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  • Refletindo Sobre a Vida com os Orixás | Pacco

    Todo mundo já se perguntou qual é o sentido dos desafios que a vida traz. Neste livro de espiritualidade afro-brasileira, cada Orixá, força da natureza cultuada na Umbanda, oferece uma lição para pensar a própria vida: Oxalá, Iemanjá, Oxóssi, Xangô, Oxum, Iansã e outros, cada um com sua energia e seu ensinamento. Um convite para refletir sobre desafios, propósito e crescimento espiritual à luz da sabedoria ancestral dos Orixás. Todo mundo já se perguntou qual é o sentido dos desafios que a vida traz. Neste livro de espiritualidade afro-brasileira, cada Orixá, força da natureza cultuada na Umbanda, oferece uma lição para pensar a própria vida: Oxalá, Iemanjá, Oxóssi, Xangô, Oxum, Iansã e outros, cada um com sua energia e seu ensinamento. Um convite para refletir sobre desafios, propósito e crescimento espiritual à luz da sabedoria ancestral dos Orixás. Leia um trecho do e-book Iansã - O Vendaval Já sentiu um vento forte, que balança as árvores e espalha as folhas pelo chão? Esse é o vento do Orixá das transformações. Chega como um furacão, arrancando tudo o que não serve mais e abrindo espaço para o novo. No Candomblé Queto, ela é conhecida como Iansã. No Candomblé Angola, é chamada de Matamba. No Candomblé Jeje, seu nome é Aziri Tohwiyo . Dona dos ventos, das tempestades e dos espíritos dos mortos, Iansã é uma guerreira destemida, cuja força imbatível não conhece limites. Ela nos ensina que a vida é feita de movimento e que a coragem para mudanças é essencial para o crescimento. Com sua espada, ela corta o passado e abre caminho para o futuro. Se Iansã soprasse em sua vida hoje, o que ela levaria embora? Xangô - O Trovão Quando o céu escurece e os trovões rugem, diz-se que um rei poderoso está falando, e quando ele fala, sua voz ecoa pelos céus. Ele ergue seu machado de duas lâminas, exigindo justiça. Nenhuma mentira escapa aos seus olhos. Esse rei pode ser Quingongo no Candomblé Angola, Xangô no Candomblé Ketu, Heviossô no Candomblé Jeje. Ele é o Orixá da justiça, dos trovões e do fogo. Aquele que pune os injustos e protege os justos. Seu nome é sinônimo de verdade. Se Xangô julgasse suas atitudes hoje, o que ele diria? Posfácio Ao terminar este livro, é impossível não sentir que as palavras foram apenas um primeiro passo para a jornada mais profunda e silenciosa que a natureza e a espiritualidade nos convidam a trilhar. As histórias que aqui compartilhei, as lições de cada Orixá, as forças que regem a terra, o vento, as águas e os céus, são mais do que simples narrativas. Elas são convites para que cada um de nós busque, dentro de si, o poder do universo que está em constante movimento ao nosso redor. Cada Orixá aqui retratado, com sua força única, nos ensina algo essencial para nossa existência. Oxóssi nos lembra da importância de equilibrar paciência e precisão em nossos objetivos. Oxum nos ensina que a doçura e a força podem coexistir, e que a busca pelo equilíbrio nunca é em vão. Xangô nos ensina que a justiça deve ser nossa bússola, e que, para sermos verdadeiros conosco mesmos, precisamos constantemente avaliar nossas ações e escolhas. Iansã, com seu vento imbatível, nos lembra de que a coragem de mudar é essencial para o nosso crescimento. Obá nos chama à resistência silenciosa, à força interna que nunca se curva, e a dignidade que nos torna invencíveis. Ossain nos mostra o valor do conhecimento profundo da natureza, e que o respeito por cada ser vivo é a chave para a sobrevivência da espécie humana. Esses ensinamentos não são apenas antigos, são eternos. E, como todo saber ancestral, eles continuam a nos tocar e a nos guiar, se permitirmos que suas vibrações nos conduzam. Quero Comprar

