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56 Suchergebnisse gefunden

  • Livros sobre Orixás – Umbanda e Candomblé

    Livros sobre Orixás na Umbanda e no Candomblé: atributos, oferendas, cores, rituais e filhos de santo. Títulos para iniciantes e praticantes. Umbanda e Espiritualidade Livro 1 Se você quer entender a Umbanda de verdade, sem complicação, sem mistificação e sem preconceito, este é o seu livro de entrada. Leia um trecho Livro 2 Um guia claro para compreender a mediunidade na Umbanda. Apresenta fundamentos e caminhos para desenvolver seus dons com equilíbrio. Leia um trecho Livro 3 Um convite ao autoconhecimento através dos Orixás. Descubra como suas energias influenciam sua vida e sua evolução espiritual. Leia um trecho Livro 4 Cada gesto no Terreiro tem significado. Ritos, cantos e elementos formam uma liturgia viva que conecta o material ao espiritual com propósito. Leia um trecho Ervas na prática espiritual. Descubra como preparar banhos, defumações e rituais para limpeza, proteção e equilíbrio energético. Leia um trecho Um romance espiritual que emociona e revela os mistérios da Umbanda. Uma história envolvente sobre fé e transformação. Leia um trecho Um guia de dúvidas com mais de 80 perguntas reais sobre identidade, práticas, mediunidade, ética e racismo religioso. Leia um trecho Ela ri, dança, fuma e não pede desculpas. Tudo o que você sempre quis saber sobre Pomba Gira, sem preconceito, com respeito. Leia um trecho Um conteúdo direto para compreender o trabalho dos Exus. Aprenda sua atuação com segurança, respeito e consciência espiritual. Leia um trecho Descubra a essência de Zé Pelintra, entidade de luz e proteção. Conheça sua atuação como guia e defensor dos caminhos. Leia um trecho Conheça Exu de forma clara e respeitosa. Um guia que revela sua verdadeira atuação, desmistificando e mostrando sua importância. Leia um trecho Uma visão clara sobre os rituais, símbolos e práticas sagradas que sustentam a tradição e fortalecem a conexão espiritual. Leia um trecho Um guia essencial que apresenta a estrutura do Terreiro, explicando funções, responsabilidades e a vivência prática dentro da Umbanda. Leia um trecho Uma reflexão sobre as origens da Umbanda e seus mistérios. O livro convida a olhar além da história conhecida e explorar sentidos mais profundos. Leia um trecho Explore o significado dos elementos sagrados, suas funções espirituais e como atuam na proteção e no equilíbrio energético. Leia um trecho Entenda o verdadeiro significado das oferendas, seus fundamentos espirituais e como são utilizadas com consciência dentro da Umbanda. Leia um trecho Conheça os gestos, posturas e comportamentos que expressam respeito, disciplina e harmonia dentro da prática umbandista. Leia um trecho Você vai aprender o significado simbólico e espiritual de cada ritual, as folhas indicadas para cada Orixá e cada finalidade. Leia um trecho Queimar ervas é conhecimento: saber o que cada planta faz e por que a sequência importa. Um guia prático. Leia um trecho Descubra como as energias dos Orixás influenciam sua vida. Um caminho para entender suas vibrações e alinhar sua jornada espiritual. Leia um trecho Compreenda as forças que acompanham sua jornada espiritual. Este guia revela o papel dos Orixás que atuam desde o nascimento. Leia um trecho Orixás pouco conhecidos dentro da Umbanda. Entenda sua importância, simbolismo e força espiritual. Leia um trecho Conheça os principais Orixás cultuados na Umbanda. Entenda suas forças, características e como atuam na vida espiritual. Leia um trecho Entenda a organização espiritual das linhas de trabalho. Conheça as funções e hierarquias que sustentam a atuação dos guias. Leia um trecho Conheça a força, a alegria e a sabedoria dessas entidades. Cada linha atua trazendo proteção, movimento e equilíbrio na vida espiritual. Leia um trecho

