram. Mas, na saída, quando a turma se dispersou pelo corredor e o calor lá fora era ainda pior do que dentro, Laura se pegou notando que Camila andava devagar, sem pressa de chegar a lugar nenhum, como se o ritmo da cidade não fosse o ritmo dela. Havia algo naquilo que Laura não soube nomear, só soube que era diferente de tudo que ela conhecia em Veladouro, onde todo mundo andava com destino certo e horário combinado. Ela pensou nisso o caminho inteiro até chegar em casa. Depois parou de pensar, porque não havia motivo nenhum para continuar pensando. Ou, pelo menos, era o que ela dizia para si mesma. Quero Comprar

  • Caboclos e Pretos Velhos | Pacco

    O nome do Guia já revela tudo: o campo de trabalho, a qualidade espiritual e o Orixá que o rege. Neste livro sobre Caboclos e Pretos Velhos na Umbanda, você aprende a identificar o Orixá e a missão de cada Guia pelo nome, com exemplos práticos como Caboclo Pena, Caboclo Flecha e Caboclo Sete, além de Perguntas Frequentes e orações para cada linha. Um guia prático para quem quer entender de verdade quem trabalha ao seu lado no terreiro. O nome do Guia já revela tudo: o campo de trabalho, a qualidade espiritual e o Orixá que o rege. Neste livro sobre Caboclos e Pretos Velhos na Umbanda, você aprende a identificar o Orixá e a missão de cada Guia pelo nome, com exemplos práticos como Caboclo Pena, Caboclo Flecha e Caboclo Sete, além de Perguntas Frequentes e orações para cada linha. Um guia prático para quem quer entender de verdade quem trabalha ao seu lado no terreiro. Leia um trecho do e-book Este livro é um convite à alma. Um chamado suave e poderoso para sentir a presença dos nossos queridos Caboclos e Pretos Velhos, guias de sabedoria ancestral que caminham ao nosso lado com humildade, coragem e amor. Ao longo destas páginas, você encontrará respostas para perguntas que muitos carregam no peito, mas nem sempre sabem a quem direcionar. São questionamentos simples, porém profundos, nascidos do cotidiano dos terreiros, das conversas entre médiuns e das inquietações de quem inicia sua jornada espiritual. Os Caboclos, com sua energia vibrante, firmeza e conexão com a mata, ensinam o valor da verdade e da coragem. Os Pretos Velhos, com fala mansa, mãos curativas e olhar compassivo, lembram que a sabedoria não tem pressa, ela chega devagar, como o tempo do coração. Identificando os Caboclos Cada Caboclo, assim como todos os Guias de Umbanda, tem um nome simbólico, cheio de significado espiritual. É por esse nome que os filhos de fé conseguem perceber qual é a força que essa Entidade carrega, onde ela atua e qual Orixá rege sua missão. Muitas vezes, o nome já revela tudo: o campo de trabalho do Guia, a qualidade espiritual que ele transmite e o propósito que ele cumpre dentro da corrente da Umbanda. Caboclo Pena Na simbologia espiritual, a pena é o elo entre o céu e a terra. Ela cai do alto para nos lembrar que somos filhos do infinito, mas que nossos pés devem tocar o chão com sabedoria. Todo Caboclo que traz Pena no nome está ligado ao campo do Conhecimento, pois vibra diretamente na força de Oxóssi, o Orixá da sabedoria, da caça e da expansão da consciência. A cor que acompanha o nome indica a vibração do Orixá que o guia e o aspecto da vida em que atua. Exemplos: Caboclo Pena Branca: vibra com Oxóssi (Pena) e Oxalá (Branca). Ensina a fé, a confiança no divino e a elevação do espírito. Caboclo Pena Dourada: atua com Oxóssi e Oxum (Dourada). Traz ensinamentos sobre o amor, a sensibilidade e o equilíbrio afetivo. Caboclo Pena Verde: é puro Oxóssi, tanto na origem quanto na ação. Representa o conhecimento em sua essência mais natural e ancestral. Caboclo Pena Marrom: une o conhecimento de Oxóssi à justiça de Xangô (Marrom), mostrando o caminho da ética, da retidão e da justiça equilibrada. Caboclo Pena Vermelha: trabalha com Oxóssi e Ogum (Vermelha), ensinando a importância da disciplina, da lei, da honestidade e da coragem moral. Caboclo Pena Azul: conecta Oxóssi com Iemanjá (Azul), trazendo o saber ligado à maternidade, à sensibilidade e à cura através do acolhimento emocional. Em suas palavras há doçura e profundidade, como o mar que acolhe e também ensina. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Fios de Contas - As Guias da Umbanda | Livraria Onze