  • A Pedra No Meio do Rio | Pacco

    A Pedra no Meio do Rio, romance sáfico de Armanda Rios. Sobre primeiro amor e o custo de ser honesta consigo mesma numa cidade pequena. Leia o primeiro capítulo. Veladouro é uma cidade pequena, onde todo mundo anda com destino certo e horário combinado. Até Camila chegar. Leia o primeiro capítulo O calor entrava pela janela sem pedir licença, daquele jeito que só o verão de Veladouro sabia fazer, pesado e parado, sem vento nenhum para fingir que estava ajudando. Laura chegou cedo, como sempre, ocupando a carteira do meio, que era a dela desde o primeiro ano, nem na frente nem atrás, num lugar que não chamava a atenção de ninguém. Ao lado, Patrícia já falava sem parar sobre as férias, sobre o primo que veio de fora, sobre uma sandália que viu numa revista. Laura respondia com o mínimo necessário para parecer presente. A professora ainda não tinha chegado quando a porta abriu. Uma menina entrou, parou um segundo no batente como quem mede o terreno, e depois caminhou até a mesa da frente, onde normalmente ninguém queria sentar. Calça jeans desbotada, justa sem ser calculada, camiseta branca simples com a gola levemente aberta. O cabelo escuro, comprido, preso de qualquer jeito numa trança frouxa que já estava se desfazendo, como se ela tivesse esquecido dele no caminho. O rosto era limpo, sem nenhum enfeite, pele morena de quem vive ao sol sem se preocupar com isso, sobrancelhas grossas que davam ao olhar uma seriedade que o resto do rosto contradizia. Os olhos eram diretos, do tipo que olha de frente sem intenção de intimidar, só porque não aprendeu a desviar. A boca era larga, com um canto levemente levantado, como se ela estivesse na iminência de um sorriso que ainda não decidira aparecer. Devia ter dezessete, dezoito anos, mas havia nela uma tranquilidade que a fazia parecer mais velha, não em seriedade, mas em segurança, na forma como ocupava o espaço sem se desculpar por isso. Quando atravessou a sala até a carteira da frente, Laura notou o jeito que ela andava; não era o passo apressado de quem quer chegar logo, nem o passo contido de quem tem receio de ser olhada. Era um andar cadenciado, levemente balançado nos quadris, sem afetação nenhuma, o tipo de andar que nasce solto e nunca aprendeu a se segurar. Como se o corpo dela tivesse feito as pazes com o espaço que ocupava num mundo em que, em Veladouro, poucas mulheres tinham coragem de ocupar assim. Sentou, abriu a mochila, tirou um caderno. Patrícia parou de falar no meio de uma frase. Laura percebeu que estava olhando e desviou o olhar para a janela, para o muro branco lá fora, para o nada. Sentiu o calor de um jeito diferente por alguns segundos, mais no rosto do que no resto do corpo, e achou que era o sol batendo de lado. A professora entrou logo depois, cumprimentou a turma com aquela voz de quem já estava cansada antes de começar, e fez o que a professora faz no primeiro dia: chamou os nomes na lista, organizou lugar, apresentou a nova aluna. — Camila Ferreira, que veio da capital, vai estar conosco este ano. Camila levantou dois dedos em aceno rápido, sem se levantar, sem discurso. Alguém na fileira de trás cochichou alguma coisa. Ela não reagiu, como se não tivesse ouvido ou como se não ligasse, e Laura não soube distinguir qual das duas coisas era. Naquele dia, em nenhum momento Camila e Laura falaram. Mas, na saída, quando a turma se dispersou pelo corredor e o calor lá fora era ainda pior do que dentro, Laura se pegou notando que Camila andava devagar, sem pressa de chegar a lugar nenhum, como se o ritmo da cidade não fosse o ritmo dela. Havia algo naquilo que Laura não soube nomear, só soube que era diferente de tudo que ela conhecia em Veladouro, onde todo mundo andava com destino certo e horário combinado. Ela pensou nisso o caminho inteiro até chegar em casa. Depois parou de pensar, porque não havia motivo nenhum para continuar pensando. Ou, pelo menos, era o que ela dizia para si mesma. Quero Comprar

  • Caboclos e Pretos Velhos | Pacco

    O nome do Guia já revela tudo: o campo de trabalho, a qualidade espiritual e o Orixá que o rege. Neste livro sobre Caboclos e Pretos Velhos na Umbanda, você aprende a identificar o Orixá e a missão de cada Guia pelo nome, com exemplos práticos como Caboclo Pena, Caboclo Flecha e Caboclo Sete, além de Perguntas Frequentes e orações para cada linha. Um guia prático para quem quer entender de verdade quem trabalha ao seu lado no terreiro. O nome do Guia já revela tudo: o campo de trabalho, a qualidade espiritual e o Orixá que o rege. Neste livro sobre Caboclos e Pretos Velhos na Umbanda, você aprende a identificar o Orixá e a missão de cada Guia pelo nome, com exemplos práticos como Caboclo Pena, Caboclo Flecha e Caboclo Sete, além de Perguntas Frequentes e orações para cada linha. Um guia prático para quem quer entender de verdade quem trabalha ao seu lado no terreiro. Leia um trecho do e-book Este livro é um convite à alma. Um chamado suave e poderoso para sentir a presença dos nossos queridos Caboclos e Pretos Velhos, guias de sabedoria ancestral que caminham ao nosso lado com humildade, coragem e amor. Ao longo destas páginas, você encontrará respostas para perguntas que muitos carregam no peito, mas nem sempre sabem a quem direcionar. São questionamentos simples, porém profundos, nascidos do cotidiano dos terreiros, das conversas entre médiuns e das inquietações de quem inicia sua jornada espiritual. Os Caboclos, com sua energia vibrante, firmeza e conexão com a mata, ensinam o valor da verdade e da coragem. Os Pretos Velhos, com fala mansa, mãos curativas e olhar compassivo, lembram que a sabedoria não tem pressa, ela chega devagar, como o tempo do coração. Identificando os Caboclos Cada Caboclo, assim como todos os Guias de Umbanda, tem um nome simbólico, cheio de significado espiritual. É por esse nome que os filhos de fé conseguem perceber qual é a força que essa Entidade carrega, onde ela atua e qual Orixá rege sua missão. Muitas vezes, o nome já revela tudo: o campo de trabalho do Guia, a qualidade espiritual que ele transmite e o propósito que ele cumpre dentro da corrente da Umbanda. Caboclo Pena Na simbologia espiritual, a pena é o elo entre o céu e a terra. Ela cai do alto para nos lembrar que somos filhos do infinito, mas que nossos pés devem tocar o chão com sabedoria. Todo Caboclo que traz Pena no nome está ligado ao campo do Conhecimento, pois vibra diretamente na força de Oxóssi, o Orixá da sabedoria, da caça e da expansão da consciência. A cor que acompanha o nome indica a vibração do Orixá que o guia e o aspecto da vida em que atua. Exemplos: Caboclo Pena Branca: vibra com Oxóssi (Pena) e Oxalá (Branca). Ensina a fé, a confiança no divino e a elevação do espírito. Caboclo Pena Dourada: atua com Oxóssi e Oxum (Dourada). Traz ensinamentos sobre o amor, a sensibilidade e o equilíbrio afetivo. Caboclo Pena Verde: é puro Oxóssi, tanto na origem quanto na ação. Representa o conhecimento em sua essência mais natural e ancestral. Caboclo Pena Marrom: une o conhecimento de Oxóssi à justiça de Xangô (Marrom), mostrando o caminho da ética, da retidão e da justiça equilibrada. Caboclo Pena Vermelha: trabalha com Oxóssi e Ogum (Vermelha), ensinando a importância da disciplina, da lei, da honestidade e da coragem moral. Caboclo Pena Azul: conecta Oxóssi com Iemanjá (Azul), trazendo o saber ligado à maternidade, à sensibilidade e à cura através do acolhimento emocional. Em suas palavras há doçura e profundidade, como o mar que acolhe e também ensina. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Fios de Contas - As Guias da Umbanda | Livraria Onze