  • Mensagens de Preto Velho | Pacco

    Tem dias em que o peito aperta e a gente só precisa de uma palavra que console. Neste livro de conforto espiritual, dentro da espiritualidade afro-brasileira e da Umbanda, os Pretos-Velhos, espíritos de anciãos que trazem sabedoria e caridade, reúnem mensagens de luz, uma oração e um benzimento para os dias difíceis: os de dor, saudade, perdão, fé e recomeço. Tem dias em que o peito aperta e a gente só precisa de uma palavra que console. Neste livro de conforto espiritual, dentro da espiritualidade afro-brasileira e da Umbanda, os Pretos Velhos, espíritos de anciãos que trazem sabedoria e caridade, reúnem mensagens de luz, uma oração e um benzimento para os dias difíceis: os de dor, saudade, perdão, fé e recomeço. Palavras simples, de quem já sofreu e levantou, para acolher, dar força e ajudar na superação, pra ter por perto e voltar sempre que o coração pedir. Leia um trecho do e-book Meus fio… Se você chegou até aqui, é porque talvez o seu coração esteja apertado. Talvez esteja sentindo um peso no peito, uma saudade sem nome, uma tristeza sem hora pra passar. E eu quero te dizer, com toda a humildade que carrego: você não está sozinho. Nesta vida, todo mundo passa por dias difíceis. Tem hora em que a dor chega sem avisar, e parece que o mundo ficou escuro. Mas é nessas horas que a luz dos Pretos Velhos se acende mais forte. Essas palavras que você vai ler não são apenas frases bonitas. São conselhos antigos, vindos de quem já sofreu, já caiu, já chorou… mas também levantou, perdoou, e caminhou com fé. São mensagens para aquecer sua alma como um cafezinho fresco feito no fogão à lenha, com carinho e esperança. Cada linha aqui é um sopro de luz, uma mão estendida, uma vela acesa no escuro da sua dor. Pode entrar, meu fio, minha fia. Sente aqui pertinho. Vamos conversar um pouquinho. Adorei as almas. Quando tudo parecer perdido, escute o silêncio do coração Tem dia que a gente olha pro céu e parece que até Deus se esqueceu da gente. A gente reza, pede, chora… e tudo continua igual. O mundo fica sem cor, o corpo pesa, e a alma se cala. Mas vou te contar um segredo que os Pretos-Velhos me ensinaram lá no terreiro, debaixo da gameleira: o silêncio também fala. E às vezes, é nele que moram as respostas. Quando tudo parecer perdido, não se desespere. Fique quietinho um pouco. Respire fundo. Coloque a mão no peito e escute o som do seu coração. Ele tem uma sabedoria antiga, uma conexão direta com o Divino. E mesmo quando o mundo faz barulho demais, o coração sussurra o caminho. A alma da gente é como uma lamparina. Quando o vento da tristeza sopra forte, parece que a chama vai apagar. Mas se a gente protege com as mãos da fé, ela continua acesa… mesmo fraquinha, ela continua viva. Não é no grito que a fé se mostra. É na paciência. Não é na pressa que a cura vem. É na entrega. E não é nos outros que a força mora. É dentro de você. Confia. A estrada pode estar torta, mas o guia que te acompanha sabe muito bem onde está te levando. A fé que levanta da cama Tem manhã que a gente acorda, mas não levanta. O corpo até sai da cama, mas a alma fica lá, enrolada no cobertor da tristeza. Tudo pesa: os olhos, os ombros, a vida. E é nessas horas que a fé mais se faz necessária. Não aquela fé grandona, que faz milagre e move montanhas… mas a fé miudinha, aquela que dá só o passinho de hoje. A fé que levanta da cama é feita de pequenos gestos: Tomar um café e agradecer. Abrir a janela pra ver a luz entrar. Colocar os pés no chão e lembrar que você ainda está aqui. Os Pretos-Velhos sempre dizem: “Quem não pode com a carga, não recebe o fardo.” É nos dias escuros que aprendemos a acender a vela por dentro. Não se cobre tanto, meu filho, minha filha. Um passo de cada vez. Uma manhã por dia. E quando faltar forças… peça. Os guias escutam. Deus escuta. E até o silêncio te responde. Você vai ver: a fé levanta da cama, e, um dia, ela até dança com a gente no quintal. Quero Comprar

  • O Horla | Pacco

    Leia O Horla, de Guy de Maupassant, em tradução contemporânea de Eliana Pacco: português claro e fluido, fiel à força do original. Em forma de diário, um homem sente uma presença invisível invadir sua casa, beber sua água à noite e tomar aos poucos o controle de sua mente. Seria um ser sobrenatural, vindo para suceder a humanidade, ou o próprio narrador enlouquecendo? Uma obra-prima do terror psicológico que inspirou Lovecraft. Leia um trecho do e-book 25 de maio Nada mudou! Meu estado, realmente, é bizarro. À medida que a noite se aproxima, uma inquietação incompreensível me invade, como se a noite escondesse uma ameaça terrível para mim. Janto rapidamente, depois tento ler; mas as palavras não fazem sentido; mal consigo distinguir as letras. Caminho de um lado para o outro na minha sala, sob a opressão de um medo vago e irresistível, o medo do sono e o medo da cama. Por volta das dez horas, subo para o meu quarto. Assim que entro, dou duas voltas na chave e fecho os ferrolhos; tenho medo... de quê? Eu não temia nada até agora... abro os armários, olho debaixo da cama; escuto... escuto... o quê? É estranho como um simples mal-estar, talvez um distúrbio na circulação, uma irritação de um nervo, uma leve congestão, uma perturbadora alteração no funcionamento tão imperfeito e delicado da nossa máquina viva, possa transformar o homem mais alegre em um melancólico, e o mais corajoso em um covarde! Então, me deito e espero o sono como se estivesse esperando o algoz. O aguardo com a mesma aflição com que se espera sua chegada; e meu coração bate, minhas pernas tremem; meu corpo inteiro se agita nos lençóis, até o momento em que caio repentinamente no descanso, como se caísse em um abismo de água estagnada. Não o sinto chegar, como antes, esse sono traiçoeiro, que me espreita, que vai me agarrar pela cabeça, me fechar os olhos, me aniquilar. Durmo — por muito tempo — duas ou três horas — então um sonho — não, um pesadelo me aperta. Sinto claramente que estou deitado e dormindo... sei disso e sinto isso... e também sinto que alguém se aproxima de mim, me olha, me toca, sobe na minha cama, se ajoelha sobre o meu peito, me pega pelo pescoço e aperta... aperta... com toda sua força, para me estrangular. Eu me debato, preso por essa terrível impotência que nos paralisa nos sonhos; quero gritar, — não posso! — quero me mover, — não posso! — tento, com terríveis esforços, ofegante, me virar, empurrar esse ser que me sufoca e me aperta, — não consigo! A presença apenas começou a se manifestar. O que ela quer, e o que fará com ele, é o pesadelo que se abre a partir daqui. Quero Comprar

