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- Oferendas e Magia na Umbanda | Pacco
Nenhum Guia de Luz jamais vai pedir parte das posses financeiras de uma pessoa em troca de progresso espiritual. Neste livro sobre oferendas e magia na Umbanda, você entende o real significado de uma oferenda, os elementos mágicos como pemba, pólvora e velas, e as Perguntas que Mais Ouço sobre o assunto, incluindo o alerta contra a exploração financeira em nome da fé. Um livro que ensina com clareza e protege quem busca orientação. Nenhum Guia de Luz jamais vai pedir parte das posses financeiras de uma pessoa em troca de progresso espiritual. Neste livro sobre oferendas e magia na Umbanda, você entende o real significado de uma oferenda, os elementos mágicos como pemba, pólvora e velas, e as Perguntas que Mais Ouço sobre o assunto, incluindo o alerta contra a exploração financeira em nome da fé. Um livro que ensina com clareza e protege quem busca orientação. Leia um trecho do e-book Ao longo da caminhada dentro da Umbanda, é natural que surjam dúvidas. Algumas vêm do coração, outras da ansiedade, outras daquilo que se vê ou se ouve por aí. Vivemos um tempo em que muitas informações circulam, mas nem todas vêm acompanhadas de fundamento, responsabilidade ou verdade espiritual. Por isso, muitas pessoas se aproximam com receio: medo de fazer errado; insegurança sobre como agir; dúvidas sobre o que é correto ou não. A espiritualidade não deve ser um espaço de medo, mas também não pode ser tratada com descuido. Porque, na Umbanda, mais importante do que fazer é saber por que se faz. Oferenda é aquilo que se oferece. Na Umbanda, é um meio para se colocar em sintonia vibratória e mental com os Guias e Orixás. Amor ou dor Alguns Dirigentes acreditam que é preciso entregar no amalá (comida ritual) os elementos correspondentes ao Orixá ao qual se está oferendando. Outros acreditam que deve haver uma ritualística que incluam movimentos e procedimentos específicos, desenhos para criar poderes mágicos, invocação. Porém, a autora acredita fortemente que nada disso será útil se não houver nas palavras e pensamentos o verdadeiro querer do ofertante, seja desejando o amor, seja endereçando a dor. Oração é suficiente Que fique bem claro que nenhum Guia de Luz trabalhador de Umbanda, assim como nenhum Orixá, precisa de oferendas materiais. Elas são úteis apenas à concentração de quem oferece. Uma simples oração, feita com a mais profunda fé no silêncio do coração, é mais eficaz que todas as oferendas que se possa fazer se o ofertante não estiver imbuído de boas intenções. Perguntas e respostas É verdade que a oferenda é essencial para se conseguir ajuda das Entidades? Para se conseguir ajuda dos Guias de Umbanda não basta oferendar bebida, comida, velas, charutos. Não basta oferenda para conseguir qualquer coisa que se precise ou se queira. É preciso esforço. Os Guias de Luz e os Orixás não vão tornar as obrigações mais aprazíveis nem as responsabilidades menos implacáveis em troca de oferenda, não há barganha com a espiritualidade. Nenhum Preto Velho jamais vai pedir parte das posses financeiras de uma pessoa em troca de chance de progresso espiritual ou financeiro. Os pedidos que são feitos nas oferendas apenas serão atendidos se for do merecimento de quem ofertou, e sendo assim nem precisava de oferenda. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Exu, Pombagira e Exu Mirim | Pacco
Décadas de desinformação criaram uma camada tão espessa de equívocos que muitos umbandistas chegam a ter vergonha dos próprios guardiões. Neste livro sobre o que a Umbanda realmente ensina a respeito dos guardiões da esquerda, você entende Exu, Pomba Gira e Exu Mirim, os princípios de força e vontade, bebidas e oferendas, e encontra um extenso Guia de Dúvidas com temas como preconceito, mediunidade, cores de velas, o que pedir e como pedir, e intolerância religiosa. Décadas de desinformação criaram uma camada tão espessa de equívocos que muitos umbandistas chegam a ter vergonha dos próprios guardiões. Neste livro sobre o que a Umbanda realmente ensina a respeito dos guardiões da esquerda, você entende Exu, Pomba Gira e Exu Mirim, os princípios de força e vontade, bebidas e oferendas, e encontra um extenso Guia de Dúvidas com temas como preconceito, mediunidade, cores de velas, o que pedir e como pedir, e intolerância religiosa. Para quem frequenta terreiro há anos, mas nunca teve coragem de perguntar, e para quem quer saber se o que ouviu falar é verdade. Leia um trecho do e-book Há temas que qualquer pessoa que fale sobre Umbanda em público aprende a reconhecer pela frequência com que surgem. Exu, Pomba Gira e Exu Mirim estão sempre entre eles, não pela simples curiosidade, mas pela quantidade de mal-entendidos que os cercam. Décadas de desinformação, sincretismo forçado e preconceito religioso criaram uma camada tão espessa de equívocos sobre essas entidades que muitos umbandistas chegam a ter vergonha delas. E essa vergonha diz muito: não sobre os guardiões, mas sobre o quanto ainda falta aprender. Este livro foi escrito para quem quer entender de verdade. Para o filho de fé que frequenta terreiro há anos, mas nunca teve coragem de perguntar certas coisas. Para quem chegou à Umbanda recentemente e se depara com práticas que não consegue explicar. Para quem simplesmente ouviu falar mal dessas entidades durante toda a vida e quer saber se é verdade. Força e vontade: dois princípios que movem a vida “Exu fez uma casa sem porteira e sem janela. Ainda não achou morador pra morar nela.” (Ponto cantado) Imagine um domingo preguiçoso: você enrolado no cobertor, o apartamento frio, um filme incrível passando na televisão. De repente, surge uma vontade quase