    O colar que gira no terreiro guarda muito mais do que beleza. Neste livro sobre as guias, também chamados fios de contas, usados no pescoço durante a gira, você entende de onde vem essa tradição, o que cada cor representa, como preparar, usar e guardar suas guias, e o que fazer quando uma guia quebra. Um livro completo, com Perguntas e Respostas, para quem quer receber suas guias com consciência. O colar que gira no terreiro guarda muito mais do que beleza. Neste livro sobre as guias, também chamados fios de contas, usados no pescoço durante a gira, você entende de onde vem essa tradição, o que cada cor representa, como preparar, usar e guardar suas guias, e o que fazer quando uma guia quebra. Um livro completo, com Perguntas e Respostas, para quem quer receber suas guias com consciência. Leia um trecho do e-book Quem entra em um terreiro de Umbanda pela primeira vez costuma reparar em muitas coisas: o cheiro das ervas, o som do atabaque, a força das rezas e a paz que muitas pessoas dizem sentir no ambiente. Mas tem um detalhe que quase sempre chama a atenção logo de início: os colares coloridos usados pelos médiuns. Esses colares são conhecidos como guias, também conhecidas como cordão de santo, colar de santo ou fio de contas, as guias fazem parte do fundamento da Umbanda e acompanham os filhos de fé durante os trabalhos espirituais. Para quem olha de fora, eles podem parecer apenas enfeites ou parte da roupa religiosa. Mas dentro da Umbanda, as guias têm um significado muito mais profundo. Elas fazem parte da tradição espiritual da religião e carregam consigo fé, respeito e fundamento. As guias acompanham os médiuns durante as giras, ajudam na proteção espiritual e também representam a ligação com forças sagradas da natureza, com os Orixás e com as entidades que trabalham na caridade. Quando uma guia quebra ou arrebenta Em muitos terreiros de Umbanda existe uma pergunta que aparece com frequência: o que significa quando uma guia quebra ou arrebenta? Para quem olha de fora, pode parecer apenas um fio que se rompeu com o tempo ou com o uso. Mas, dentro da religião, muitas pessoas acreditam que esse acontecimento pode ter um significado espiritual. Uma explicação bastante comum entre médiuns é que a guia pode ter “trabalhado”. Isso quer dizer que ela pode ter absorvido ou descarregado alguma energia mais pesada que poderia atingir a pessoa que estava usando o fio de contas. Por esse motivo, algumas pessoas dizem que a guia funciona como um tipo de proteção espiritual, ajudando a filtrar ou neutralizar determinadas influências negativas. Por essa razão, quando uma guia arrebenta, muitas vezes os médiuns não encaram o fato apenas como algo negativo. Em alguns casos, isso é visto como um sinal de que ela cumpriu uma função de proteção. No entanto, também é importante lembrar que nem todo rompimento de guia tem necessariamente um significado espiritual. Assim como qualquer objeto feito de contas e fios, as guias também podem se desgastar com o tempo, principalmente quando são usadas com frequência. O mais importante nesses momentos é não tirar conclusões precipitadas. Quando uma guia quebra, muitos médiuns preferem levá-la ao terreiro para que o dirigente ou as entidades espirituais possam orientar o que deve ser feito. Em algumas situações, a guia pode ser consertada e preparada novamente. Em outras, pode ser indicado que ela já cumpriu seu ciclo de uso. Também é comum que, quando uma guia arrebenta, as contas sejam recolhidas com respeito, evitando que fiquem espalhadas pelo chão ou sejam descartadas de qualquer forma. Esse cuidado existe porque, para muitas pessoas da religião, mesmo após quebrar, a guia continua sendo um objeto ligado ao trabalho espiritual. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Orixás Cultuados na Umbanda | Pacco