  • A Metamorfose | Pacco

    Leia A Metamorfose, de Franz Kafka, em tradução contemporânea de Eliana Pacco: português claro e fluido, fiel à força do original. Numa manhã comum, o caixeiro-viajante Gregor Samsa acorda transformado num inseto monstruoso, e sua maior aflição não é a nova forma, mas chegar atrasado ao trabalho. Um clássico perturbador sobre alienação, família e o valor de uma pessoa quando ela deixa de ser útil. Leia um trecho do e-book Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado de costas, tão duras que pareciam revestidas de metal, e ao levantar um pouco a cabeça viu o abdômen arredondado, com uma coloração castanha e dividido em partes encurvadas, endurecidas, sobre o qual o cobertor dificilmente mantinha a posição e estava a ponto de escorregar. Comparadas com o resto do corpo, as inúmeras perninhas, que eram ridiculamente finas, agitavam-se frenéticas diante de seus olhos. — Que me aconteceu? — pensou. Não era nenhum sonho. O quarto, um comum quarto humano bastante simples, ali estava, como de costume, entre as quatro paredes que lhe eram familiares. Por cima da mesa onde estava deitado, desembrulhada e em completa desordem, várias amostras de roupas: Samsa era caixeiro-viajante. Estava pendurada a fotografia que recentemente recortara de uma revista ilustrada e colocara numa vistosa moldura dourada. Mostrava uma senhora, de chapéu e estola de peles, rigidamente sentada, exibindo ao espectador um enorme regalo de peles, onde o antebraço sumia! Gregor desviou então a vista para a janela e distinguiu o céu nublado. Ouvia os pingos de chuva batendo na calha da janela e isso o fez sentir-se bastante melancólico. Não seria melhor dormir um pouco e esquecer todo este delírio? — pensou. Mas era impossível, estava habituado a dormir para o lado direito e, na presente situação, não podia virar-se. Por mais que se esforçasse para inclinar o corpo para a direita, tornava sempre a virar, ficando de costas. Tentou, pelo menos, cem vezes, fechando os olhos para evitar ver as perninhas a debaterem-se, e só desistiu quando começou a sentir no flanco uma ligeira dor entorpecida que nunca antes experimentara. — Oh, meu Deus, pensou, que trabalho tão cansativo escolhi! Viajar, dia sim, dia não. É um trabalho muito mais irritante do que o trabalho do escritório propriamente dito, e ainda por cima há ainda o desconforto de estar sempre viajando, preocupado com as baldeações dos trens, com a cama e com as refeições irregulares, com encontros casuais, que são sempre novos e nunca se tornam amigos íntimos. Diabos levem tudo isto! Sentiu uma leve comichão na barriga; arrastou-se lentamente sobre as costas, mais para cima na cama, de modo a conseguir mexer mais facilmente a cabeça, e identificou o local da comichão que estava rodeado de uma série de pequenas manchas brancas cuja natureza não compreendeu no momento, e fez menção de tocar lá com uma perna, mas imediatamente a retirou, pois, ao seu contato, sentiu-se percorrido por um arrepio gelado. Voltou a deixar-se escorregar para a posição inicial. A família ainda não sabe o que há atrás da porta. O que acontece quando eles descobrem é o coração do livro. Quero Comprar

  • Laroyê, Exu. Mojubá! | Pacco

    Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem de uma visão que não é a da Umbanda. Neste livro sobre Exu na Umbanda e no Candomblé, você entende suas origens, símbolos e atuações, desfaz o preconceito construído no período colonial e conhece a linha de esquerda, os diferentes Exus e suas especialidades. Linguagem acessível, direta e respeitosa, para desmistificar e esclarecer com verdade quem é o Guardião que abre caminhos. Leia um trecho do e-book Nota Introdutória Este livro é dedicado à força de Exu, o Guardião que abre caminhos, protege, ensina e transforma. Neste livro trago reflexões e ensinamentos voltados para todos que desejam compreender quem é Exu, tanto como Orixá de origem africana quanto como entidade espiritual na Umbanda. Falamos sobre suas origens, símbolos, atuações, ensinamentos e a importância do respeito à diversidade religiosa. Aqui, o objetivo é oferecer conhecimento com simplicidade, desmistificando e esclarecendo com verdade. Este livro foi escrito com linguagem acessível, direta e respeitosa, para que cada leitura seja também um passo de aprendizado e despertar. Laroyê, Exu! Que ele abra seus caminhos com luz e verdade. *** Exu não é o diabo É fundamental reforçar: Exu não tem nada a ver com o diabo. A confusão vem da visão cristã imposta durante o período colonial, que rotulou como “do mal” tudo o que não se encaixava na sua teologia. A figura do demônio pertence à tradição cristã, e não existe nas religiões africanas. Nas tradições afro-brasileiras, Exu é parte do sagrado. É energia que movimenta, guia que orienta, ponte que liga o mundo espiritual ao mundo dos homens. É justiça, transformação e proteção. Infelizmente, até hoje, Exu sofre preconceito e desinformação. Mas quem conhece sua verdadeira essência, sabe que ele é um dos maiores aliados espirituais que alguém pode ter. *** Perguntas e Respostas O que é linha de esquerda na Umbanda? Na Umbanda, a linha da esquerda é formada por entidades que lidam com energias densas, pesadas, que exigem firmeza e autoridade para serem transformadas. São guardiões que atuam diretamente na limpeza espiritual, corte de demandas, desbloqueio de caminhos e enfrentamento de forças negativas. Exus e Pombagiras fazem parte dessa linha, e sua missão é ajudar, com disciplina, amor e verdade, aqueles que os procuram. Por que pecado e diabo não fazem parte das religiões afro-brasileiras? Porque essas tradições não trabalham com os mesmos conceitos do cristianismo. A ideia de “pecado”, “culpa” ou “castigo eterno” não existe nesse contexto. Em vez disso, fala-se em equilíbrio, responsabilidade, ancestralidade e respeito à natureza e à coletividade. As religiões afro-brasileiras não impõem medo, mas ensinam que tudo que fazemos volta para nós, pelo bem ou pelo mal. O que importa é viver com consciência, respeito e verdade. A espiritualidade afro-brasileira valoriza a individualidade? Sim. Cada pessoa tem um caminho próprio, um Orixá de cabeça, uma missão individual. Mas essa liberdade está sempre acompanhada da responsabilidade. O importante é viver em paz com os outros, com a comunidade, com a natureza e com o mundo espiritual. Quero Comprar