    O colar que gira no terreiro guarda muito mais do que beleza. Neste livro sobre as guias, também chamados fios de contas, usados no pescoço durante a gira, você entende de onde vem essa tradição, o que cada cor representa, como preparar, usar e guardar suas guias, e o que fazer quando uma guia quebra. Um livro completo, com Perguntas e Respostas, para quem quer receber suas guias com consciência. O colar que gira no terreiro guarda muito mais do que beleza. Neste livro sobre as guias, também chamados fios de contas, usados no pescoço durante a gira, você entende de onde vem essa tradição, o que cada cor representa, como preparar, usar e guardar suas guias, e o que fazer quando uma guia quebra. Um livro completo, com Perguntas e Respostas, para quem quer receber suas guias com consciência. Leia um trecho do e-book Quem entra em um terreiro de Umbanda pela primeira vez costuma reparar em muitas coisas: o cheiro das ervas, o som do atabaque, a força das rezas e a paz que muitas pessoas dizem sentir no ambiente. Mas tem um detalhe que quase sempre chama a atenção logo de início: os colares coloridos usados pelos médiuns. Esses colares são conhecidos como guias, também conhecidas como cordão de santo, colar de santo ou fio de contas, as guias fazem parte do fundamento da Umbanda e acompanham os filhos de fé durante os trabalhos espirituais. Para quem olha de fora, eles podem parecer apenas enfeites ou parte da roupa religiosa. Mas dentro da Umbanda, as guias têm um significado muito mais profundo. Elas fazem parte da tradição espiritual da religião e carregam consigo fé, respeito e fundamento. As guias acompanham os médiuns durante as giras, ajudam na proteção espiritual e também representam a ligação com forças sagradas da natureza, com os Orixás e com as entidades que trabalham na caridade. Quando uma guia quebra ou arrebenta Em muitos terreiros de Umbanda existe uma pergunta que aparece com frequência: o que significa quando uma guia quebra ou arrebenta? Para quem olha de fora, pode parecer apenas um fio que se rompeu com o tempo ou com o uso. Mas, dentro da religião, muitas pessoas acreditam que esse acontecimento pode ter um significado espiritual. Uma explicação bastante comum entre médiuns é que a guia pode ter “trabalhado”. Isso quer dizer que ela pode ter absorvido ou descarregado alguma energia mais pesada que poderia atingir a pessoa que estava usando o fio de contas. Por esse motivo, algumas pessoas dizem que a guia funciona como um tipo de proteção espiritual, ajudando a filtrar ou neutralizar determinadas influências negativas. Por essa razão, quando uma guia arrebenta, muitas vezes os médiuns não encaram o fato apenas como algo negativo. Em alguns casos, isso é visto como um sinal de que ela cumpriu uma função de proteção. No entanto, também é importante lembrar que nem todo rompimento de guia tem necessariamente um significado espiritual. Assim como qualquer objeto feito de contas e fios, as guias também podem se desgastar com o tempo, principalmente quando são usadas com frequência. O mais importante nesses momentos é não tirar conclusões precipitadas. Quando uma guia quebra, muitos médiuns preferem levá-la ao terreiro para que o dirigente ou as entidades espirituais possam orientar o que deve ser feito. Em algumas situações, a guia pode ser consertada e preparada novamente. Em outras, pode ser indicado que ela já cumpriu seu ciclo de uso. Também é comum que, quando uma guia arrebenta, as contas sejam recolhidas com respeito, evitando que fiquem espalhadas pelo chão ou sejam descartadas de qualquer forma. Esse cuidado existe porque, para muitas pessoas da religião, mesmo após quebrar, a guia continua sendo um objeto ligado ao trabalho espiritual. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Rituais Simples Para Abrir Caminhos | Pacco