    A Umbanda é feita de fé, de presença e de mistério, e se sente mais do que se explica. Neste livro, você conhece os símbolos, as histórias e a atuação dos sete Orixás mais cultuados na Umbanda: Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Iemanjá, Oxum e Iansã. Linguagem clara e acolhedora, ideal para quem está começando na espiritualidade afro-brasileira e também para quem já caminha há tempos na fé, com um capítulo sobre as oferendas com barquinhos para Iemanjá. A Umbanda é feita de fé, de presença e de mistério, e se sente mais do que se explica. Neste livro, você conhece os símbolos, as histórias e a atuação dos sete Orixás mais cultuados na Umbanda: Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Iemanjá, Oxum e Iansã. Linguagem clara e acolhedora, ideal para quem está começando na espiritualidade afro-brasileira e também para quem já caminha há tempos na fé, com um capítulo sobre as oferendas com barquinhos para Iemanjá. Leia um trecho do e-book Esclarecimento importante Na Umbanda verdadeira, não há nenhum ritual que envolva sacrifício de animais. Essa prática não pertence à doutrina umbandista e está fora dos fundamentos da religião. Se você vir algo assim, não se trata de Umbanda. Não caia em ciladas: a verdadeira fé não precisa de sangue, mas sim de luz, firmeza e amor. Introdução A Umbanda é feita de fé, de presença e de mistério. É uma religião que não se explica só com palavras, se sente, se vive, se caminha com o coração aberto e os pés firmes no chão. Este livro nasceu do desejo de compartilhar, com respeito e simplicidade, o conhecimento sobre sete grandes forças que sustentam essa tradição: os orixás mais cultuados nos terreiros de Umbanda. Aqui, vamos falar de Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Iemanjá, Oxum e Iansã. Cada um deles é uma energia viva da natureza, um caminho de aprendizado, uma força divina que nos toca e nos transforma. Eles não estão distantes, estão nos ventos, nas folhas, nas águas, nas nossas escolhas. Estão no toque do atabaque, no cheiro da defumação e no silêncio da fé. Este livro é um convite para você conhecer mais profundamente esses sete orixás que, com amor e justiça, guiam, protegem e ensinam. Escrito com linguagem clara e acolhedora, é ideal para iniciantes, simpatizantes e também para quem já trilha há tempos essa jornada espiritual. Que este livro seja mais do que informação: que seja inspiração. E que, ao final de cada capítulo, você sinta não apenas que aprendeu algo novo, mas que se aproximou um pouco mais do sagrado que vive em você. Axé! *** Xangô, Senhor da Justiça “Xangô morreu de velho. Na pedra ele escreveu: ‘Justiça, meu Pai, Justiça!’ Ganhou quem mereceu.” (Ponto cantado) Xangô é o Orixá da Justiça, do trovão e do fogo, da sabedoria e dos estudos. Está presente em tudo que exige decisão, equilíbrio, retidão e merecimento. É o senhor dos contratos, das leis, das demandas judiciais e daquilo que exige julgamento justo. É ele quem atua quando há opressão e desigualdade. É conhecido como advogado dos injustiçados e também como executor da justiça divina. Sua força impõe respeito, mas também inspira coragem. Xangô representa a lei de causa e efeito, aquela que retorna ao indivíduo conforme suas ações. Ele não pune, ele apenas restabelece o equilíbrio. A cada ação, uma consequência. Ele dá a vitória aos oprimidos e aplica o peso da justiça sobre os que agem com injustiça. Seu domínio vai além dos tribunais da Terra. Xangô é também Orixá do magma e das forças vulcânicas, das pedras que armazenam energia ancestral. Sua presença é firme, quente, sábia e inabalável, como a rocha. Quando evocar Xangô É a Xangô que recorremos quando há pendências difíceis de resolver, injustiças que clamam por reparação, decisões que precisam ser tomadas com verdade e honra. Ele é o Orixá dos processos judiciais, das demandas legais e de tudo que envolve contratos, julgamentos e veredictos. Quem enfrenta uma batalha nos tribunais, seja ela humana ou espiritual, encontra em Xangô um advogado poderoso e imparcial. Quero Comprar

  • Sabedoria dos Caboclos | Pacco

    O Caboclo fala pouco, e quando fala, fica. Neste livro de frases e ensinamentos da espiritualidade afro-brasileira, os Caboclos, Guias que se apresentam na Umbanda como espíritos da mata que curam, aconselham e protegem, ensinam sobre coragem, cura interior e conexão com a natureza. Palavras curtas e firmes, colhidas com respeito, com orações e reflexões para reforçar a fé e a coragem nos dias difíceis. Leitura de calma, pra ter por perto e voltar sempre que precisar de força. O Caboclo fala pouco, e quando fala, fica. Neste livro de frases e ensinamentos da espiritualidade afro-brasileira, os Caboclos, Guias que se apresentam na Umbanda como espíritos da mata que curam, aconselham e protegem, ensinam sobre coragem, cura interior e conexão com a natureza. Palavras curtas e firmes, colhidas com respeito, com orações e reflexões para reforçar a fé e a coragem nos dias difíceis. Leitura de calma, pra ter por perto e voltar sempre que precisar de força. Leia um trecho do e-book O Silêncio como Resposta Caboclo não grita. Quando ele silencia, é porque já entendeu mais do que as palavras podiam dizer. O silêncio do Caboclo não é vazio. É cheio de resposta. É ali que ele escuta o que o barulho não deixa ouvir. É ali que ele sente o que a fala não consegue explicar. A gente foi acostumado a achar que precisa se explicar o tempo todo, responder tudo, provar quem é. Mas o Caboclo ensina diferente: quem sabe quem é, não precisa convencer ninguém. Frases que ensinam: O silêncio protege mais do que muita fala. Palavra demais confunde. Silêncio acalma. Quando o Caboclo silencia, é porque a alma já respondeu. Nem tudo precisa de resposta. Algumas coisas só precisam ser deixadas pra trás. O silêncio é uma prece disfarçada. Aprender a silenciar também é um tipo de sabedoria. É saber esperar. É saber observar. Se você anda sem saber o que fazer, talvez a resposta não esteja no mundo. Talvez ela esteja aí dentro, esperando um pouco de silêncio pra se revelar. Palavras que Curam Caboclo não fala por falar. Ele fala no tempo certo, com as palavras exatas, aquelas que vão direto no ponto onde a dor mora escondida. Às vezes, uma frase simples cura mais do que mil conselhos. Porque a cura não está só no que se diz, mas no modo como se diz. Na firmeza. No carinho. Na presença. Frases que curam: Estou aqui. E não estou sozinho. Vai passar. E quando passar, você vai estar mais forte. Tem coisa que só o tempo resolve. E tudo bem não saber agora. Eu choro. Isso também é meu jeito de lavar a alma. Não tenho vergonha de recomeçar. Até o sol se deita pra nascer de novo. Quando você estiver em pedaços, procure palavras que acolhem. E quando estiver de pé, seja você a palavra que cura alguém. Quero Comprar