  • O retrato de Dorian Gray | Pacco

    O Retrato de Dorian Gray é o único romance de Oscar Wilde e uma das obras mais controversas e fascinantes da literatura mundial. O que poucos leitores sabem é que existem duas versões do texto: a versão original, de 1890, e a versão revisada, de 1891. A versão de 1890, composta por treze capítulos, foi publicada na Lippincott’s Monthly Magazine e escandalizou a sociedade vitoriana pela ousadia de seus temas e pela intensidade de suas insinuações. Nela, Basil Hallward confessa abertamente seu sentimento por Dorian, Lord Henry profere paradoxos ainda mais provocadores, e o desfecho se apresenta de forma crua e direta, sem moralismos. Em 1891, pressionado por severas críticas, Wilde revisou e expandiu a obra para vinte capítulos, acrescentando personagens, suavizando diálogos e incluindo o famoso prefácio com aforismos sobre a arte. Essa segunda versão tornou-se a "oficial" por mais de um século. Esta edição traz a tradução integral da versão original de 1890, sem cortes nem filtros, oferecendo ao leitor a experiência autêntica que chocou a Inglaterra vitoriana — incluindo trechos cortados pelo editor da época devidamente restaurados. Leia um trecho do e-book Dorian não respondeu, mas passou diante do quadro e se virou para ele. Quando o viu, recuou, e suas faces foram tingidas por um momento com prazer. Uma centelha de alegria entrou em seus olhos, como se ele houvesse se reconhecido pela primeira vez. Ficou ali parado, imóvel e em assombro, vagamente consciente de que Hallward lhe falava, mas não captando o sentido das palavras. A sensação de sua própria beleza veio sobre ele como uma revelação. Nunca a havia sentido antes. Os elogios de Basil Hallward lhe haviam parecido as exageradas adulações da amizade. Havia-os ouvido, rira deles, os esquecera. Eles não o haviam influenciado. Então havia chegado Lord Henry Wotton, com seu estranho panegírico à juventude, sua terrível advertência sobre sua brevidade. Isso o havia agitado na época, e agora, ao ficar ali olhando para a sombra de sua própria beleza, a plena realidade da descrição o iluminou. Sim, viria um dia em que seu rosto estaria enrugado e definhado, seus olhos opacos e sem cor, a graça de sua figura quebrada e deformada. O vermelho desapareceria de seus lábios, e o ouro seria roubado de seu cabelo. A vida que devia fazer sua alma iria destruir seu corpo. Tornaria-se ignóbil, hediondo e grosseiro. Ao pensar nisso, uma pontada aguda de dor o atingiu como uma faca e fez cada delicada fibra de sua natureza tremer. Seus olhos aprofundaram-se em ametista, e uma névoa de lágrimas veio sobre eles. Sentiu como se uma mão de gelo houvesse sido posta sobre seu coração. — Você não gosta? — exclamou Hallward por fim, um pouco picado pelo silêncio do rapaz e sem entender o que significava. — Claro que ele gosta — disse Lord Henry. — Quem não gostaria? É uma das principais coisas da arte moderna. Darei qualquer coisa que você pedir por ele. Preciso tê-lo. — Não é minha propriedade, Harry. — De quem é a propriedade? — De Dorian, é claro — respondeu Hallward. — Ele é um sujeito muito sortudo. — Que tristeza! — murmurou Dorian Gray com os olhos ainda fixos em seu próprio retrato. — Que tristeza! Vou ficar velho, horrível e assustador. Mas este quadro continuará sempre jovem. Nunca será mais velho do que este dia particular de junho… se fosse ao contrário! Se eu pudesse ser sempre jovem, e o quadro ficasse velho! Para isso — para isso eu daria tudo! Sim, não há nada no mundo inteiro que eu não daria! Daria minha alma por isso! Dorian acaba de fazer o desejo que vai reger sua vida. O que o retrato revela nos anos seguintes é o coração deste clássico. Quero Comprar

  • Organização, Cargos, Práticas na Umbanda | Pacco

    Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Leia um trecho do e-book Este livro nasceu da vontade de organizar e explicar, com simplicidade, o funcionamento interno básico de um Terreiro de Umbanda, desde a liderança espiritual até o som do atabaque que embala os pontos cantados. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre compreende o que está acontecendo ali, quem são as pessoas que conduzem a cerimônia ou por que a música tem tanta força. Pensando nisso, reuni aqui informações simples e essenciais. Você vai conhecer o papel de cada dirigente espiritual, o Pai de Santo, a Mãe de Santo, o Pai Pequeno, a Mãe Pequena, e entender como se estrutura a hierarquia no Terreiro. Vai descobrir também a importância do Cambone, do Curimbeiro (ou Ogã), do atabaque e da engoma. Falo também sobre a força da música na Umbanda. Os pontos cantados não são apenas canções, são orações em forma de melodia, carregadas de axé e intenção. Para explicar: Ponto de Ogum Iara Uma das questões que surge com frequência é a interpretação de certos versos de Pontos Terrenos, como o exemplo do Ponto de Ogum Iara. “Se meu pai é Ogum, vencedor de demanda, Quando vem de Aruanda é pra salvar filhos de Umbanda. Ogum, Ogum, Ogum Iara, Salve os campos de batalha, salve a Sereia do Mar.” A dúvida surge ao se deparar com a frase “Salve os campos de batalha”, o que poderia ser interpretado como uma exaltação à violência. O Ponto de Ogum Iara defende a violência? Não, a Umbanda não defende e jamais incentivaria a violência. A música que exalta Ogum Iara e menciona “salve os campos de batalha” deve ser entendida de maneira simbólica. O termo “campos de batalha” refere-se às lutas internas que todos enfrentam no dia a dia. Essas batalhas não são físicas, mas sim espirituais e emocionais. O que representa os “campos de batalha” no contexto do Ponto de Ogum Iara? Os “campos de batalha” representam a luta constante do ser humano contra suas próprias imperfeições. Trata-se da luta interna para superar vícios, inclinações negativas e desafios pessoais, como inveja, ciúmes, apegos e mesquinharias. Essas batalhas internas são necessárias para o crescimento espiritual, e, ao vencer essas dificuldades, o indivíduo se aproxima da Luz, encontra a paz interior e, consequentemente, a harmonia nas relações familiares e sociais. Por que o Ponto de Ogum Iara é considerado uma homenagem ao Orixá e não à violência? Ogum é um Orixá de força, coragem e superação. Sua representação está ligada ao enfrentamento das adversidades e à vitória sobre os obstáculos da vida. Ao saudar os “campos de batalha”, o Ponto faz referência ao caminho de luta espiritual e pessoal que todos precisam trilhar, e não a uma glorificação da violência externa. A Sereia do Mar, mencionada no ponto, saúda Iemanjá, simbolizando a serenidade e a purificação das águas, representando a busca pelo equilíbrio e pela paz. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Refletindo Sobre a Vida com os Orixás | Pacco

