top of page
Capa do livro Descomplicando os Guias de Umbanda de Eliana Pacco

A Umbanda é amor, é acolhimento, é a religião do gesto estendido. Neste primeiro livro da série “Umbanda, Muito Prazer!”, você conhece os Guias que amparam os médiuns: Caboclos, Pretos-Velhos, Crianças, Baianos, Boiadeiros, Marinheiros, Ciganos, Exus e Pombogiras. Aprende a interpretar seus nomes, entende as linhas de trabalho e a origem da Umbanda, sem enrolação e sem preconceito. Linguagem simples e acolhedora, para leigos, iniciantes e também médiuns já atuantes.

Capa do livro descomplicando os Guias da Umbanda
fundo de página

Leia um trecho do e-book

“Descomplicando os Guias de Umbanda” é uma porta aberta para quem deseja conhecer a Umbanda de forma clara, acolhedora e verdadeira.

​

Escrito com uma linguagem simples e de fácil entendimento, foi pensado para tocar o coração de quem busca respostas, sem enrolações, sem palavras difíceis, sem distanciamentos. A Umbanda é amor, é acolhimento, é a religião do gesto estendido.

​

Aqui, vamos descobrir juntos quem são os Guias que nos amparam, aprender a interpretar seus nomes e reconhecer suas missões de luz. Vamos descomplicar o que muitos complicaram, e falar de Falangeiros, Capangueiros, Exus e Pombogiras, sem medo e sem preconceito.

​

Que os ventos de Iansã, as matas de Oxóssi, as águas doces de Oxum, as pedreiras de Xangô e a luz de Oxalá abençoem cada página que agora se abre para você.

​

Saravá!

​

***

​

A Umbanda foi criada em 15 de novembro de 1908, pelo espírito denominado Caboclo das Sete Encruzilhadas, com a finalidade de atender aos negros e aos pobres que eram impedidos de participar dos cultos das religiões dominantes. O Caboclo definiu como “a manifestação do Espírito para a caridade”.

​

Por ser muito rica, a Umbanda é, ainda hoje, uma religião incompreendida. Por exemplo, as religiões tradicionais utilizam o incenso em seus cultos e missas; já a Umbanda, religião dos discriminados e desvalidos do começo do século XX, substituiu o incenso pelo cigarro, que estava disponível a quase todos os muito pobres dos morros e favelas. E assim foi com a cerveja, as bebidas e as ervas, que permanecem até os dias atuais na liturgia da Umbanda em respeito ao espírito de simplicidade da religião, e jamais porque os protetores espirituais gostem de nicotina ou sejam viciados em álcool, como dizem, injustamente, os mal-intencionados, que falam sem ao menos procurar conhecer e entender a Umbanda.

​

Na Umbanda, admitem-se adeptos de todas as raças, posições sociais e crenças, e em nenhuma circunstância é perguntado aos que procuram ajuda nos terreiros sobre sua religião, orientação sexual ou ideologia política. Não há discriminação de idade, cor, estado civil, enfim, não há segregação de nenhuma espécie.

​

Nessa linda religião, não há dogmas, verdades inquestionáveis, nem codificação como em Kardec e no Espiritismo. Por isso, os rituais são praticados nos diversos terreiros de acordo com o entendimento pessoal dos seus adeptos, podendo predominar elementos católicos ou espíritas, com influências do Candomblé, do ocultismo ou do budismo. Cada um adapta, democraticamente, a Umbanda aos seus valores e ideias. Essa diversidade e independência fazem da Umbanda a religião da liberdade.

PACCO

​© 2026 Publishing & Media

Todos os direitos reservados

Site por Pacco Studio

bottom of page