irresistível de comer uma fruta, manga, por exemplo. Mas não tem manga em casa. A mais próxima está a quatro quadras, numa banca de esquina que provavelmente ainda está aberta. O que você faz? Se ficar no cobertor, vai passar a tarde inteira pensando em manga, sem nunca prová-la. Se levantar, se trocar, enfrentar o frio e caminhar até a banca, a manga é sua. O desejo existia nos dois casos. O que mudou não foi o quanto você queria, foi se a vontade de agir acompanhou esse querer. Essa distinção simples ajuda a compreender dois princípios espirituais trabalhados na Umbanda por Exu e Pomba Gira. O desejo, a atração, a expectativa, o anseio que pulsa por dentro, pertence ao campo de Pomba Gira. A vontade, a força que põe o corpo em movimento, que tira do lugar e sustenta a ação até o fim, pertence ao campo de Exu. Um sem o outro não chega a lugar nenhum. O desejo sem vontade se perde em fantasia. A vontade sem desejo não tem direção. Por isso, na compreensão doutrinária, essas duas forças são inseparáveis. Exu, o Senhor do Livre-Arbítrio Exu é trabalhador. Não guardião ornamental, nem figura decorativa, nem entidade de cerimônia. Trabalhador, no sentido mais concreto e exigente da palavra. Atua nas regiões do plano espiritual onde outros guias não chegam, lidando com energias que a maioria não suporta, em situações que exigem firmeza, precisão e profundo conhecimento do ser humano por dentro. Exus, Pomba Giras e Exus Mirins trabalham na escuridão em benefício da Luz. Isso não é contradição, é descrição de uma função necessária. Há sofrimento, há desequilíbrio, há sombra no mundo e no ser humano. Alguém precisa ir até lá. Quero Comprar
- Abô e Amaci | Pacco
O Abô limpa o terreiro do corpo. O Amaci firma o altar da alma. Neste livro sobre dois preparos sagrados da Umbanda, com folhas e águas de força ligadas a cada Orixá, você aprende o que é o Abô e o Amaci, quando e por que são feitos, como preparar passo a passo e a ligação com o orí, a coroa espiritual. Não exige que você seja médium de terreiro; explicações claras e diretas, com base na vivência dos terreiros e na tradição oral da Umbanda. O Abô limpa o terreiro do corpo. O Amaci firma o altar da alma. Neste livro sobre dois preparos sagrados da Umbanda, com folhas e águas de força ligadas a cada Orixá, você aprende o que é o Abô e o Amaci, quando e por que são feitos, como preparar passo a passo e a ligação com o orí, a coroa espiritual. Não exige que você seja médium de terreiro; explicações claras e diretas, com base na vivência dos terreiros e na tradição oral da Umbanda. Leia um trecho do e-book Tudo tem vida, tudo tem axé. Na Umbanda acredita-se que a natureza não é apenas um cenário, mas sim uma entidade viva que nos ensina, cura e transforma. Entre tantos elementos sagrados, a água ocupa um lugar especial: é ela quem purifica, quem leva embora as dores, quem acalma os corações e fortalece o espírito. Da simplicidade de um ramo de manjericão, uma cuia de água fresca ou uma oração feita em silêncio, nasce a cura para muitos males. Quem já vivenciou um banho de ervas bem preparado sabe o quanto ele alivia, renova e fortalece. Neste livro, vamos falar de águas que limpam a alma. De folhas que falam, que ensinam e que vibram conforme cada Orixá. Vamos conversar sobre o Abô e o Amaci, dois preparos sagrados que fazem parte do fundamento espiritual da Umbanda e que são pouco compreendidos fora dos terreiros. Muita gente já ouviu falar, mas não sabe exatamente o que são, quando usar, como preparar ou que cuidados deve ter. A proposta aqui não é criar fórmulas prontas nem rituais engessados. Vamos aprender juntos, passo a passo, como lidar com as folhas para fazer as águas de força, como preparar e utilizar essas ferramentas de cura com respeito, simplicidade e consciência. Este livro não exige que você seja médium de terreiro, ou conhecedor dos Orixás. Pelo contrário: ele foi pensado para quem quer aprender do começo, com explicações claras, diretas, acessíveis. Tudo o que for dito aqui tem base na vivência dos terreiros, na tradição oral, nas práticas da Umbanda e também nas pesquisas cuidadosas que você, leitora ou leitor, merece receber com seriedade. Ao longo dos capítulos, vamos tratar das diferenças entre Abô e Amaci, das folhas específicas para cada Orixá, da ligação com o orí (a coroa espiritual), do silêncio como força e da intenção como condutora do axé. Vamos também falar de ética, de respeito à natureza e de como essas águas devem ser tratadas com propósito. Você está prestes a entrar em um universo de saberes simples e profundos. Aqui, cada folha é uma história, cada banho é um recomeço, e cada água consagrada é uma ponte entre você e o divino. Seja bem-vinda. Seja bem-vindo. Vamos juntos aprender a preparar e a honrar o sagrado que mora na folha e corre na água. *** Na Umbanda, assim como em outras tradições espirituais profundas, não é o gesto mecânico que carrega poder, é a intenção que o move, é o silêncio que o preenche. Quando falamos de rituais com folhas e águas, como o Abô e o Amaci, estamos lidando com forças sutis. E para que essas forças se manifestem com plenitude, precisamos aprender a escutar mais do que falar, sentir mais do que agir, intuir mais do que racionalizar. O silêncio é um elemento ritualístico por excelência. Não o silêncio forçado ou constrangido, mas aquele que nasce do respeito, da escuta, da reverência. O silêncio nos coloca num estado receptivo. Ele nos desliga do mundo externo, barulhento, ansioso, apressado, e nos conecta com o mundo interior, onde mora o axé. Quando preparamos um Abô ou um Amaci, o silêncio é importante. É nesse silêncio que nos concentramos, sentimos a força da folha e colocamos nossa intenção em