    Todo mundo já se perguntou qual é o sentido dos desafios que a vida traz. Neste livro de espiritualidade afro-brasileira, cada Orixá, força da natureza cultuada na Umbanda, oferece uma lição para pensar a própria vida: Oxalá, Iemanjá, Oxóssi, Xangô, Oxum, Iansã e outros, cada um com sua energia e seu ensinamento. Um convite para refletir sobre desafios, propósito e crescimento espiritual à luz da sabedoria ancestral dos Orixás. Todo mundo já se perguntou qual é o sentido dos desafios que a vida traz. Neste livro de espiritualidade afro-brasileira, cada Orixá, força da natureza cultuada na Umbanda, oferece uma lição para pensar a própria vida: Oxalá, Iemanjá, Oxóssi, Xangô, Oxum, Iansã e outros, cada um com sua energia e seu ensinamento. Um convite para refletir sobre desafios, propósito e crescimento espiritual à luz da sabedoria ancestral dos Orixás. Leia um trecho do e-book Iansã - O Vendaval Já sentiu um vento forte, que balança as árvores e espalha as folhas pelo chão? Esse é o vento do Orixá das transformações. Chega como um furacão, arrancando tudo o que não serve mais e abrindo espaço para o novo. No Candomblé Queto, ela é conhecida como Iansã. No Candomblé Angola, é chamada de Matamba. No Candomblé Jeje, seu nome é Aziri Tohwiyo . Dona dos ventos, das tempestades e dos espíritos dos mortos, Iansã é uma guerreira destemida, cuja força imbatível não conhece limites. Ela nos ensina que a vida é feita de movimento e que a coragem para mudanças é essencial para o crescimento. Com sua espada, ela corta o passado e abre caminho para o futuro. Se Iansã soprasse em sua vida hoje, o que ela levaria embora? Xangô - O Trovão Quando o céu escurece e os trovões rugem, diz-se que um rei poderoso está falando, e quando ele fala, sua voz ecoa pelos céus. Ele ergue seu machado de duas lâminas, exigindo justiça. Nenhuma mentira escapa aos seus olhos. Esse rei pode ser Quingongo no Candomblé Angola, Xangô no Candomblé Ketu, Heviossô no Candomblé Jeje. Ele é o Orixá da justiça, dos trovões e do fogo. Aquele que pune os injustos e protege os justos. Seu nome é sinônimo de verdade. Se Xangô julgasse suas atitudes hoje, o que ele diria? Posfácio Ao terminar este livro, é impossível não sentir que as palavras foram apenas um primeiro passo para a jornada mais profunda e silenciosa que a natureza e a espiritualidade nos convidam a trilhar. As histórias que aqui compartilhei, as lições de cada Orixá, as forças que regem a terra, o vento, as águas e os céus, são mais do que simples narrativas. Elas são convites para que cada um de nós busque, dentro de si, o poder do universo que está em constante movimento ao nosso redor. Cada Orixá aqui retratado, com sua força única, nos ensina algo essencial para nossa existência. Oxóssi nos lembra da importância de equilibrar paciência e precisão em nossos objetivos. Oxum nos ensina que a doçura e a força podem coexistir, e que a busca pelo equilíbrio nunca é em vão. Xangô nos ensina que a justiça deve ser nossa bússola, e que, para sermos verdadeiros conosco mesmos, precisamos constantemente avaliar nossas ações e escolhas. Iansã, com seu vento imbatível, nos lembra de que a coragem de mudar é essencial para o nosso crescimento. Obá nos chama à resistência silenciosa, à força interna que nunca se curva, e a dignidade que nos torna invencíveis. Ossain nos mostra o valor do conhecimento profundo da natureza, e que o respeito por cada ser vivo é a chave para a sobrevivência da espécie humana. Esses ensinamentos não são apenas antigos, são eternos. E, como todo saber ancestral, eles continuam a nos tocar e a nos guiar, se permitirmos que suas vibrações nos conduzam. Quero Comprar