  • Orixás de Frente e do Pano Branco | Pacco

    A cabeça, na Umbanda, é o ponto de conexão com o plano espiritual, como uma antena que sintoniza os Orixás. Neste livro, você entende o que é o Orixá de Frente (ou Orixá de Cabeça), o Orixá Adjuntó, o Orixá Ancestral e os Orixás do Pano Branco (Funfun), com explicações claras sobre Pai e Mãe de Cabeça, Oxalá em suas qualidades de Oxalufã e Oxaguiã, e as Águas de Oxalá. Um guia para entender a estrutura espiritual que direciona a vida na Umbanda. A cabeça, na Umbanda, é o ponto de conexão com o plano espiritual, como uma antena que sintoniza os Orixás. Neste livro, você entende o que é o Orixá de Frente (ou Orixá de Cabeça), o Orixá Adjuntó, o Orixá Ancestral e os Orixás do Pano Branco (Funfun), com explicações claras sobre Pai e Mãe de Cabeça, Oxalá em suas qualidades de Oxalufã e Oxaguiã, e as Águas de Oxalá. Um guia para entender a estrutura espiritual que direciona a vida na Umbanda. Leia um trecho do e-book Na Umbanda, a cabeça é vista como um ponto de conexão com o plano espiritual, algo parecido com uma antena de TV. Assim como a antena capta sinais, a cabeça sintoniza as energias dos Orixás que influenciam diretamente a vida do indivíduo. A Coroa, ou topo da cabeça, é onde essas energias se concentram. É nesse ponto que os Orixás depositam suas forças, direcionando e guiando a pessoa em sua jornada. O Orixá principal associado a coroa é conhecido como Orixá de Cabeça. O Orixá de Cabeça é o responsável por direcionar a vida espiritual, trazendo energias predominantes que influenciam a personalidade, as escolhas e até o destino do indivíduo. Ele também é chamado de Orixá de Frente ou Orixá Regente. O Orixá de Frente, pode ser de polaridade masculina ou feminina, independentemente do gênero da pessoa. Ele atua de forma intensa e contínua, sendo o principal responsável pelos caminhos que o indivíduo seguirá em sua jornada espiritual. Quando é de polaridade masculina é chamado Pai de Cabeça; quando é de polaridade feminina é chamado Mãe de Cabeça. Pai de Cabeça: Quando o Orixá possui polaridade masculina, como Oxalá, Ogum, Xangô, Oxóssi, Omolu ou Exu. Mãe de Cabeça: Quando o Orixá é de polaridade feminina, como Iansã, Oxum, Iemanjá, Nanã ou Obá. Quero Comprar

  • Filhos de Oxóssi | Pacco

    Você já se sentiu como se estivesse à beira de uma floresta invisível, pronto para desbravar o desconhecido? Neste livro sobre os filhos de Oxóssi, o Orixá caçador, senhor das matas e da sabedoria que brota no silêncio, você entende os traços de personalidade, os desafios, os talentos naturais, a vida amorosa e os caminhos profissionais de quem tem Oxóssi como Orixá de Frente. Com origem, sincretismo, símbolos, oferendas e mensagens de Oxóssi, para quem se reconhece filho ou filha da mata. Você já se sentiu como se estivesse à beira de uma floresta invisível, pronto para desbravar o desconhecido? Neste livro sobre os filhos de Oxóssi, o Orixá caçador, senhor das matas e da sabedoria que brota no silêncio, você entende os traços de personalidade, os desafios, os talentos naturais, a vida amorosa e os caminhos profissionais de quem tem Oxóssi como Orixá de Frente. Com origem, sincretismo, símbolos, oferendas e mensagens de Oxóssi, para quem se reconhece filho ou filha da mata. Leia um trecho do e-book Você já se sentiu como se estivesse à beira de uma floresta invisível, pronto para desbravar o desconhecido, com a alma inquieta e o coração cheio de perguntas? Talvez essa sensação venha da energia que Oxóssi desperta em você, o orixá caçador, senhor das matas, das oportunidades e da sabedoria que brota no silêncio da natureza. Oxóssi não é apenas um orixá da caça. Ele é o símbolo da busca. Busca por liberdade, por propósito, por respostas que nem sempre estão visíveis à primeira vista. É aquele que caminha com leveza, mas com foco. Este livro é um convite para você, que talvez já tenha sentido esse chamado da mata. Vamos explorar juntos os traços mais marcantes dos filhos de Oxóssi, seus dons, seus desafios, sua força intuitiva e sua maneira tão especial de ver o mundo. Se você se reconhece como um filho ou filha de Oxóssi, este livro vai te abraçar. Se ainda tem dúvidas, ele vai te provocar a olhar com mais atenção para sua própria essência. A Personalidade dos Filhos de Oxóssi Filho de Oxóssi não é de se mostrar logo de cara. Observa. Escuta. Sente. E só depois se aproxima, com passos calmos, mas certos. Ele não gosta de forçar nada, prefere quando as coisas fluem com naturalidade, como o curso de um rio que conhece seu caminho. Sua personalidade mistura introspecção com presença firme. Ele não precisa gritar para ser notado, nem se impor para ser respeitado. Seu olhar atento, sua postura tranquila e sua fala pausada já dizem muito sobre quem ele é. No dia a dia Os filhos de Oxóssi são naturalmente observadores. Reparam em detalhes que passam despercebidos para os outros. Têm o hábito de analisar antes de agir, de pensar antes de falar, de sentir antes de reagir. Isso os torna estrategistas natos, pessoas que dificilmente agem por impulso. Mas não pense que são frios, pelo contrário, são intensos por dentro. Apenas preferem lidar com a vida com leveza, sem alardes. Talentos naturais Inteligência afiada: têm raciocínio rápido, senso de lógica e facilidade para aprender coisas novas. Criatividade e solução de problemas: encontram saídas onde muitos só veem obstáculos. Autoconfiança silenciosa: não gostam de se exibir, mas sabem o próprio valor. Fidelidade e lealdade: quando confiam em alguém, são fiéis até o fim. Emoções e relações À primeira vista, podem parecer distantes. Mas isso é apenas proteção. Não se abrem facilmente, e não é por medo, é por cautela. Oxóssi ensina a escolher com cuidado quem entra na mata do coração de seus filhos. Quando se sentem seguros, revelam um lado afetuoso, divertido e inspirador. Gostam de rir, de conversar sobre coisas profundas e de cuidar, mesmo que em silêncio. São parceiros fiéis, amigos confiáveis e ótimos ouvintes. Onde se sentem bem? Lugares agitados demais os cansam. Ambientes barulhentos ou cheios de energia confusa os desestabilizam. Precisam de um “cantinho verde”, mesmo que simbólico, um espaço de respiro, um tempo de silêncio, um momento de conexão com a natureza ou consigo mesmos. Ser filho de Oxóssi é ter uma alma que busca. Que observa antes de agir. Que respeita o tempo da vida e aprende com cada caminho percorrido. É ter dentro de si o espírito do caçador e do sábio, que anda leve, mas sempre sabe para onde vai. Okê Arô, meu Pai! Quero Comprar