cada gesto. A mente se acalma, o coração se conecta, e o preparo se transforma num momento de escuta interior e respeito espiritual. E aqui entramos no segundo pilar: a intenção. Nada, absolutamente nada na Umbanda, é feito por fazer. Tudo tem propósito. Desde a escolha das ervas, o horário da colheita, a comunicação com as forças superiores, realizada através de palavras e pensamentos, até o modo de aplicação da água sobre o corpo ou o ambiente. E esse propósito nasce da intenção clara, consciente, amorosa. A intenção é a semente do axé. Quando você está de corpo presente, mas com a mente dispersa ou o coração fechado, a água escorre sem tocar verdadeiramente. Mas quando sua alma está ali, inteira, desejando cura, luz, limpeza, reconexão, a água vibra, a planta responde, o invisível se manifesta. Por isso, ao preparar qualquer água ritual, silencie. Respire. Recolha-se. Fale com a planta. Peça permissão. Agradeça. Quero Comprar
- Ervas de Poder na Bruxaria | Pacco
O uso de plantas para se conectar com o divino atravessa diversas culturas ao longo da história. Neste livro de espiritualidade pagã e bruxaria, Eliana Pacco apresenta, com olhar sensível, plantas de grande poder simbólico usadas em rituais ancestrais, sua história e o lugar que ocupam nas práticas espirituais. Uma introdução respeitosa, não um manual de instruções, para despertar curiosidade e respeito pela sabedoria ancestral desses seres da natureza. O uso de plantas para se conectar com o divino atravessa diversas culturas ao longo da história. Neste livro de espiritualidade pagã e bruxaria, Eliana Pacco apresenta, com olhar sensível, plantas de grande poder simbólico usadas em rituais ancestrais, sua história e o lugar que ocupam nas práticas espirituais. Uma introdução respeitosa, não um manual de instruções, para despertar curiosidade e respeito pela sabedoria ancestral desses seres da natureza. Leia um trecho do e-book O uso de plantas como ferramentas para expandir a consciência e conectar-se com o divino é uma prática que atravessa diversas culturas ao longo da história. Ervas de Poder na Bruxaria não se propõe a ser um guia completo, mas sim uma introdução a algumas das mais poderosas plantas utilizadas em rituais de bruxaria. Neste livro, abordo com um olhar sensível algumas plantas com grande poder simbólico, como a chacrona e a jurema preta, além de dois cactos conhecidos por seus efeitos visionários: o peiote e o cacto de São Pedro. Cada um desses seres naturais carrega consigo não apenas propriedades físicas, mas também uma energia mágica que tem sido explorada por povos antigos para buscar autoconhecimento, cura e iluminação espiritual. Com um foco superficial, o intuito aqui é apresentar essas plantas de forma que você possa compreender sua importância dentro de práticas espirituais específicas. Ao longo das páginas, você encontrará uma breve descrição de como elas têm sido utilizadas e o impacto que podem ter na jornada espiritual. O propósito é apenas despertar sua curiosidade e respeito por esses seres da natureza, que, apesar de suas diferenças, compartilham a capacidade de conectar o humano ao divino e ao desconhecido. Este não é um manual de instruções, mas uma porta de entrada para o entendimento do uso simbólico e ritualístico de certas plantas no universo da bruxaria. Bruxaria Hoje: Uma Tradição Viva A bruxaria não é só um resquício do passado. Ela está viva e em constante transformação. Mais do que feitiços e rituais misteriosos, a bruxaria representa uma busca por conexão com a natureza, com o sagrado e consigo mesmo. Hoje em dia, muitas pessoas se identificam como bruxas, resgatando conhecimentos ancestrais para equilibrar corpo, mente e espírito. O interesse por práticas como o uso de ervas, a leitura de oráculos e rituais alinhados aos ciclos da lua só cresce. Livre de dogmas rígidos, ela não exige que você siga regras impostas, mas sim que encontre sua própria verdade. Aqui, o respeito pelos ciclos da natureza, as estações, a lua, o sol, é a essência. Cada folha que cai, cada flor que desabrocha, cada fase da lua é um lembrete de que fazemos parte de algo maior. No Brasil, milhares de pessoas praticam alguma forma de bruxaria, seja por meio da espiritualidade ancestral, do uso de ervas ou de ritos que atravessam gerações. A magia nunca deixou de existir, ela apenas se adaptou ao nosso tempo, pronta para quem sente o chamado. Quero Comprar
- Proteção Espiritual Para Todos os Dias | Pacco
Proteção espiritual também se aprende, todo dia é dia de se fortalecer. Neste livro de banhos, orações e práticas de autocuidado energético, dentro da espiritualidade e da Umbanda, você encontra receitas simples de banho, orações de firmeza e gestos cotidianos que, juntos, criam uma proteção ao seu redor. Um guia prático para consultar quando o coração pesar, quando o ambiente parecer carregado, ou quando quiser renovar a fé e a força do dia a dia. Proteção espiritual também se aprende, todo dia é dia de se fortalecer. Neste livro de banhos, orações e práticas de autocuidado energético, dentro da espiritualidade e da Umbanda, você encontra receitas simples de banho, orações de firmeza e gestos cotidianos que, juntos, criam uma proteção ao seu redor. Um guia prático para consultar quando o coração pesar, quando o ambiente parecer carregado, ou quando quiser renovar a fé e a força do dia a dia. Leia um trecho do e-book A proteção espiritual não se faz só com banho, vela e reza. Ela se constrói no jeito que a gente vive. No que a gente fala, no que a gente cala, e no que a gente escolhe fazer mesmo quando ninguém vê. O silêncio é escudo. Quando bem usado, afasta fofoca, evita discórdia e protege nossa energia de desgastes desnecessários. A fé é guia. Mesmo nos dias em que a luz parece fraca, é ela que nos mantém em pé. Não precisa ser barulhenta, só precisa ser verdadeira. A atitude é movimento. De nada adianta rezar e não agir. Pedir proteção sem fazer sua parte é como trancar a porta e deixar a janela aberta. Afirmação “Eu silencio o que me atrasa. Eu firmo minha fé no que me fortalece. Eu ajo com coragem para me proteger.” Dica Escolha um momento do dia para estar em silêncio, nem que sejam 3 minutos. Isso firma seu campo. Reforce uma pequena prece todos os dias, mesmo que seja só um “obrigado”. Tome decisões alinhadas com aquilo que você acredita. Isso é escudo e luz ao mesmo tempo. Quem caminha com silêncio, fé e atitude não está sozinho. Está amparado, guiado e protegido. Sempre. Quero Comprar