  • A Pedra No Meio do Rio | Pacco

    A Pedra no Meio do Rio, romance sáfico de Armanda Rios. Sobre primeiro amor e o custo de ser honesta consigo mesma numa cidade pequena. Leia o primeiro capítulo. Veladouro é uma cidade pequena, onde todo mundo anda com destino certo e horário combinado. Até Camila chegar. Leia o primeiro capítulo O calor entrava pela janela sem pedir licença, daquele jeito que só o verão de Veladouro sabia fazer, pesado e parado, sem vento nenhum para fingir que estava ajudando. Laura chegou cedo, como sempre, ocupando a carteira do meio, que era a dela desde o primeiro ano, nem na frente nem atrás, num lugar que não chamava a atenção de ninguém. Ao lado, Patrícia já falava sem parar sobre as férias, sobre o primo que veio de fora, sobre uma sandália que viu numa revista. Laura respondia com o mínimo necessário para parecer presente. A professora ainda não tinha chegado quando a porta abriu. Uma menina entrou, parou um segundo no batente como quem mede o terreno, e depois caminhou até a mesa da frente, onde normalmente ninguém queria sentar. Calça jeans desbotada, justa sem ser calculada, camiseta branca simples com a gola levemente aberta. O cabelo escuro, comprido, preso de qualquer jeito numa trança frouxa que já estava se desfazendo, como se ela tivesse esquecido dele no caminho. O rosto era limpo, sem nenhum enfeite, pele morena de quem vive ao sol sem se preocupar com isso, sobrancelhas grossas que davam ao olhar uma seriedade que o resto do rosto contradizia. Os olhos eram diretos, do tipo que olha de frente sem intenção de intimidar, só porque não aprendeu a desviar. A boca era larga, com um canto levemente levantado, como se ela estivesse na iminência de um sorriso que ainda não decidira aparecer. Devia ter dezessete, dezoito anos, mas havia nela uma tranquilidade que a fazia parecer mais velha, não em seriedade, mas em segurança, na forma como ocupava o espaço sem se desculpar por isso. Quando atravessou a sala até a carteira da frente, Laura notou o jeito que ela andava; não era o passo apressado de quem quer chegar logo, nem o passo contido de quem tem receio de ser olhada. Era um andar cadenciado, levemente balançado nos quadris, sem afetação nenhuma, o tipo de andar que nasce solto e nunca aprendeu a se segurar. Como se o corpo dela tivesse feito as pazes com o espaço que ocupava num mundo em que, em Veladouro, poucas mulheres tinham coragem de ocupar assim. Sentou, abriu a mochila, tirou um caderno. Patrícia parou de falar no meio de uma frase. Laura percebeu que estava olhando e desviou o olhar para a janela, para o muro branco lá fora, para o nada. Sentiu o calor de um jeito diferente por alguns segundos, mais no rosto do que no resto do corpo, e achou que era o sol batendo de lado. A professora entrou logo depois, cumprimentou a turma com aquela voz de quem já estava cansada antes de começar, e fez o que a professora faz no primeiro dia: chamou os nomes na lista, organizou lugar, apresentou a nova aluna. — Camila Ferreira, que veio da capital, vai estar conosco este ano. Camila levantou dois dedos em aceno rápido, sem se levantar, sem discurso. Alguém na fileira de trás cochichou alguma coisa. Ela não reagiu, como se não tivesse ouvido ou como se não ligasse, e Laura não soube distinguir qual das duas coisas era. Naquele dia, em nenhum momento Camila e Laura falaram. Mas, na saída, quando a turma se dispersou pelo corredor e o calor lá fora era ainda pior do que dentro, Laura se pegou notando que Camila andava devagar, sem pressa de chegar a lugar nenhum, como se o ritmo da cidade não fosse o ritmo dela. Havia algo naquilo que Laura não soube nomear, só soube que era diferente de tudo que ela conhecia em Veladouro, onde todo mundo andava com destino certo e horário combinado. Ela pensou nisso o caminho inteiro até chegar em casa. Depois parou de pensar, porque não havia motivo nenhum para continuar pensando. Ou, pelo menos, era o que ela dizia para si mesma. Quero Comprar

  • Caboclos e Pretos Velhos | Pacco

    O nome do Guia já revela tudo: o campo de trabalho, a qualidade espiritual e o Orixá que o rege. Neste livro sobre Caboclos e Pretos Velhos na Umbanda, você aprende a identificar o Orixá e a missão de cada Guia pelo nome, com exemplos práticos como Caboclo Pena, Caboclo Flecha e Caboclo Sete, além de Perguntas Frequentes e orações para cada linha. Um guia prático para quem quer entender de verdade quem trabalha ao seu lado no terreiro. O nome do Guia já revela tudo: o campo de trabalho, a qualidade espiritual e o Orixá que o rege. Neste livro sobre Caboclos e Pretos Velhos na Umbanda, você aprende a identificar o Orixá e a missão de cada Guia pelo nome, com exemplos práticos como Caboclo Pena, Caboclo Flecha e Caboclo Sete, além de Perguntas Frequentes e orações para cada linha. Um guia prático para quem quer entender de verdade quem trabalha ao seu lado no terreiro. Leia um trecho do e-book Este livro é um convite à alma. Um chamado suave e poderoso para sentir a presença dos nossos queridos Caboclos e Pretos Velhos, guias de sabedoria ancestral que caminham ao nosso lado com humildade, coragem e amor. Ao longo destas páginas, você encontrará respostas para perguntas que muitos carregam no peito, mas nem sempre sabem a quem direcionar. São questionamentos simples, porém profundos, nascidos do cotidiano dos terreiros, das conversas entre médiuns e das inquietações de quem inicia sua jornada espiritual. Os Caboclos, com sua energia vibrante, firmeza e conexão com a mata, ensinam o valor da verdade e da coragem. Os Pretos Velhos, com fala mansa, mãos curativas e olhar compassivo, lembram que a sabedoria não tem pressa, ela chega devagar, como o tempo do coração. Identificando os Caboclos Cada Caboclo, assim como todos os Guias de Umbanda, tem um nome simbólico, cheio de significado espiritual. É por esse nome que os filhos de fé conseguem perceber qual é a força que essa Entidade carrega, onde ela atua e qual Orixá rege sua missão. Muitas vezes, o nome já revela tudo: o campo de trabalho do Guia, a qualidade espiritual que ele transmite e o propósito que ele cumpre dentro da corrente da Umbanda. Caboclo Pena Na simbologia espiritual, a pena é o elo entre o céu e a terra. Ela cai do alto para nos lembrar que somos filhos do infinito, mas que nossos pés devem tocar o chão com sabedoria. Todo Caboclo que traz Pena no nome está ligado ao campo do Conhecimento, pois vibra diretamente na força de Oxóssi, o Orixá da sabedoria, da caça e da expansão da consciência. A cor que acompanha o nome indica a vibração do Orixá que o guia e o aspecto da vida em que atua. Exemplos: Caboclo Pena Branca: vibra com Oxóssi (Pena) e Oxalá (Branca). Ensina a fé, a confiança no divino e a elevação do espírito. Caboclo Pena Dourada: atua com Oxóssi e Oxum (Dourada). Traz ensinamentos sobre o amor, a sensibilidade e o equilíbrio afetivo. Caboclo Pena Verde: é puro Oxóssi, tanto na origem quanto na ação. Representa o conhecimento em sua essência mais natural e ancestral. Caboclo Pena Marrom: une o conhecimento de Oxóssi à justiça de Xangô (Marrom), mostrando o caminho da ética, da retidão e da justiça equilibrada. Caboclo Pena Vermelha: trabalha com Oxóssi e Ogum (Vermelha), ensinando a importância da disciplina, da lei, da honestidade e da coragem moral. Caboclo Pena Azul: conecta Oxóssi com Iemanjá (Azul), trazendo o saber ligado à maternidade, à sensibilidade e à cura através do acolhimento emocional. Em suas palavras há doçura e profundidade, como o mar que acolhe e também ensina. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Fios de Contas - As Guias da Umbanda | Livraria Onze