  • Mensagens de Preto Velho | Pacco

    Tem dias em que o peito aperta e a gente só precisa de uma palavra que console. Neste livro de conforto espiritual, dentro da espiritualidade afro-brasileira e da Umbanda, os Pretos-Velhos, espíritos de anciãos que trazem sabedoria e caridade, reúnem mensagens de luz, uma oração e um benzimento para os dias difíceis: os de dor, saudade, perdão, fé e recomeço. Tem dias em que o peito aperta e a gente só precisa de uma palavra que console. Neste livro de conforto espiritual, dentro da espiritualidade afro-brasileira e da Umbanda, os Pretos Velhos, espíritos de anciãos que trazem sabedoria e caridade, reúnem mensagens de luz, uma oração e um benzimento para os dias difíceis: os de dor, saudade, perdão, fé e recomeço. Palavras simples, de quem já sofreu e levantou, para acolher, dar força e ajudar na superação, pra ter por perto e voltar sempre que o coração pedir. Leia um trecho do e-book Meus fio… Se você chegou até aqui, é porque talvez o seu coração esteja apertado. Talvez esteja sentindo um peso no peito, uma saudade sem nome, uma tristeza sem hora pra passar. E eu quero te dizer, com toda a humildade que carrego: você não está sozinho. Nesta vida, todo mundo passa por dias difíceis. Tem hora em que a dor chega sem avisar, e parece que o mundo ficou escuro. Mas é nessas horas que a luz dos Pretos Velhos se acende mais forte. Essas palavras que você vai ler não são apenas frases bonitas. São conselhos antigos, vindos de quem já sofreu, já caiu, já chorou… mas também levantou, perdoou, e caminhou com fé. São mensagens para aquecer sua alma como um cafezinho fresco feito no fogão à lenha, com carinho e esperança. Cada linha aqui é um sopro de luz, uma mão estendida, uma vela acesa no escuro da sua dor. Pode entrar, meu fio, minha fia. Sente aqui pertinho. Vamos conversar um pouquinho. Adorei as almas. Quando tudo parecer perdido, escute o silêncio do coração Tem dia que a gente olha pro céu e parece que até Deus se esqueceu da gente. A gente reza, pede, chora… e tudo continua igual. O mundo fica sem cor, o corpo pesa, e a alma se cala. Mas vou te contar um segredo que os Pretos-Velhos me ensinaram lá no terreiro, debaixo da gameleira: o silêncio também fala. E às vezes, é nele que moram as respostas. Quando tudo parecer perdido, não se desespere. Fique quietinho um pouco. Respire fundo. Coloque a mão no peito e escute o som do seu coração. Ele tem uma sabedoria antiga, uma conexão direta com o Divino. E mesmo quando o mundo faz barulho demais, o coração sussurra o caminho. A alma da gente é como uma lamparina. Quando o vento da tristeza sopra forte, parece que a chama vai apagar. Mas se a gente protege com as mãos da fé, ela continua acesa… mesmo fraquinha, ela continua viva. Não é no grito que a fé se mostra. É na paciência. Não é na pressa que a cura vem. É na entrega. E não é nos outros que a força mora. É dentro de você. Confia. A estrada pode estar torta, mas o guia que te acompanha sabe muito bem onde está te levando. A fé que levanta da cama Tem manhã que a gente acorda, mas não levanta. O corpo até sai da cama, mas a alma fica lá, enrolada no cobertor da tristeza. Tudo pesa: os olhos, os ombros, a vida. E é nessas horas que a fé mais se faz necessária. Não aquela fé grandona, que faz milagre e move montanhas… mas a fé miudinha, aquela que dá só o passinho de hoje. A fé que levanta da cama é feita de pequenos gestos: Tomar um café e agradecer. Abrir a janela pra ver a luz entrar. Colocar os pés no chão e lembrar que você ainda está aqui. Os Pretos-Velhos sempre dizem: “Quem não pode com a carga, não recebe o fardo.” É nos dias escuros que aprendemos a acender a vela por dentro. Não se cobre tanto, meu filho, minha filha. Um passo de cada vez. Uma manhã por dia. E quando faltar forças… peça. Os guias escutam. Deus escuta. E até o silêncio te responde. Você vai ver: a fé levanta da cama, e, um dia, ela até dança com a gente no quintal. Quero Comprar