- Rituais Simples Para Abrir Caminhos | Pacco
Nem todo ritual precisa ser complicado, e nem toda oração precisa ser longa. Neste livro de rituais e orações da Umbanda, com ervas, velas e elementos simples do dia a dia, você aprende a acender uma vela com propósito, fazer um banho de ervas, oferecer com respeito e pedir com fé para abrir caminhos na vida. Um guia prático para quem busca uma luz, sem luxo, só com fé verdadeira. Nem todo ritual precisa ser complicado, e nem toda oração precisa ser longa. Neste livro de rituais e orações da Umbanda, com ervas, velas e elementos simples do dia a dia, você aprende a acender uma vela com propósito, fazer um banho de ervas, oferecer com respeito e pedir com fé para abrir caminhos na vida. Um guia prático para quem busca uma luz, sem luxo, só com fé verdadeira. Leia um trecho do e-book Quando dizemos que vamos “abrir caminhos”, estamos falando de muito mais do que conseguir um emprego ou atrair dinheiro. Abrir caminhos é permitir que a vida volte a fluir. É tirar os empecilhos, os pesos invisíveis, as energias paradas que travam o corpo, a mente e a alma. Na Umbanda, acreditamos que tudo tem um tempo certo, mas que também precisamos fazer nossa parte para que esse tempo chegue, e o ritual é esse ato de movimento. É como varrer a casa antes da visita chegar. Os Guias espirituais, como os Pretos-Velhos, os Caboclos e os Exus, nos ensinam que o segredo está na fé com simplicidade. Você pode fazer um grande ritual, com muitos elementos, e não alcançar nada... E pode acender uma única vela com fé verdadeira e abrir uma porta que estava fechada há anos. Fé simples é aquela que não precisa de espetáculo. Ela é feita com silêncio, com verdade, com intenção. Neste livro, você vai aprender a: Acender uma vela com propósito; Fazer um banho de ervas para tirar os pesos do dia; Oferecer com respeito o que tem no quintal ou na cozinha; Pedir com humildade, sem medo, sem culpa; E, principalmente, confiar, porque caminho aberto também é caminho com coragem. Abrir caminhos é como varrer uma estrada. A gente tira as folhas secas, o pó acumulado, os galhos caídos... e deixa o chão livre para andar. Vamos juntos? Quero Comprar
- Aruanda - A Gira de Umbada Revelada | Pacco
Romances mediúnicos umbandistas, onde ficção e doutrina se entrelaçam. Histórias de queda, recomeço e despertar espiritual, com terreiros, Guias, Caboclos, Pretos-Velhos, Exus e Pombas-Giras vividos por personagens que atravessam a dor até encontrar a luz. Já desencarnado, Joel volta à Terra pela primeira vez com seus novos companheiros, e vê o que nenhum olho vivo consegue ver: os Guardiões protegendo o terreiro. Neste romance espiritualista sobre Umbanda, você acompanha Joel numa jornada de queda e recomeço, até se tornar aluno espiritual e testemunhar, do outro lado do véu, como Exus e Pomba Giras protegem uma Gira de Umbanda contra obsessores, Demandantes e espíritos perturbados. Ficção e doutrina se entrelaçam numa história sobre terreiro, Guias espirituais e a luz que aparece quando tudo parece perdido. Leia um trecho do e-book Atravessando as barreiras das dimensões, o grupo avançou deslocando-se devagar e coordenadamente pelo espaço, movendo-se em uma trajetória suave e inclinada. Cada membro do grupo, irradiando sua própria luz e energia particular, chegou em harmonia à frente da Casa de Caridade Pai Antônio da Mata, que se encontrava em uma cidade à beira-mar. De cima, Joel já avistou o imóvel discreto que abrigava o Terreiro, encravado em uma rua sem asfalto, marcada por uma camada de terra compacta que testemunhava o passar dos anos. A casa em si era modesta, de alvenaria desgastada pelo vento salgado do mar e do tempo. Suas paredes externas tinham pintura desbotada e pequenas rachaduras. As casas à sua volta eram espalhadas ao acaso, algumas em melhor estado que outras, revelando a vida modesta nesse canto da cidade. Postes com iluminação fraca margeavam a rua, lançando uma luz débil e amarelada. Entre os postes, uma fila de carros estacionados à beira da rua denunciava a espera paciente dos que ansiavam conversar com os Guias. A cena se desenhava como um reflexo das esperanças que permeavam o coração daqueles que para ali se dirigiram. Enquanto homens e mulheres aguardavam, pacificamente, em fila, a abertura do portão da Casa de Caridade, os Guardiões já estavam posicionados nas ruas próximas ao imóvel. Dezenas de Exus e Pomba Giras circulavam apressadamente, cada um com seus encargos e responsabilidades para fazer a Gira transcorrer sem problemas. Assim que tocaram o solo, os Exus do grupo se separaram imediatamente, cada um seguindo em direção às vielas e esquinas ao redor do Terreiro, cientes de suas atribuições individuais. — Vamos nos separar agora, pois nós, Guardiões, precisamos assumir nossas posições para evitar a proximidade de obsessores que já se avizinham. Eles buscam impedir que a Gira ocorra normalmente, pois não lhes interessa que seus