    O colar que gira no terreiro guarda muito mais do que beleza. Neste livro sobre as guias, também chamados fios de contas, usados no pescoço durante a gira, você entende de onde vem essa tradição, o que cada cor representa, como preparar, usar e guardar suas guias, e o que fazer quando uma guia quebra. Um livro completo, com Perguntas e Respostas, para quem quer receber suas guias com consciência. O colar que gira no terreiro guarda muito mais do que beleza. Neste livro sobre as guias, também chamados fios de contas, usados no pescoço durante a gira, você entende de onde vem essa tradição, o que cada cor representa, como preparar, usar e guardar suas guias, e o que fazer quando uma guia quebra. Um livro completo, com Perguntas e Respostas, para quem quer receber suas guias com consciência. Leia um trecho do e-book Quem entra em um terreiro de Umbanda pela primeira vez costuma reparar em muitas coisas: o cheiro das ervas, o som do atabaque, a força das rezas e a paz que muitas pessoas dizem sentir no ambiente. Mas tem um detalhe que quase sempre chama a atenção logo de início: os colares coloridos usados pelos médiuns. Esses colares são conhecidos como guias, também conhecidas como cordão de santo, colar de santo ou fio de contas, as guias fazem parte do fundamento da Umbanda e acompanham os filhos de fé durante os trabalhos espirituais. Para quem olha de fora, eles podem parecer apenas enfeites ou parte da roupa religiosa. Mas dentro da Umbanda, as guias têm um significado muito mais profundo. Elas fazem parte da tradição espiritual da religião e carregam consigo fé, respeito e fundamento. As guias acompanham os médiuns durante as giras, ajudam na proteção espiritual e também representam a ligação com forças sagradas da natureza, com os Orixás e com as entidades que trabalham na caridade. Quando uma guia quebra ou arrebenta Em muitos terreiros de Umbanda existe uma pergunta que aparece com frequência: o que significa quando uma guia quebra ou arrebenta? Para quem olha de fora, pode parecer apenas um fio que se rompeu com o tempo ou com o uso. Mas, dentro da religião, muitas pessoas acreditam que esse acontecimento pode ter um significado espiritual. Uma explicação bastante comum entre médiuns é que a guia pode ter “trabalhado”. Isso quer dizer que ela pode ter absorvido ou descarregado alguma energia mais pesada que poderia atingir a pessoa que estava usando o fio de contas. Por esse motivo, algumas pessoas dizem que a guia funciona como um tipo de proteção espiritual, ajudando a filtrar ou neutralizar determinadas influências negativas. Por essa razão, quando uma guia arrebenta, muitas vezes os médiuns não encaram o fato apenas como algo negativo. Em alguns casos, isso é visto como um sinal de que ela cumpriu uma função de proteção. No entanto, também é importante lembrar que nem todo rompimento de guia tem necessariamente um significado espiritual. Assim como qualquer objeto feito de contas e fios, as guias também podem se desgastar com o tempo, principalmente quando são usadas com frequência. O mais importante nesses momentos é não tirar conclusões precipitadas. Quando uma guia quebra, muitos médiuns preferem levá-la ao terreiro para que o dirigente ou as entidades espirituais possam orientar o que deve ser feito. Em algumas situações, a guia pode ser consertada e preparada novamente. Em outras, pode ser indicado que ela já cumpriu seu ciclo de uso. Também é comum que, quando uma guia arrebenta, as contas sejam recolhidas com respeito, evitando que fiquem espalhadas pelo chão ou sejam descartadas de qualquer forma. Esse cuidado existe porque, para muitas pessoas da religião, mesmo após quebrar, a guia continua sendo um objeto ligado ao trabalho espiritual. Quero Comprar → ebook R$ 17,90