    Nem todo ritual precisa ser complicado, e nem toda oração precisa ser longa. Neste livro de rituais e orações da Umbanda, com ervas, velas e elementos simples do dia a dia, você aprende a acender uma vela com propósito, fazer um banho de ervas, oferecer com respeito e pedir com fé para abrir caminhos na vida. Um guia prático para quem busca uma luz, sem luxo, só com fé verdadeira. Nem todo ritual precisa ser complicado, e nem toda oração precisa ser longa. Neste livro de rituais e orações da Umbanda, com ervas, velas e elementos simples do dia a dia, você aprende a acender uma vela com propósito, fazer um banho de ervas, oferecer com respeito e pedir com fé para abrir caminhos na vida. Um guia prático para quem busca uma luz, sem luxo, só com fé verdadeira. Leia um trecho do e-book Quando dizemos que vamos “abrir caminhos”, estamos falando de muito mais do que conseguir um emprego ou atrair dinheiro. Abrir caminhos é permitir que a vida volte a fluir. É tirar os empecilhos, os pesos invisíveis, as energias paradas que travam o corpo, a mente e a alma. Na Umbanda, acreditamos que tudo tem um tempo certo, mas que também precisamos fazer nossa parte para que esse tempo chegue, e o ritual é esse ato de movimento. É como varrer a casa antes da visita chegar. Os Guias espirituais, como os Pretos-Velhos, os Caboclos e os Exus, nos ensinam que o segredo está na fé com simplicidade. Você pode fazer um grande ritual, com muitos elementos, e não alcançar nada... E pode acender uma única vela com fé verdadeira e abrir uma porta que estava fechada há anos. Fé simples é aquela que não precisa de espetáculo. Ela é feita com silêncio, com verdade, com intenção. Neste livro, você vai aprender a: Acender uma vela com propósito; Fazer um banho de ervas para tirar os pesos do dia; Oferecer com respeito o que tem no quintal ou na cozinha; Pedir com humildade, sem medo, sem culpa; E, principalmente, confiar, porque caminho aberto também é caminho com coragem. Abrir caminhos é como varrer uma estrada. A gente tira as folhas secas, o pó acumulado, os galhos caídos... e deixa o chão livre para andar. Vamos juntos? Quero Comprar