dominados se libertem de suas amarras. Os obsessores procuram influenciar negativamente os participantes da Gira, visando sabotar o trabalho espiritual, causando desordem e conflitos. Por essa razão, é fundamental que, em toda Gira de Umbanda, os trabalhos sejam realizados com métodos de proteção e com a orientação dos Guias e Guardiões do Terreiro. Isso garante que essas entidades insensatas não interfiram no processo e na segurança dos participantes. Como se estivesse lendo a mente de Joel, Exu Tiriri Lonan se apressou em esclarecer: — De fato, vocês não estão vendo os obsessores porque eles ainda não estão em seus campos de visão, mas sabemos que se aproximam devido à baixa vibração emanada por eles. Poucos minutos depois, já se avistava ao longe uma pequena multidão de desencarnados barulhentos e hostis. Do lado de fora do Terreiro, havia uma espécie de rede de energia fechando todas as portas e janelas do imóvel, semelhante a uma teia de aranha que servia de proteção contra entidades perturbadoras. Percebendo a expressão de perplexidade dos alunos do grupo Filhos da Lua, Caboclo Sete Flechas, que estava acompanhando os estudantes, tratou de esclarecer: — Essa rede de proteção energética tem como objetivo impedir a entrada de irmãos desajustados no Terreiro durante a Gira, pois seriam nocivos devido às suas tentativas de causar perturbações e interferências. Em especial, os Exus buscam evitar a entrada dos “Demandantes”, espíritos que procuram demandar justiça ou vingança através da incorporação em médiuns, muitas vezes desviando o trabalho espiritual de seu propósito original. — Espíritos Demandantes? Nunca ouvi falar esse nome antes — disse Nara. — Os “Demandantes” são irmãos e irmãs que, por diferentes razões, continuam presos a sentimentos de injustiça ou desejos de vingança de quando estavam “vivos na carne”. Eles tentam se comunicar ou influenciar os vivos para resolver essas questões pendentes. Muitas vezes, buscam se manifestar através da incorporação em médiuns durante as Giras. Isso pode desviar o foco do trabalho para questões pessoais desses espíritos, em vez de ajudar todos os presentes. Por isso, os Exus criam uma proteção ao redor do Terreiro, para manter essas influências afastadas e garantir que a Gira siga seu propósito de trazer luz e ajuda a todos. — Isso era bem comum em alguns Terreiros que eu visitava, tchê! — revelou Nara. — Infelizmente, ocorre com frequência em muitas casas de Umbanda, devido ao despreparo dos dirigentes. Os Demandantes manifestam-se de maneira insistente e, muitas vezes, perturbadora, buscando a atenção dos médiuns ou dos frequentadores. — Mas que barbaridade... por que eles fazem isso? — Esses irmãos geralmente têm demandas pessoais não resolvidas de sua vida terrena. Outros têm questões psicológicas que os perturbam. Quero Comprar
- Tudo Sobre os Exus | Pacco
Ser médium não é um título, é uma missão. Neste guia prático para médiuns da Umbanda, você aprende a invocar e trabalhar com os Exus, entende velas, rogativas e oferendas, e conhece as especialidades de Exus como Tranca Rua das Almas, Sete Encruzilhadas, Tiriri, Caveira e Veludo. Um livro escrito com simplicidade e respeito, para tirar dúvidas de quem já vivencia a gira e de quem ainda nem sabe que é médium. Ser médium não é um título, é uma missão. Neste guia prático para médiuns da Umbanda, você aprende a invocar e trabalhar com os Exus, entende velas, rogativas e oferendas, e conhece as especialidades de Exus como Tranca Rua das Almas, Sete Encruzilhadas, Tiriri, Caveira e Veludo. Um livro escrito com simplicidade e respeito, para tirar dúvidas de quem já vivencia a gira e de quem ainda nem sabe que é médium. Leia um trecho do e-book A Umbanda é uma escola viva de aprendizado, transformação e amor. Quem trilha esse caminho espiritual sabe que nada acontece por acaso, e que a mediunidade é uma das ferramentas mais preciosas que podemos desenvolver para servir ao próximo e crescer internamente. Este livro foi escrito com o coração voltado aos médiuns da Umbanda: aos iniciantes que chegam com dúvidas e receios, aos caminhantes que já vivenciam a gira, aos que buscam respostas, e também àqueles que ainda nem sabem que são médiuns. Aqui, vamos conversar com simplicidade, clareza e muito respeito. Vamos tirar dúvidas, oferecer orientações e compartilhar experiências. Falaremos sobre velas, rogativas, oferendas, Exus, cuidados espirituais e, principalmente, sobre responsabilidade. Conheça os Exus Os Exus na Umbanda são entidades espirituais com funções específicas, e cada um atua em áreas diferentes, como se fossem especialistas dentro de uma grande equipe espiritual. Essas especialidades definem o campo de atuação de cada Exu, áreas em que eles têm mais força, sabedoria e domínio. Por exemplo: Exu Tranca Rua das Almas é conhecido por atuar com as energias da proteção, da justiça e do equilíbrio. É uma entidade firme, muito procurada por quem precisa se defender de ataques espirituais ou resolver conflitos difíceis. Exu Sete Encruzilhadas trabalha com a sabedoria, a intuição e os caminhos espirituais. Costuma ser invocado quando alguém precisa tomar decisões importantes, fortalecer a fé ou compreender mais profundamente a si mesmo. Quando a gente compreende as especialidades de cada Exu, fica mais fácil buscar auxílio da forma certa, com foco e respeito. É como procurar um médico especialista para cada tipo de dor. Exu Veludo Exu Veludo é uma entidade muito respeitada na Umbanda, conhecido por sua elegância, inteligência e grande habilidade em lidar com situações complexas. Seu nome remete à suavidade com que atua, sempre com sabedoria e equilíbrio. Ao mesmo tempo, é firme quando precisa ser, mostrando que elegância também pode caminhar junto com autoridade espiritual. Conta-se que, em vida, Exu Veludo foi um homem astuto e bem articulado, talvez até mesmo um príncipe africano em algumas tradições. Depois de passar por profundas provações, inclusive o cativeiro, transformou suas dores em aprendizado e hoje atua na espiritualidade como guia dos que precisam de orientação firme, mas justa. Seu olhar é penetrante, sua fala é envolvente, e sua presença é marcante. Não há como ignorá-lo quando chega. É comum que se manifeste com roupas de veludo preto ou vermelho, chapéu alinhado e sapatos bem lustrados. Mas sua maior característica não está na aparência externa, e sim na nobreza de sua atuação. Exu Veludo é visto como um diplomata da espiritualidade, que sabe acalmar os ânimos e harmonizar até os ambientes mais tensos. Quero Comprar