  • Benzimentos de Pretos Velhos | Pacco

    As entidades da Umbanda podem ser chamadas com palavras que brotam do coração. Neste livro de benzimentos e rezas da Umbanda, você encontra orações para purificar o ambiente, pedir cura, orientação e desenvolver a mediunidade, além de preces para a abertura da gira e a chamada dos Orixás e das Entidades. Um guia de devoção, com o benzimento dos 4 elementos e a oração de fechamento de corpo dos Pretos-Velhos, para rezar com fé e humildade. As entidades da Umbanda podem ser chamadas com palavras que brotam do coração. Neste livro de benzimentos e rezas da Umbanda, você encontra orações para purificar o ambiente, pedir cura, orientação e desenvolver a mediunidade, além de preces para a abertura da gira e a chamada dos Orixás e das Entidades. Um guia de devoção, com o benzimento dos 4 elementos e a oração de fechamento de corpo dos Pretos-Velhos, para rezar com fé e humildade. Leia um trecho do e-book As entidades trabalhadoras da Umbanda podem ser invocadas nos Terreiros onde ocorrem os trabalhos espirituais da Umbanda, nos quais os médiuns incorporam as entidades e realizam sessões de atendimento espiritual. Esses locais são propícios para invocar e receber a presença das entidades. Além disso, as entidades podem ser invocadas por meio de orações e preces direcionadas a elas. Existem diversas orações específicas para cada entidade, que podem ser recitadas com devoção e fé. No entanto, também é possível chamá-las de forma simples, usando palavras que brotem do coração. Ter um altar doméstico é outra forma pessoal de invocar as entidades. Nele, você pode colocar imagens, velas, flores e objetos relacionados às entidades com as quais deseja se conectar. Realizar orações e preces diárias, dedicando um tempo para se conectar com as entidades, também é uma maneira de pedir proteção e auxílio. A meditação e a visualização são outros métodos para entrar em contato com as energias das entidades. Concentre-se mentalmente, imagine a entidade em sua presença e estabeleça uma conexão espiritual com ela. Ao invocar os Guias para auxiliar nos benzimentos, é importante ter uma intenção clara e sincera. É essencial que haja humildade e gratidão em seu coração. Quero Comprar

  • Zé Pelintra | Pacco

    Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Neste livro sobre Zé Pelintra na Umbanda, você entende sua origem no Catimbó, os símbolos e a moda do malandro, suas três principais representações, a Falange que lidera, os trabalhos espirituais em que atua e as Perguntas Mais Comuns sobre ele. Um livro escrito com carinho, para conhecer de perto o mestre das ruas e guardião dos simples. Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Neste livro sobre Zé Pelintra na Umbanda, você entende sua origem no Catimbó, os símbolos e a moda do malandro, suas três principais representações, a Falange que lidera, os trabalhos espirituais em que atua e as Perguntas Mais Comuns sobre ele. Um livro escrito com carinho, para conhecer de perto o mestre das ruas e guardião dos simples. Leia um trecho do e-book Zé Pelintra não é só uma entidade espiritual. Ele é um jeito de ser, um modo de caminhar pela vida com fé, coragem e um sorriso no canto da boca. Quando ele chega, vem com um gingado que não é só dança: é proteção, equilíbrio e sabedoria de quem já viu muito e aprendeu com cada passo. Neste livro, convido você a conhecer Zé Pelintra de um jeito mais íntimo, como quem senta pra prosear. Vamos falar dele como Guia, como amigo, como mestre espiritual que entende a alma humana. Ele não aparece apenas para dar conselhos: ele chega para levantar quem caiu, clarear caminhos escuros e ensinar que viver também é sorrir, mesmo em tempos difíceis. Cada palavra aqui foi escrita com respeito, fé e gratidão. Porque Zé Pelintra não é só um personagem das giras, ele é presença viva nos Terreiros, nas esquinas da vida, nos corações que o chamam com fé. Ele acolhe sem julgar, ajuda sem alarde e ensina com leveza, como só um verdadeiro malandro de luz sabe fazer. Saravá, Zé Pelintra! O Mestre das Ruas e Guardião dos Simples Zé Pelintra é dessas entidades que, quando chegam, mudam o ambiente inteiro. Só de sentir a presença dele, já dá um alívio no peito e uma esperança nova brota no coração. Ele não fala difícil, não cobra medalha, ele chega com humildade, mas com a força de quem conhece os caminhos e sabe como nos ajudar a atravessá-los. Na Umbanda, Zé Pelintra é um dos Guias mais queridos e respeitados. Seu jeito lembra muito o povo brasileiro: resistente, criativo, bem-humorado e cheio de sabedoria aprendida na marra, no dia a dia. É por isso que ele se aproxima tanto das pessoas, porque fala a língua da vida real. Ele acolhe quem sofre, aconselha quem está perdido, e protege quem o chama com fé. A história de Zé Pelintra tem raízes no Catimbó, prática espiritual nordestina que mistura o saber das ervas, a fé popular e os mistérios dos encantados. Ali, ele já era visto como um Mestre de força, benzedor de alma, curador de corpo e espírito. Com o tempo, sua atuação chegou até os Terreiros de Umbanda, especialmente no Rio de Janeiro, onde sua figura elegante e marcante ganhou ainda mais força. De terno branco, chapéu de lado e sapato alinhado, Zé Pelintra mostra que dignidade não depende de dinheiro, e que fé se veste com honra. Mas não se engane: por trás do charme está um espírito firme, que não tolera injustiça. Ele abre caminhos com coragem, resolve situações difíceis com astúcia, e ensina que viver é também aprender a se virar, sem jamais perder a ética e a dignidade. Zé Pelintra é a mão estendida na hora da queda, o amigo que fala verdades sem machucar, o malandro de luz que sabe a hora de agir e a hora de esperar. Em cada Gira, ele se apresenta do seu jeito, às vezes com riso no rosto, outras vezes sério, mas sempre com respeito. Ele não mede esforços para ajudar, e sua presença é um verdadeiro presente para quem o recebe. E o mais bonito? Ele não faz distinção: acolhe quem tem fé, seja lá qual for a roupa, a cor ou o tamanho da dor. Quero Comprar

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