  • Tudo Sobre os Exus | Pacco

    Ser médium não é um título, é uma missão. Neste guia prático para médiuns da Umbanda, você aprende a invocar e trabalhar com os Exus, entende velas, rogativas e oferendas, e conhece as especialidades de Exus como Tranca Rua das Almas, Sete Encruzilhadas, Tiriri, Caveira e Veludo. Um livro escrito com simplicidade e respeito, para tirar dúvidas de quem já vivencia a gira e de quem ainda nem sabe que é médium. Ser médium não é um título, é uma missão. Neste guia prático para médiuns da Umbanda, você aprende a invocar e trabalhar com os Exus, entende velas, rogativas e oferendas, e conhece as especialidades de Exus como Tranca Rua das Almas, Sete Encruzilhadas, Tiriri, Caveira e Veludo. Um livro escrito com simplicidade e respeito, para tirar dúvidas de quem já vivencia a gira e de quem ainda nem sabe que é médium. Leia um trecho do e-book A Umbanda é uma escola viva de aprendizado, transformação e amor. Quem trilha esse caminho espiritual sabe que nada acontece por acaso, e que a mediunidade é uma das ferramentas mais preciosas que podemos desenvolver para servir ao próximo e crescer internamente. Este livro foi escrito com o coração voltado aos médiuns da Umbanda: aos iniciantes que chegam com dúvidas e receios, aos caminhantes que já vivenciam a gira, aos que buscam respostas, e também àqueles que ainda nem sabem que são médiuns. Aqui, vamos conversar com simplicidade, clareza e muito respeito. Vamos tirar dúvidas, oferecer orientações e compartilhar experiências. Falaremos sobre velas, rogativas, oferendas, Exus, cuidados espirituais e, principalmente, sobre responsabilidade. Conheça os Exus Os Exus na Umbanda são entidades espirituais com funções específicas, e cada um atua em áreas diferentes, como se fossem especialistas dentro de uma grande equipe espiritual. Essas especialidades definem o campo de atuação de cada Exu, áreas em que eles têm mais força, sabedoria e domínio. Por exemplo: Exu Tranca Rua das Almas é conhecido por atuar com as energias da proteção, da justiça e do equilíbrio. É uma entidade firme, muito procurada por quem precisa se defender de ataques espirituais ou resolver conflitos difíceis. Exu Sete Encruzilhadas trabalha com a sabedoria, a intuição e os caminhos espirituais. Costuma ser invocado quando alguém precisa tomar decisões importantes, fortalecer a fé ou compreender mais profundamente a si mesmo. Quando a gente compreende as especialidades de cada Exu, fica mais fácil buscar auxílio da forma certa, com foco e respeito. É como procurar um médico especialista para cada tipo de dor. Exu Veludo Exu Veludo é uma entidade muito respeitada na Umbanda, conhecido por sua elegância, inteligência e grande habilidade em lidar com situações complexas. Seu nome remete à suavidade com que atua, sempre com sabedoria e equilíbrio. Ao mesmo tempo, é firme quando precisa ser, mostrando que elegância também pode caminhar junto com autoridade espiritual. Conta-se que, em vida, Exu Veludo foi um homem astuto e bem articulado, talvez até mesmo um príncipe africano em algumas tradições. Depois de passar por profundas provações, inclusive o cativeiro, transformou suas dores em aprendizado e hoje atua na espiritualidade como guia dos que precisam de orientação firme, mas justa. Seu olhar é penetrante, sua fala é envolvente, e sua presença é marcante. Não há como ignorá-lo quando chega. É comum que se manifeste com roupas de veludo preto ou vermelho, chapéu alinhado e sapatos bem lustrados. Mas sua maior característica não está na aparência externa, e sim na nobreza de sua atuação. Exu Veludo é visto como um diplomata da espiritualidade, que sabe acalmar os ânimos e harmonizar até os ambientes mais tensos. Quero Comprar