- O retrato de Dorian Gray | Pacco
O Retrato de Dorian Gray é o único romance de Oscar Wilde e uma das obras mais controversas e fascinantes da literatura mundial. O que poucos leitores sabem é que existem duas versões do texto: a versão original, de 1890, e a versão revisada, de 1891. A versão de 1890, composta por treze capítulos, foi publicada na Lippincott’s Monthly Magazine e escandalizou a sociedade vitoriana pela ousadia de seus temas e pela intensidade de suas insinuações. Nela, Basil Hallward confessa abertamente seu sentimento por Dorian, Lord Henry profere paradoxos ainda mais provocadores, e o desfecho se apresenta de forma crua e direta, sem moralismos. Em 1891, pressionado por severas críticas, Wilde revisou e expandiu a obra para vinte capítulos, acrescentando personagens, suavizando diálogos e incluindo o famoso prefácio com aforismos sobre a arte. Essa segunda versão tornou-se a "oficial" por mais de um século. Esta edição traz a tradução integral da versão original de 1890, sem cortes nem filtros, oferecendo ao leitor a experiência autêntica que chocou a Inglaterra vitoriana — incluindo trechos cortados pelo editor da época devidamente restaurados. Leia um trecho do e-book Dorian não respondeu, mas passou diante do quadro e se virou para ele. Quando o viu, recuou, e suas faces foram tingidas por um momento com prazer. Uma centelha de alegria entrou em seus olhos, como se ele houvesse se reconhecido pela primeira vez. Ficou ali parado, imóvel e em assombro, vagamente consciente de que Hallward lhe falava, mas não captando o sentido das palavras. A sensação de sua própria beleza veio sobre ele como uma revelação. Nunca a havia sentido antes. Os elogios de Basil Hallward lhe haviam parecido as exageradas adulações da amizade. Havia-os ouvido, rira deles, os esquecera. Eles não o haviam influenciado. Então havia chegado Lord Henry Wotton, com seu estranho panegírico à juventude, sua terrível advertência sobre sua brevidade. Isso o havia agitado na época, e agora, ao ficar ali olhando para a sombra de sua própria beleza, a plena realidade da descrição o iluminou. Sim, viria um dia em que seu rosto estaria enrugado e definhado, seus olhos opacos e sem cor, a graça de sua figura quebrada e deformada. O vermelho desapareceria de seus lábios, e o ouro seria roubado de seu cabelo. A vida que devia fazer sua alma iria destruir seu corpo. Tornaria-se ignóbil, hediondo e grosseiro. Ao pensar nisso, uma pontada aguda de dor o atingiu como uma faca e fez cada delicada fibra de sua natureza tremer. Seus olhos aprofundaram-se em ametista, e uma névoa de lágrimas veio sobre eles. Sentiu como se uma mão de gelo houvesse sido posta sobre seu coração. — Você não gosta? — exclamou Hallward por fim, um pouco picado pelo silêncio do rapaz e sem entender o que significava. — Claro que ele gosta — disse Lord Henry. — Quem não gostaria? É uma das principais coisas da arte moderna. Darei qualquer coisa que você pedir por ele. Preciso tê-lo. — Não é minha propriedade, Harry. — De quem é a propriedade? — De Dorian, é claro — respondeu Hallward. — Ele é um sujeito muito sortudo. — Que tristeza! — murmurou Dorian Gray com os olhos ainda fixos em seu próprio retrato. — Que tristeza! Vou ficar velho, horrível e assustador. Mas este quadro continuará sempre jovem. Nunca será mais velho do que este dia particular de junho… se fosse ao contrário! Se eu pudesse ser sempre jovem, e o quadro ficasse velho! Para isso — para isso eu daria tudo! Sim, não há nada no mundo inteiro que eu não daria! Daria minha alma por isso! Dorian acaba de fazer o desejo que vai reger sua vida. O que o retrato revela nos anos seguintes é o coração deste clássico. Quero Comprar
- Organização, Cargos, Práticas na Umbanda | Pacco
Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre entende o que está acontecendo ali. Neste livro sobre a estrutura de um terreiro de Umbanda, você conhece o papel de cada dirigente, do Pai e da Mãe de Santo ao Cambone e ao Curimbeiro, entende o atabaque, a engoma e a força dos Pontos Cantados, e ainda aprende a interpretar corretamente versos que geram dúvida, como o Ponto de Ogum Iara. Um livro para entender de verdade o que acontece na Gira. Leia um trecho do e-book Este livro nasceu da vontade de organizar e explicar, com simplicidade, o funcionamento interno básico de um Terreiro de Umbanda, desde a liderança espiritual até o som do atabaque que embala os pontos cantados. Muita gente entra numa Gira, sente arrepio, emoção, vontade de chorar ou de dançar, mas nem sempre compreende o que está acontecendo ali, quem são as pessoas que conduzem a cerimônia ou por que a música tem tanta força. Pensando nisso, reuni aqui informações simples e essenciais. Você vai conhecer o papel de cada dirigente espiritual, o Pai de Santo, a Mãe de Santo, o Pai Pequeno, a Mãe Pequena, e entender como se estrutura a hierarquia