  • Falangeiros, Capangueiros e Guia Chefe | Pacco

    Orixá, Falangeiro, Capangueiro: entender essa hierarquia espiritual muda o jeito de olhar para o terreiro. Neste livro sobre a estrutura espiritual da Umbanda, você entende o que são Falangeiros e Capangueiros, com exemplos como Ogum Beira-Mar, Ogum Megê e Ogum Rompe-Mato, além do papel do Guia Chefe. Explicações claras, com uma analogia militar que torna tudo fácil de entender, sem nenhuma conotação de violência. Orixá, Falangeiro, Capangueiro: entender essa hierarquia espiritual muda o jeito de olhar para o terreiro. Neste livro sobre a estrutura espiritual da Umbanda, você entende o que são Falangeiros e Capangueiros, com exemplos como Ogum Beira-Mar, Ogum Megê e Ogum Rompe-Mato, além do papel do Guia Chefe. Explicações claras, com uma analogia militar que torna tudo fácil de entender, sem nenhuma conotação de violência. Leia um trecho do e-book Neste livro, você aprenderá que, na Umbanda, um Falangeiro é reconhecido como tal porque recebe o nome do Orixá seguido de um “sobrenome” especial, que representa a falange (ou legião) que ele lidera. Por exemplo, Ogum Beira-Mar é um Falangeiro de Ogum. É importante entender que cada Falangeiro lidera apenas sua própria falange e não comanda os outros Falangeiros. Ou seja, Ogum Beira-Mar lidera sua falange, e dentro dela existem espíritos que se apresentam com nomes específicos, como Ogum Sete Ondas, Ogum Sete Mares, entre outros. Esses nomes representam variações dentro da mesma vibração de Beira-Mar, mas eles não são Falangeiros independentes. Para facilitar a compreensão de como funcionam os Falangeiros e Capangueiros dentro da Umbanda, podemos fazer uma analogia com uma tropa militar. Imagine que o Orixá seja o comandante supremo, como se fosse o marechal de um exército, a figura de liderança maior. Os Falangeiros seriam os generais, ou seja, são as entidades espirituais de alta autoridade e responsabilidade. Eles são os responsáveis por comandar e orientar as outras entidades espirituais que trabalham com o Orixá e que estão sob sua direção. Abaixo dos Falangeiros, temos os Capangueiros, que podem ser comparados aos soldados ou operacionais dessa tropa. Eles são os espíritos desencarnados que se manifestam fisicamente no Terreiro, com a missão de realizar o trabalho prático e direto com os médiuns e assistidos. Embora, na analogia, os Capangueiros sejam comparados a soldados, essa comparação é apenas para ilustrar a hierarquia e o tipo de tarefa que eles executam; não há nenhuma conotação de violência ou beligerância em seu trabalho espiritual. O que são Falangeiro e Capangueiro Falangeiro, também conhecido como Orixá Menor, é uma entidade de alta autoridade espiritual que segue as orientações de um Orixá. Os Falangeiros são os líderes das legiões espirituais que atuam em sintonia com a energia do Orixá ao qual estão subordinados. Esses espíritos, quando incorporados nos médiuns nos Terreiros, não se comunicam verbalmente, não usam bebidas ou fumo, e não participam de consultas com os assistidos. Sua principal função é trabalhar pela harmonia do ambiente espiritual do Terreiro, removendo energias negativas e promovendo o progresso e o equilíbrio dos médiuns que ali atuam. O Capangueiro, por sua vez, é um espírito desencarnado que segue a orientação direta de um Falangeiro. Essas entidades são as que se manifestam fisicamente nos Terreiros, interagindo com os assistidos, oferecendo consultas e utilizando elementos como fumo e bebidas, quando necessário. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Laroyê, Exu. Mojubá! | Pacco

    Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Leia um trecho do e-book Nota Introdutória Este livro é dedicado à força de Exu, o Guardião que abre caminhos, protege, ensina e transforma. Neste livro trago reflexões e ensinamentos voltados para todos que desejam compreender quem é Exu, tanto como Orixá de origem africana quanto como entidade espiritual na Umbanda. Falamos sobre suas origens, símbolos, atuações, ensinamentos e a importância do respeito à diversidade religiosa. Aqui, o objetivo é oferecer conhecimento com simplicidade, desmistificando e esclarecendo com verdade. Este livro foi escrito com linguagem acessível, direta e respeitosa, para que cada leitura seja também um passo de aprendizado e despertar. Laroyê, Exu! Que ele abra seus caminhos com luz e verdade. *** Exu não é o diabo É fundamental reforçar: Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem da visão cristã imposta durante o período colonial, que rotulou como “do mal” tudo o que não se encaixava na sua teologia. A figura do demônio pertence à tradição cristã, e não existe nas religiões africanas. Nas tradições afro-brasileiras, Exu é parte do sagrado. É energia que movimenta, guia que orienta, ponte que liga o mundo espiritual ao mundo dos homens. É justiça, transformação e proteção. Infelizmente, até hoje, Exu sofre preconceito e desinformação. Mas quem conhece sua verdadeira essência, sabe que ele é um dos maiores aliados espirituais que alguém pode ter. *** Perguntas e Respostas O que é linha de esquerda na Umbanda? Na Umbanda, a linha da esquerda é formada por entidades que lidam com energias densas, pesadas, que exigem firmeza e autoridade para serem transformadas. São guardiões que atuam diretamente na limpeza espiritual, corte de demandas, desbloqueio de caminhos e enfrentamento de forças negativas. Exus e Pombagiras fazem parte dessa linha, e sua missão é ajudar, com disciplina, amor e verdade, aqueles que os procuram. Por que pecado e diabo não fazem parte das religiões afro-brasileiras? Porque essas tradições não trabalham com os mesmos conceitos do cristianismo. A ideia de “pecado”, “culpa” ou “castigo eterno” não existe nesse contexto. Em vez disso, fala-se em equilíbrio, responsabilidade, ancestralidade e respeito à natureza e à coletividade. As religiões afro-brasileiras não impõem medo, mas ensinam que tudo que fazemos volta para nós, pelo bem ou pelo mal. O que importa é viver com consciência, respeito e verdade. A espiritualidade afro-brasileira valoriza a individualidade? Sim. Cada pessoa tem um caminho próprio, um Orixá de cabeça, uma missão individual. Mas essa liberdade está sempre acompanhada da responsabilidade. O importante é viver em paz com os outros, com a comunidade, com a natureza e com o mundo espiritual. Quero Comprar