  • Crianças, Ciganos, Oriente e Natureza

    O céu é meu teto, a Terra é minha pátria e a liberdade é minha religião. Neste livro sobre quatro Linhas de Trabalho pouco exploradas da Umbanda, você conhece os Erês (Crianças), os Ciganos, a Linha do Oriente e os Elementais, espíritos da natureza, com suas festas, cores, oferendas e o propósito de cada um. Um convite para mergulhar nos mistérios da Umbanda com respeito e simplicidade. O céu é meu teto, a Terra é minha pátria e a liberdade é minha religião. Neste livro sobre quatro Linhas de Trabalho pouco exploradas da Umbanda, você conhece os Erês (Crianças), os Ciganos, a Linha do Oriente e os Elementais, espíritos da natureza, com suas festas, cores, oferendas e o propósito de cada um. Um convite para mergulhar nos mistérios da Umbanda com respeito e simplicidade. Leia um trecho do e-book A Umbanda é um universo repleto de mistérios que se desvela aos poucos, revelando uma riqueza espiritual que vai além do que os olhos podem ver. Dentro desse universo, encontramos forças que representam diferentes aspectos da vida e do espírito: as Crianças, os Ciganos, a Linha do Oriente e os Elementais, cada um carregando sua própria sabedoria e propósito. As Crianças nos ensinam a simplicidade e a pureza, lembrando-nos da importância da alegria e da leveza mesmo nos momentos mais desafiadores. Os Ciganos, com sua sabedoria ancestral, nos conectam à liberdade e à magia da vida, inspirando coragem para seguir em frente. A Linha do Oriente nos traz serenidade e a profundidade das filosofias antigas, oferecendo ferramentas de cura e autoconhecimento. Os Elementais, os espíritos da natureza, revelam o poder do equilíbrio e da harmonia entre os mundos visíveis e invisíveis. Erês ou Crianças “O que se faz de mal a alguém o Erê desfaz. Mas o que um Erê faz, nem Exu desfaz!” (Máxima de Terreiro) Os Erês, na Umbanda, são conhecidos por diversos nomes, como Ibejada, Beijada, Dois Dois, Cosminhos e Ibêjis. Pelo sincretismo com os santos católicos, também são chamados de São Cosme, São Damião e Doúm. Influenciados pela cultura indígena, os Erês também são chamados de Curumins, que em Tupi-Guarani significa “criança”. Ciganos “O céu é meu teto, a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião.” (máxima dos trabalhadores da Linha dos Ciganos) Os Ciganos constituem uma linha espiritual própria, distinta da Linha dos Povos do Oriente. É importante notar que, na Umbanda, alguns Ciganos falam um português misturado com expressões do idioma romani, a língua tradicional dos ciganos. Sua atuação é reconhecida por sua energia vibrante, que favorece a prosperidade, a boa sorte e a união familiar. Observam as fases da Lua, sendo a Lua Cheia a mais favorável para seus trabalhos. São entidades que dominam o esoterismo e a magia natural, utilizando elementos como cristais, incensos e ervas em seus trabalhos. O arquétipo cigano representa um ser de alma livre e desapegada. Eles representam a liberdade, a alegria de viver e a sabedoria adquirida através da vida itinerante e das tradições ancestrais. As festas ciganas na Umbanda são marcadas por muita música e alegria, com instrumentos como violinos, pandeiros e violas. As mesas de oferendas são adornadas com frutas, flores silvestres, rosas, velas, incensos, arroz cru (simbolizando prosperidade), trigo e pães (representando fartura), moedas (para atrair riqueza) e vinho (bebida universal do povo cigano). Durante as festividades, é comum acender uma fogueira, simbolizando a purificação das pessoas e do ambiente. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Benzimentos de Pretos Velhos | Pacco

    As entidades da Umbanda podem ser chamadas com palavras que brotam do coração. Neste livro de benzimentos e rezas da Umbanda, você encontra orações para purificar o ambiente, pedir cura, orientação e desenvolver a mediunidade, além de preces para a abertura da gira e a chamada dos Orixás e das Entidades. Um guia de devoção, com o benzimento dos 4 elementos e a oração de fechamento de corpo dos Pretos-Velhos, para rezar com fé e humildade. As entidades da Umbanda podem ser chamadas com palavras que brotam do coração. Neste livro de benzimentos e rezas da Umbanda, você encontra orações para purificar o ambiente, pedir cura, orientação e desenvolver a mediunidade, além de preces para a abertura da gira e a chamada dos Orixás e das Entidades. Um guia de devoção, com o benzimento dos 4 elementos e a oração de fechamento de corpo dos Pretos-Velhos, para rezar com fé e humildade. Leia um trecho do e-book As entidades trabalhadoras da Umbanda podem ser invocadas nos Terreiros onde ocorrem os trabalhos espirituais da Umbanda, nos quais os médiuns incorporam as entidades e realizam sessões de atendimento espiritual. Esses locais são propícios para invocar e receber a presença das entidades. Além disso, as entidades podem ser invocadas por meio de orações e preces direcionadas a elas. Existem diversas orações específicas para cada entidade, que podem ser recitadas com devoção e fé. No entanto, também é possível chamá-las de forma simples, usando palavras que brotem do coração. Ter um altar doméstico é outra forma pessoal de invocar as entidades. Nele, você pode colocar imagens, velas, flores e objetos relacionados às entidades com as quais deseja se conectar. Realizar orações e preces diárias, dedicando um tempo para se conectar com as entidades, também é uma maneira de pedir proteção e auxílio. A meditação e a visualização são outros métodos para entrar em contato com as energias das entidades. Concentre-se mentalmente, imagine a entidade em sua presença e estabeleça uma conexão espiritual com ela. Ao invocar os Guias para auxiliar nos benzimentos, é importante ter uma intenção clara e sincera. É essencial que haja humildade e gratidão em seu coração. Quero Comprar

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