no Terreiro. Vai descobrir também a importância do Cambone, do Curimbeiro (ou Ogã), do atabaque e da engoma. Falo também sobre a força da música na Umbanda. Os pontos cantados não são apenas canções, são orações em forma de melodia, carregadas de axé e intenção. Para explicar: Ponto de Ogum Iara Uma das questões que surge com frequência é a interpretação de certos versos de Pontos Terrenos, como o exemplo do Ponto de Ogum Iara. “Se meu pai é Ogum, vencedor de demanda, Quando vem de Aruanda é pra salvar filhos de Umbanda. Ogum, Ogum, Ogum Iara, Salve os campos de batalha, salve a Sereia do Mar.” A dúvida surge ao se deparar com a frase “Salve os campos de batalha”, o que poderia ser interpretado como uma exaltação à violência. O Ponto de Ogum Iara defende a violência? Não, a Umbanda não defende e jamais incentivaria a violência. A música que exalta Ogum Iara e menciona “salve os campos de batalha” deve ser entendida de maneira simbólica. O termo “campos de batalha” refere-se às lutas internas que todos enfrentam no dia a dia. Essas batalhas não são físicas, mas sim espirituais e emocionais. O que representa os “campos de batalha” no contexto do Ponto de Ogum Iara? Os “campos de batalha” representam a luta constante do ser humano contra suas próprias imperfeições. Trata-se da luta interna para superar vícios, inclinações negativas e desafios pessoais, como inveja, ciúmes, apegos e mesquinharias. Essas batalhas internas são necessárias para o crescimento espiritual, e, ao vencer essas dificuldades, o indivíduo se aproxima da Luz, encontra a paz interior e, consequentemente, a harmonia nas relações familiares e sociais. Por que o Ponto de Ogum Iara é considerado uma homenagem ao Orixá e não à violência? Ogum é um Orixá de força, coragem e superação. Sua representação está ligada ao enfrentamento das adversidades e à vitória sobre os obstáculos da vida. Ao saudar os “campos de batalha”, o Ponto faz referência ao caminho de luta espiritual e pessoal que todos precisam trilhar, e não a uma glorificação da violência externa. A Sereia do Mar, mencionada no ponto, saúda Iemanjá, simbolizando a serenidade e a purificação das águas, representando a busca pelo equilíbrio e pela paz. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- Ritos, Liturgia e Sacramentos na Umbanda | Pacco
Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade. Quem agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites do seu próprio entendimento. Neste livro sobre os ritos, a liturgia e os sacramentos da Umbanda, você entende Assentamento, Firmezas, Cruzar, Consagrar, Defumação, Gongá, Coroação, Batizado, Casamento e Funeral, além de um capítulo forte sobre intolerância religiosa. Um livro que ensina e também defende a Umbanda com dignidade. Leia um trecho do e-book Os rituais são gestos, palavras, pensamentos, ações e cerimônias que auxiliam a união com o sagrado. Os rituais da Umbanda são ferramentas que nos conectam aos Guias e Orixás. Não são necessários aos protetores, porém são fundamentais como apoio mental aos homens e mulheres que pretendem se conectar ao sacro, de modo a entrar em contato com realidades diversas que não se consegue através da mente “regular”. Quando na Umbanda se realizam rituais, em grupo ou individualmente, há uma ligação com campo antigo da consciência, acessa-se um espaço sagrado para a passagem de energia, e se torna real a “ponte invisível” entre o mundo da matéria e o espiritual. Os Fundamentos do Umbanda Fundamento é o princípio sobre o qual se apoia e se desenvolve a religião de Umbanda. O conjunto de regras básicas de organização e funcionamento da religião se chama Fundamento. Toda religião possui um conjunto de gestos, palavras e formalidades utilizados de maneira simbólica, aos quais se dá o nome de Ritual. Na Umbanda os rituais variam de Terreiro para Terreiro na forma, mas são iguais no conteúdo. Agressões aos umbandistas Sempre que um umbandista nos pergunta como deve agir quando é agredido por pessoas de outras religiões, aconselhamos que os ignore. Aquele que agride um irmão em humanidade por ter olhar diferente do seu é um pobre atrasado que não consegue ver Deus além dos limites impostos pelo seu reduzido entendimento da religião. Quem agride sabe da doutrina, mas nada sabe do Amor. Nem desconfia o quanto está distante do Cristo. É merecedor de compaixão, pois perde a oportunidade de se encontrar com o Criador que Se comunica por vários caminhos e fala por diferentes mensageiros. Sabemos o quanto é difícil ouvir diretores de outras religiões atacando impunemente a Umbanda, usando como escudo a liberdade de expressão. Para julgar outras religiões é preciso saber julgar a sua, para julgar os homens é preciso ter a grandeza de primeiro julgar a si mesmo, mas há aquele que toma a própria opinião por medida exclusiva do bom e do mau. Fanático religioso Fanático é aquele incapaz de admitir o mundo a partir de ponto de vista diferente do que elegeu como absoluto para sua vida. Deste modo seu universo se divide entre o bem e o mal, sendo que o bem são as suas escolhas e preferências, e o mal é a escolha dos outros que não são iguais as suas. O fanático religioso critica tanto a religião alheia porque sua crença não pode ser questionada ou abalada no intercâmbio com outras formas de fé. O maníaco coloca todas as esperanças em sua visão particular, e outra interpretação abala suas pequenas certezas. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
- As Vibrações dos Orixás | Pacco