  • Organização, Cargos, Práticas na Umbanda | Pacco

    Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Leia um trecho do e-book Este livro nasceu da vontade de organizar e explicar, com simplicidade, o funcionamento interno básico de um Terreiro de Umbanda, desde a liderança espiritual até o som do atabaque que embala os pontos cantados. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre compreende o que está acontecendo ali, quem são as pessoas que conduzem a cerimônia ou por que a música tem tanta força. Pensando nisso, reuni aqui informações simples e essenciais. Você vai conhecer o papel de cada dirigente espiritual, o Pai de Santo, a Mãe de Santo, o Pai Pequeno, a Mãe Pequena, e entender como se estrutura a hierarquia no Terreiro. Vai descobrir também a importância do Cambone, do Curimbeiro (ou Ogã), do atabaque e da engoma. Falo também sobre a força da música na Umbanda. Os pontos cantados não são apenas canções, são orações em forma de melodia, carregadas de axé e intenção. Para explicar: Ponto de Ogum Iara Uma das questões que surge com frequência é a interpretação de certos versos de Pontos Terrenos, como o exemplo do Ponto de Ogum Iara. “Se meu pai é Ogum, vencedor de demanda, Quando vem de Aruanda é pra salvar filhos de Umbanda. Ogum, Ogum, Ogum Iara, Salve os campos de batalha, salve a Sereia do Mar.” A dúvida surge ao se deparar com a frase “Salve os campos de batalha”, o que poderia ser interpretado como uma exaltação à violência. O Ponto de Ogum Iara defende a violência? Não, a Umbanda não defende e jamais incentivaria a violência. A música que exalta Ogum Iara e menciona “salve os campos de batalha” deve ser entendida de maneira simbólica. O termo “campos de batalha” refere-se às lutas internas que todos enfrentam no dia a dia. Essas batalhas não são físicas, mas sim espirituais e emocionais. O que representa os “campos de batalha” no contexto do Ponto de Ogum Iara? Os “campos de batalha” representam a luta constante do ser humano contra suas próprias imperfeições. Trata-se da luta interna para superar vícios, inclinações negativas e desafios pessoais, como inveja, ciúmes, apegos e mesquinharias. Essas batalhas internas são necessárias para o crescimento espiritual, e, ao vencer essas dificuldades, o indivíduo se aproxima da Luz, encontra a paz interior e, consequentemente, a harmonia nas relações familiares e sociais. Por que o Ponto de Ogum Iara é considerado uma homenagem ao Orixá e não à violência? Ogum é um Orixá de força, coragem e superação. Sua representação está ligada ao enfrentamento das adversidades e à vitória sobre os obstáculos da vida. Ao saudar os “campos de batalha”, o Ponto faz referência ao caminho de luta espiritual e pessoal que todos precisam trilhar, e não a uma glorificação da violência externa. A Sereia do Mar, mencionada no ponto, saúda Iemanjá, simbolizando a serenidade e a purificação das águas, representando a busca pelo equilíbrio e pela paz. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • As Vibrações dos Orixás | Pacco

    Cada Orixá tem uma vibração única, e entender essas vibrações aproxima a gente do sagrado. Neste guia de conexão espiritual com a natureza, dentro da Umbanda, você entende como os Orixás se ligam aos elementos naturais, como suas energias se combinam em vez de competir, e desfaz mitos comuns, como a ideia de “briga de Orixá”. Um livro para compreender o axé, a harmonia entre os Orixás e as vibrações de cada um cultuado na Umbanda. Cada Orixá tem uma vibração única, e entender essas vibrações aproxima a gente do sagrado. Neste guia de conexão espiritual com a natureza, dentro da Umbanda, você entende como os Orixás se ligam aos elementos naturais, como suas energias se combinam em vez de competir, e desfaz mitos comuns, como a ideia de “briga de Orixá”. Um livro para compreender o axé, a harmonia entre os Orixás e as vibrações de cada um cultuado na Umbanda. Leia um trecho do e-book Muitas vezes, ouve-se a ideia de que um Orixá está “brigando com outro pela cabeça do filho”. Essa ideia é completamente equivocada e, na verdade, não faz sentido na Umbanda. Não existe “briga” entre os Orixás, nem competição entre eles. Não há um Orixá mais poderoso ou mais importante que outro. Todos os Orixás, como forças da natureza, atuam em perfeito equilíbrio e colaboração. Cada Orixá tem uma energia única e atua em um aspecto específico da criação divina. Eles não interferem negativamente nas atividades uns dos outros. O que ocorre, na verdade, é uma interação harmoniosa, na qual as energias se complementam. Como as energias dos Orixás se complementam Para entender, vamos usar um exemplo que ocorre frequentemente nas manifestações espirituais na Umbanda: a atuação dos Caboclos. Caboclos e a Energia das Matas Todos os Caboclos trazem consigo a energia das matas, a qual é a vibração de Oxóssi, o Orixá das florestas e da caça. No entanto, cada Caboclo pode ser ainda mais influenciado por outros Orixás. Caboclo Rompe Mata Por exemplo, existem Caboclos que trazem a vibração de Ogum, o Orixá da guerra e da luta. Quando a energia de Oxóssi (representando as matas) se combina com a energia de Ogum (representando a força e a batalha), temos uma nova manifestação espiritual: o Caboclo Rompe Mato. Nesse caso, as energias de Oxóssi e Ogum não se anulam nem competem entre si, mas se fundem, criando uma nova vibração, uma nova força espiritual. Isso pode ser entendido como uma “mistura” das energias, mas é importante entender que ambas as energias, a de Oxóssi e a de Ogum, continuam presentes em sua essência. Elas se combinam, mas não se perdem e muito menos brigam entre si. Quero Comprar

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