Cada Orixá tem uma vibração única, e entender essas vibrações aproxima a gente do sagrado. Neste guia de conexão espiritual com a natureza, dentro da Umbanda, você entende como os Orixás se ligam aos elementos naturais, como suas energias se combinam em vez de competir, e desfaz mitos comuns, como a ideia de “briga de Orixá”. Um livro para compreender o axé, a harmonia entre os Orixás e as vibrações de cada um cultuado na Umbanda. Cada Orixá tem uma vibração única, e entender essas vibrações aproxima a gente do sagrado. Neste guia de conexão espiritual com a natureza, dentro da Umbanda, você entende como os Orixás se ligam aos elementos naturais, como suas energias se combinam em vez de competir, e desfaz mitos comuns, como a ideia de “briga de Orixá”. Um livro para compreender o axé, a harmonia entre os Orixás e as vibrações de cada um cultuado na Umbanda. Leia um trecho do e-book Muitas vezes, ouve-se a ideia de que um Orixá está “brigando com outro pela cabeça do filho”. Essa ideia é completamente equivocada e, na verdade, não faz sentido na Umbanda. Não existe “briga” entre os Orixás, nem competição entre eles. Não há um Orixá mais poderoso ou mais importante que outro. Todos os Orixás, como forças da natureza, atuam em perfeito equilíbrio e colaboração. Cada Orixá tem uma energia única e atua em um aspecto específico da criação divina. Eles não interferem negativamente nas atividades uns dos outros. O que ocorre, na verdade, é uma interação harmoniosa, na qual as energias se complementam. Como as energias dos Orixás se complementam Para entender, vamos usar um exemplo que ocorre frequentemente nas manifestações espirituais na Umbanda: a atuação dos Caboclos. Caboclos e a Energia das Matas Todos os Caboclos trazem consigo a energia das matas, a qual é a vibração de Oxóssi, o Orixá das florestas e da caça. No entanto, cada Caboclo pode ser ainda mais influenciado por outros Orixás. Caboclo Rompe Mata Por exemplo, existem Caboclos que trazem a vibração de Ogum, o Orixá da guerra e da luta. Quando a energia de Oxóssi (representando as matas) se combina com a energia de Ogum (representando a força e a batalha), temos uma nova manifestação espiritual: o Caboclo Rompe Mato. Nesse caso, as energias de Oxóssi e Ogum não se anulam nem competem entre si, mas se fundem, criando uma nova vibração, uma nova força espiritual. Isso pode ser entendido como uma “mistura” das energias, mas é importante entender que ambas as energias, a de Oxóssi e a de Ogum, continuam presentes em sua essência. Elas se combinam, mas não se perdem e muito menos brigam entre si. Quero Comprar
- Gestuais e Saudações na Umbanda | Pacco
O Caboclo chega com firmeza, ajoelhado, punhos batendo no peito. O Preto Velho chega curvado, devagar, com a sabedoria de quem já viveu muito. Neste livro sobre os gestos e saudações da Umbanda, você entende o significado da postura na defumação, a saudação à Tronqueira, ao Gongá, aos Atabaques, e aprende a reconhecer como cada Linha de trabalho chega na incorporação, de Caboclos a Iemanjá. Um livro para que o gesto deixe de ser imitação e vire reverência de verdade. O Caboclo chega com firmeza, ajoelhado, punhos batendo no peito. O Preto Velho chega curvado, devagar, com a sabedoria de quem já viveu muito. Neste livro sobre os gestos e saudações da Umbanda, você entende o significado da postura na defumação, a saudação à Tronqueira, ao Gongá, aos Atabaques, e aprende a reconhecer como cada Linha de trabalho chega na incorporação, de Caboclos a Iemanjá. Um livro para que o gesto deixe de ser imitação e vire reverência de verdade. Leia um trecho do e-book Na Umbanda, palavras e gestos têm grande valor. Eles não são feitos apenas por hábito ou tradição: carregam força espiritual, respeito e intenção. Ainda assim, muitos filhos e filhas de fé apenas repetem aquilo que veem os mais antigos fazendo, sem entender o porquê de cada gesto. A linguagem do corpo, como o olhar, a posição das mãos, o tom da voz, a forma de caminhar ou vestir, diz muito mais do que palavras. E dentro da Umbanda, isso é levado a sério. Um gesto pode expressar humildade, fé, devoção, proteção ou até um pedido silencioso de ajuda. O corpo fala antes da palavra Quem frequenta um terreiro com atenção logo percebe que cada Linha de trabalho tem uma forma própria de chegar. Os gestos da incorporação não são aleatórios, cada um deles tem um significado dentro da energia que aquela Entidade traz. Caboclos O Caboclo chega com firmeza. No primeiro momento da incorporação, é comum que o médium se ajoelhe com uma perna à frente, numa postura de guerreiro. Os punhos fechados batem no peito, gesto que ancora a incorporação e ativa o centro de força do médium. Alguns Caboclos chegam com um brado forte e o dedo indicador apontado para cima ou para frente, afirmando sua presença e sua missão. Pretos-Velhos A chegada do Preto Velho é o oposto em aparência, mas igual em profundidade. O corpo se curva, os passos ficam lentos, os ombros descem. Não é fraqueza, é a sabedoria de quem já viveu muito e não precisa de nenhuma demonstração de força. Às vezes chegam com as mãos para trás, outras vezes apoiados em um cajado invisível. Erês (Crianças) Os Erês chegam como crianças de verdade: pulando, batendo palmas, rindo. Alguns chegam chorando, o que também tem função: é uma forma de realizar um descarrego na corrente ou num consulente específico. A aparente agitação é sempre intencional. Entidades de Iansã Chegam em pé, com a mão direita aberta e levantada à altura do ombro, como quem comanda o vento. O brado é vibrante e forte. Entidades de Iemanjá As mãos se movem com as palmas voltadas para baixo, num ondular suave e contínuo, o movimento das águas do mar. A chegada costuma ser acompanhada de um canto longo e melodioso. Entidades de Ogum Os braços se movem simulando o manejo de uma espada. A chegada é enérgica e vem acompanhada de um brado curto e firme. Quero Comprar → ebook R$ 17,90
